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Foram encontradas 60 questões.

186775 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5, de couro.

Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

− Como é que liga? − perguntou.

− Como, como é que liga? Não se liga.

− O que é que ela faz?

− Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

− O quê?

− Controla, chuta...

− Ah, então é uma bola.

− Claro que é uma bola. Você pensou que fosse o quê?

− Nada, não.

O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.

O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

− Filho, olha.

O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, p. 18-19)

Um dos temas centrais do texto diz respeito
 

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186767 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
Ambas as palavras destacadas estão empregadas em conformidade com a norma-padrão da língua em:
 

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186761 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Pessoas instáveis são mais propensas ao uso excessivo do celular

Embora ainda não exista um consenso sobre a existência ou não da dependência em smartphones, ninguém pode negar que o uso excessivo pode trazer problemas. E um novo estudo encontrou um grupo especialmente propenso a cair nessa cilada: pessoas consideradas instáveis emocionalmente.

A pesquisa foi feita por uma equipe de psicólogos da Universidade de Derby e da Universidade Nottingham Trent por meio de um questionário on-line com 640 usuários de smartphones de idades entre 13 e 69 anos. O que mais chamou a atenção dos autores foi o fato de que, à medida que os níveis de ansiedade aumentam em um indivíduo, mais ele usa seu smartphone – até como forma de tentar se sentir melhor.

Alguns especialistas acreditam que o uso do celular pode ser benéfico ao permitir a interação com outras pessoas, mas esse não se mostrou o caso no estudo. É que os usuários mais propensos a um uso excessivo do celular eram justamente aqueles mais “fechados” em relação aos seus sentimentos e emoções.

“Eles podem estar envolvidos em uso passivo da rede social – que ocorre quando você passa muito tempo no Facebook, Twitter e Instagram vendo comentários, fotos e postagens de outras pessoas, e não publicando nada próprio nem se envolvendo em conversas. Então, não há uma interação social positiva real nas redes sociais para essas pessoas”, diz Zaheer Hussain, um dos autores do estudo.

(Adaptado de: PRADO, Ana. Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br)

Da fala de Zaheer Hussain, no último parágrafo, é correto concluir que
 

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186749 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
A frase em que o vocábulo em destaque está empregado conforme a concordância da norma-padrão da língua é:
 

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186736 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
A concordância está de acordo com a norma-padrão da língua na frase:
 

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186734 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

A Bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5, de couro.

Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

− Como é que liga? − perguntou.

− Como, como é que liga? Não se liga.

− O que é que ela faz?

− Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

− O quê?

− Controla, chuta...

− Ah, então é uma bola.

− Claro que é uma bola. Você pensou que fosse o quê?

− Nada, não.

O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.

O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

− Filho, olha.

O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro, Objetiva, p. 18-19)

O garoto demonstra
 

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186729 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Pessoas instáveis são mais propensas ao uso excessivo do celular

Embora ainda não exista um consenso sobre a existência ou não da dependência em smartphones, ninguém pode negar que o uso excessivo pode trazer problemas. E um novo estudo encontrou um grupo especialmente propenso a cair nessa cilada: pessoas consideradas instáveis emocionalmente.

A pesquisa foi feita por uma equipe de psicólogos da Universidade de Derby e da Universidade Nottingham Trent por meio de um questionário on-line com 640 usuários de smartphones de idades entre 13 e 69 anos. O que mais chamou a atenção dos autores foi o fato de que, à medida que os níveis de ansiedade aumentam em um indivíduo, mais ele usa seu smartphone – até como forma de tentar se sentir melhor.

Alguns especialistas acreditam que o uso do celular pode ser benéfico ao permitir a interação com outras pessoas, mas esse não se mostrou o caso no estudo. É que os usuários mais propensos a um uso excessivo do celular eram justamente aqueles mais “fechados” em relação aos seus sentimentos e emoções.

“Eles podem estar envolvidos em uso passivo da rede social – que ocorre quando você passa muito tempo no Facebook, Twitter e Instagram vendo comentários, fotos e postagens de outras pessoas, e não publicando nada próprio nem se envolvendo em conversas. Então, não há uma interação social positiva real nas redes sociais para essas pessoas”, diz Zaheer Hussain, um dos autores do estudo.

(Adaptado de: PRADO, Ana. Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br)

A descoberta mais interessante para os pesquisadores está expressa na seguinte passagem:
 

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186726 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
"Eles podem estar envolvidos em uso passivo da rede social – que ocorre quando você passa muito tempo no Facebook, Twitter e Instagram vendo comentários, fotos e postagens de outras pessoas, e não publicando nada próprio nem se envolvendo em conversas. (...)"
O pronome destacado no trecho – você – refere-se
 

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186724 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Será que vai acabar?

Você pode sobreviver sem internet, sem eletricidade e até alguns dias sem comer. Quando falta água, porém, a coisa complica. Vivendo nas grandes cidades, raramente pensamos que ela pode acabar, mas, em muitos lugares, inclusive no Brasil, ela já faz falta.

Enunciado 186724-1

(ARAUJO, Tarso. Dossiê Galileu – Água. Disponível em: http://revistagalileu.globo.com)

Você pode sobreviver sem internet, sem eletricidade e até alguns dias sem comer. Quando falta água, porém, a coisa complica.

Com a afirmação em destaque, no contexto, o autor dá a entender que

 

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186719 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FCC
Orgão: SABESP

A América Latina contribui com cerca de 10% das emissões globais. Dois países são pesos-pesados desta balança: no ranking global dos poluidores, ocupam sétima e nona posição, respectivamente, ou seja, são responsáveis por mais da metade das emissões da região.

(Adaptado de: goo.gl/dQxb2E)

Os dois países mais poluidores da América Latina são:

 

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