Foram encontradas 50 questões.
A velocidade de um corpo pode ser medida
tanto em km/h (quilômetros por hora), quanto em
outras unidades, como m/s (metros por segundo).
Sabendo que e 1km = 1000m e 1h = 3600s,
quantos m/s equivalem a 90km/h?
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A equação x² + 2x + 1 = 0 possui:
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Uma pizzaria vende uma pizza de seis
pedaços. Esta pizza é redonda e tem 30cm de raio.
Considerando que são todos iguais, qual a área de
cada um dos pedaços? (considere π=3)
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Um número é divisível por 3 e por 5, mas
não por 6 nem por 9. Se este número possui dois
dígitos apenas e não é 15, qual a soma de seus dois
algarismos?
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes
sucessos, só uma saudade me fazia triste: era a
ausência de meu pai. Ele que me dera tão bons
conselhos e os meios de realizar o meu sonho, não
mais estava neste mundo para ver que eu “me tinha
feito um homem”. É costume oriental fazer recair
sobre os pais todo o mérito, toda a glória, que um
homem conquiste na vida. Esta maneira de ver
pode ser criticada ou desaprovada, porém, no meu
caso, ela seria muito justa, pois, tudo devo a meu
pai: conselhos, exemplos de trabalho, de audácia,
de economia, sobriedade e os meios com os quais
pude realizar as minhas invenções. Tudo lhe devo,
desde os exemplos.
Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós
veremos”, de Santos Dumont, 1918.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes
sucessos, só uma saudade me fazia triste: era a
ausência de meu pai. Ele que me dera tão bons
conselhos e os meios de realizar o meu sonho, não
mais estava neste mundo para ver que eu “me tinha
feito um homem”. É costume oriental fazer recair
sobre os pais todo o mérito, toda a glória, que um
homem conquiste na vida. Esta maneira de ver
pode ser criticada ou desaprovada, porém, no meu
caso, ela seria muito justa, pois, tudo devo a meu
pai: conselhos, exemplos de trabalho, de audácia,
de economia, sobriedade e os meios com os quais
pude realizar as minhas invenções. Tudo lhe devo,
desde os exemplos.
Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós
veremos”, de Santos Dumont, 1918.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Alberto Santos Dumont nasceu na Fazenda
Cabangu, em João Gomes - hoje Santos Dumont,
Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873. Filho de
Henrique Dumont, engenheiro francês e plantador
de café, e de Francisca Santos Dumont, de origem
portuguesa. Seu avô, François Dumont, joalheiro
francês, veio para o Brasil em meados do século XIX
e escolheu Diamantina para morar. Santos Dumont
teve cinco irmãs e dois irmãos. Entre os homens,
era o caçula da família. Aprendeu a ler com sua irmã
Virgínia. Estudou no Colégio Culto à Ciência, em
Campinas, depois no Instituto dos Irmãos Kopke e
no Colégio Morethzon, no Rio de Janeiro.
Em 1891, acompanhado da família, Dumont visitou
a França pela primeira vez. No fim do século XIX, o
motor a gasolina era a sensação das exposições em
Paris. Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre
se interessou por mecanismos. Seu sonho, desde
criança, era criar um aparelho que permitisse o
homem voar controlando seu próprio curso. Passou
a adolescência lendo Júlio Verne, observando os
pássaros e estudando sua constituição física. Em
1892, após seu pai adoecer e adiantar parte da
herança aos filhos, Dumont mudou-se para Paris
e começou a oportunidade de construir as próprias
aeronaves. Lá, ele fez contato com baloeiros, como
Albert Chapin, que viria a se tornar mecânico de
seus inventos.
Trecho da biografia de Santos Dumont, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
agosto de 2018.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes
sucessos, só uma saudade me fazia triste: era a
ausência de meu pai. Ele que me dera tão bons
conselhos e os meios de realizar o meu sonho, não
mais estava neste mundo para ver que eu “me tinha
feito um homem”. É costume oriental fazer recair
sobre os pais todo o mérito, toda a glória, que um
homem conquiste na vida. Esta maneira de ver
pode ser criticada ou desaprovada, porém, no meu
caso, ela seria muito justa, pois, tudo devo a meu
pai: conselhos, exemplos de trabalho, de audácia,
de economia, sobriedade e os meios com os quais
pude realizar as minhas invenções. Tudo lhe devo,
desde os exemplos.
Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós
veremos”, de Santos Dumont, 1918.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Alberto Santos Dumont nasceu na Fazenda
Cabangu, em João Gomes - hoje Santos Dumont,
Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873. Filho de
Henrique Dumont, engenheiro francês e plantador
de café, e de Francisca Santos Dumont, de origem
portuguesa. Seu avô, François Dumont, joalheiro
francês, veio para o Brasil em meados do século XIX
e escolheu Diamantina para morar. Santos Dumont
teve cinco irmãs e dois irmãos. Entre os homens,
era o caçula da família. Aprendeu a ler com sua irmã
Virgínia. Estudou no Colégio Culto à Ciência, em
Campinas, depois no Instituto dos Irmãos Kopke e
no Colégio Morethzon, no Rio de Janeiro.
Em 1891, acompanhado da família, Dumont visitou
a França pela primeira vez. No fim do século XIX, o
motor a gasolina era a sensação das exposições em
Paris. Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre
se interessou por mecanismos. Seu sonho, desde
criança, era criar um aparelho que permitisse o
homem voar controlando seu próprio curso. Passou
a adolescência lendo Júlio Verne, observando os
pássaros e estudando sua constituição física. Em
1892, após seu pai adoecer e adiantar parte da
herança aos filhos, Dumont mudou-se para Paris
e começou a oportunidade de construir as próprias
aeronaves. Lá, ele fez contato com baloeiros, como
Albert Chapin, que viria a se tornar mecânico de
seus inventos.
Trecho da biografia de Santos Dumont, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
agosto de 2018.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Alberto Santos Dumont nasceu na Fazenda
Cabangu, em João Gomes - hoje Santos Dumont,
Minas Gerais, no dia 20 de julho de 1873. Filho de
Henrique Dumont, engenheiro francês e plantador
de café, e de Francisca Santos Dumont, de origem
portuguesa. Seu avô, François Dumont, joalheiro
francês, veio para o Brasil em meados do século XIX
e escolheu Diamantina para morar. Santos Dumont
teve cinco irmãs e dois irmãos. Entre os homens,
era o caçula da família. Aprendeu a ler com sua irmã
Virgínia. Estudou no Colégio Culto à Ciência, em
Campinas, depois no Instituto dos Irmãos Kopke e
no Colégio Morethzon, no Rio de Janeiro.
Em 1891, acompanhado da família, Dumont visitou
a França pela primeira vez. No fim do século XIX, o
motor a gasolina era a sensação das exposições em
Paris. Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre
se interessou por mecanismos. Seu sonho, desde
criança, era criar um aparelho que permitisse o
homem voar controlando seu próprio curso. Passou
a adolescência lendo Júlio Verne, observando os
pássaros e estudando sua constituição física. Em
1892, após seu pai adoecer e adiantar parte da
herança aos filhos, Dumont mudou-se para Paris
e começou a oportunidade de construir as próprias
aeronaves. Lá, ele fez contato com baloeiros, como
Albert Chapin, que viria a se tornar mecânico de
seus inventos.
Trecho da biografia de Santos Dumont, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
agosto de 2018.
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