Foram encontradas 135 questões.
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação da palavra "que" no contexto da frase.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
De acordo com o texto apresentado sobre as mudanças educacionais adotadas pela Suécia, assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta que apresenta substantivo seguido de adjetivo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à concordância nominal da frase, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) O adjetivo "relevante" concorda em gênero e número com o substantivo "parte".
( ) O termo "básico" concorda com o substantivo "compreensão", por integrar a expressão "nível básico de compreensão textual".
( ) A palavra "textual" concorda com o substantivo "nível", pois especifica o campo de avaliação mencionado na frase.
( ) O adjetivo "básico" concorda com o substantivo "nível", caracterizando-o no interior da expressão nominal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à análise sintática da frase, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) O termo "o governo" exerce função de sujeito da forma verbal "destinou".
( ) O trecho "recursos significativos" exerce função de predicativo do sujeito por atribuir característica ao termo "governo".
( ) O trecho "de apoio" exerce função de adjunto adverbial por indicar circunstância relacionada ao substantivo "materiais".
( ) O trecho "recursos significativos" exerce função de objeto direto da forma verbal "destinou" no contexto da oração.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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- Química InorgânicaSoluções e Substâncias InorgânicasSoluções: características, tipos de concentração, diluição, mistura, titulação e soluções coloidais
Um técnico em química precisa preparar 500 mL de
solução de NaOH a 0,1 mol/L para utilizar em uma série
de titulações. O laboratório dispõe de um estoque de
NaOH a 2,0 mol/L. O técnico deverá transferir o volume
calculado da solução estoque para um balão volumétrico
de 500 mL e completar com água destilada até a marca
de aferição. Qual é o volume de solução estoque de
NaOH 2,0 mol/L necessário para preparar 500 mL de
solução 0,1 mol/L?
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4217019
Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IDCAP
Orgão: SAASE Aracruz
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: IDCAP
Orgão: SAASE Aracruz
Provas:
Em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) que
opera com tratamento convencional, a água bruta
captada do manancial passa pelas etapas de coagulação
com sulfato de alumínio, floculação em câmaras de
mistura lenta e, em seguida, ingressa nos decantadores
antes de seguir para a filtração. Durante a operação, o
técnico em química observa que a água que sai do
decantador apresenta turbidez elevada, com presença
de partículas em suspensão visíveis a olho nu.
Analisando o princípio físico-químico que rege essa
etapa de separação, assinale a alternativa que descreve
corretamente o fenômeno da decantação e a explicação
técnica mais adequada para a turbidez observada.
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Questão presente nas seguintes provas
A cloração é a etapa de desinfecção mais utilizada nas
Estações de Tratamento de Água (ETAs) do Brasil,
sendo responsável pela inativação de microrganismos
patogênicos antes da distribuição da água tratada à
população. Sobre o processo de cloração e seus
parâmetros operacionais, analise as assertivas a seguir:
I.O ácido hipocloroso (HOCl), formado a partir da reação do cloro com a água, é o principal agente desinfetante, atuando por oxidação de enzimas essenciais e de componentes da membrana celular dos microrganismos patogênicos.
II.O cloro residual livre é o cloro que permanece disponível na água após a satisfação da demanda inicial e é essencial para garantir a proteção sanitária da água ao longo de todo o sistema de distribuição até o ponto de consumo.
III.Conforme a legislação federal vigente, a água tratada destinada ao consumo humano deve apresentar concentração mínima de 0,2 mg/L de cloro residual livre em qualquer ponto da rede de distribuição.
Conforme os princípios físico-químicos da desinfecção por cloração e a legislação brasileira sobre potabilidade, assinale a alternativa correta:
I.O ácido hipocloroso (HOCl), formado a partir da reação do cloro com a água, é o principal agente desinfetante, atuando por oxidação de enzimas essenciais e de componentes da membrana celular dos microrganismos patogênicos.
II.O cloro residual livre é o cloro que permanece disponível na água após a satisfação da demanda inicial e é essencial para garantir a proteção sanitária da água ao longo de todo o sistema de distribuição até o ponto de consumo.
III.Conforme a legislação federal vigente, a água tratada destinada ao consumo humano deve apresentar concentração mínima de 0,2 mg/L de cloro residual livre em qualquer ponto da rede de distribuição.
Conforme os princípios físico-químicos da desinfecção por cloração e a legislação brasileira sobre potabilidade, assinale a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
A Ficha com Dados de Segurança (FDS), antes
denominada Ficha de Informações de Segurança de
Produtos Químicos (FISPQ), é um documento técnico
obrigatório que reúne informações sobre as propriedades
físicas, químicas e toxicológicas de substâncias, além de
orientações sobre riscos, manuseio seguro e medidas de
emergência. A seção 2 da FDS, exibida a seguir,
apresenta a identificação de perigos de uma substância
conforme o Sistema Globalmente Harmonizado (GHS),
com classificação e respectivos pictogramas.
Com base na imagem apresentada, assinale a alternativa que interpreta corretamente os perigos identificados para a substância.
Com base na imagem apresentada, assinale a alternativa que interpreta corretamente os perigos identificados para a substância.
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Questão presente nas seguintes provas
Em laboratório de análises físico-químicas de uma ETA
(Estação de Tratamento de Água), um técnico em
química utiliza um espectrofotômetro UV-Vis para
determinar a concentração de ferro (Fe2+) em amostras
de água tratada. Para isso, constrói uma curva de
calibração e verifica a linearidade do método, cujo
fundamento teórico baseia-se na Lei de Beer-Lambert,
que relaciona absorbância, concentração e caminho
óptico. De acordo com a Lei de Beer-Lambert, é correto
afirmar que a absorbância (A) de uma solução:
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Questão presente nas seguintes provas
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