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Foram encontradas 40 questões.

3973212 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Durante o abastecimento de um reservatório cilíndrico, um técnico anotou volumes em diferentes unidades. Ele registrou inicialmente 0,75 m³, depois acrescentou mais 150 litros e, por fim, adicionou 20.000 cm³. Analise as assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F):

(__) 0,75 m³ equivalem a 750 litros.
(__) O acréscimo de 150 litros corresponde a 0,15 m³.
(__) 20.000 cm³ correspondem a 2 litros.
(__) O volume final ultrapassa 900 litros.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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3973211 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Uma área retangular em um parque possui 250 m² e será recoberta com grama especial. O engenheiro responsável precisa converter essa medida para cm² para enviar a quantidade exata ao fornecedor, pois o sistema do fornecedor só aceita medidas nessa unidade. Sobre esse contexto, analise as assertivas abaixo.

I. A área de 250 m² corresponde a 250.000 cm².
II. A conversão de m² para cm² deve multiplicar a medida por 10.000.
III. Se a área fosse de 300 m², resultaria em 3.000.000 cm².
IV. Para converter 250 m² corretamente, deve-se multiplicar por 1.000.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

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3973210 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Uma equipe de manutenção registrou o tempo total gasto em três atividades: a primeira levou 1 h 20 min, a segunda consumiu 2 h 15 min e a última exigiu 50 min. O coordenador precisa converter o tempo total para minutos antes de inserir no sistema eletrônico. Qual é o tempo total?
 

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3973209 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Uma fábrica produz embalagens usando três máquinas. A produção depende do número de máquinas, do tempo de funcionamento e de um fator de eficiência. Em certo dia, utilizando 2 máquinas durante 5 horas, com fator de eficiência igual a 0,80, foram produzidas 1.600 unidades. Em outra situação, pretende-se operar com 3 máquinas por 6 horas, adotando fator de eficiência igual a 0,75. Quantas unidades serão produzidas nessas novas condições?
 

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3973208 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
Um técnico analisou o consumo energético de um equipamento que é dado pela função f(x) = 3x + 12, em que x representa o número de horas de funcionamento e f(x) o consumo em kWh. Após funcionar por 14 horas em um determinado dia, o supervisor precisou estimar o consumo total para registrar no relatório diário. Qual foi o consumo total registrado?
 

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3973207 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando a estrutura sintática do trecho "deixar a trama inacabada" em "Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista", avalie o uso da crase antes do termo "trama" e com base nos princípios da regência verbal e da estrutura da frase, assinale a alternativa correta.
 

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3973206 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Considerando os recursos discursivos empregados pelo narrador e a estrutura composicional do texto, analise as proposições a seguir. A alternativa correta é aquela que traduz, com precisão interpretativa, os mecanismos de sentido presentes na crônica.
 

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3973205 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base nos princípios da análise sintática oracional e na estrutura dos termos essenciais e acessórios da frase "A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um 'cachorro'", assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das orações e seus elementos constituintes no trecho apresentado.
 

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3973204 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base na análise do termo destacado em ""Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema" e no funcionamento da oração em que ele está inserido, assinale a alternativa correta quanto à sua classificação morfológica, valor sintático e contribuição para a construção do sentido no texto.
 

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3973203 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Morro da Fumaça-SC
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma, mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes, mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que, se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na história imaginada pelo autor, a moça desceria na estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz (Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia − Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa Universitária/UFSM, 2018. Disponível em: https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15 -1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025. 
A partir do trecho "A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para outro dia — e, ao desligar, resmunga um 'cachorro'" e dos conhecimentos linguísticos sobre semântica, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta quanto aos efeitos de sentido produzidos por recursos como polissemia, ambiguidade e sentido figurado.
 

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