Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

4133662 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:
    As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores 

    “Inglês avançado” que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.

    O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há, ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção e influenciam a decisão final.

    Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências. 

    Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

    Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: “Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui.

    (Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-noscurriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente de acordo com a norma vigente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133661 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio”, as vírgulas são utilizadas para:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133660 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

O vocábulo “profundidade” (l. 28) foi empregado para qualificar o nível de detalhamento das experiências profissionais. Um antônimo desse termo é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133659 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise os trechos abaixo, retirados do texto, e assinale a alternativa correta sobre a sua concordância.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133658 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

Em “A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico”, o termo em negrito pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do trecho e sem considerar outras alterações no texto, por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133657 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

A locução “Apesar disso” (l. 16) estabelece com os parágrafos anteriores uma relação de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133656 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando sua organização e linguagem, o texto é classificado como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133655 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

No parágrafo final do texto, a autora apresenta a declaração de Marcela Esteves como recurso para construir um argumento de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133654 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

No texto, a análise sobre o “embelezamento” das experiências profissionais nos currículos permite inferir que essa prática:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4133653 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAMAE Campos Novos
Provas:

As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores

Por Rafaela Zem

"Inglês avançado" que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante

de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas

são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores

identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e

consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do

problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar

candidatos ainda no início do processo.

O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis

de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato

declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há,

ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do

nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica

por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática,

porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao

longo da seleção e influenciam a decisão final.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%,

nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito

ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica

que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os

principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de

se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a

avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e

insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a

"embelezar" a forma como apresentam suas experiências.

Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação

de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das

informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem

identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar

experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.

Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: "Há diversos

recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles

substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira,

não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende

a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação",

conclui.

(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml –texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é a ideia principal do texto?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas