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Foram encontradas 80 questões.

1367119 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Um dos requisitos básicos de um plano de manejo florestal é a seleção de árvores matrizes entre os indivíduos adultos das espécies alvo de exploração.

A principal função destas árvores é:

 

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1367102 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Considerando as alternativas abaixo para realização de agricultura sem uso do fogo por pequenos produtores do Amapá, qual é a menos viável para implantação?

 

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1366607 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Marque qual arranjo de espécies pode ser considerado um SAF:

 

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1366560 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

No contexto amazônico, os investimentos em alternativas energéticas, a partir de recursos naturais renováveis locais, são os modelos mais recomendados para disponibilizar energia elétrica nas comunidades isoladas do interior.

No Amapá, podem ser consideradas palmeiras nativas com potencial para produção sustentável de biocombustível:

 

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A criação dos territórios federais pelo presidente Getúlio Vargas se deu por imperativos geopolíticos. Sobre a criação do Território Federal do Amapá é correto afirmar que:

I. A máquina administrativa do território só foi instalada em Macapá depois que a capital foi transferida da cidade de Amapá para Macapá, devido a sua localização geográfica o que tornava difícil o seu acesso, só podendo ser alcançada por via aérea ou marítima.

II. Entre os interesses que envolveram a criação do Território Federal do Amapá, encontra-se o econômico, pois o Amapá possui uma localização privilegiada, sendo a porta de entrada do Rio Amazonas. Assim, a administração direta da região daria ao Governo Federal um maior controle das riquezas da Amazônia.

III. A criação do Território Federal do Amapá visava estabelecer um sistema mais adequado de segurança das fronteiras,com um efetivo povoamento da área e a expansão econômica.

IV.Não houve controvérsias sobre os limites do território com o estado do Pará, pois no momento de sua criação foi definido inclusive quais as ilhas e arquipélagos que fariam parte das terras amapaenses.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas:

 

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1366297 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

A produção nacional de castanha-do-brasil é de aproximadamente 30.000 toneladas/ano, sendo que o estado do Amapá contribui com cerca de 900 toneladas/ano (IBGE, 2008). A maior parte desta castanha é exportada para outros países. Tão importante quanto a quantidade é a qualidade desta castanha, pois os países importadores são exigentes, principalmente com relação às questões fitossanitárias.

Para isso é preciso a adoção de boas práticas de coleta e armazenamento, entre elas podemos citar:

 

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Enunciado 1365973-1

“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.

Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.

Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.

Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.

No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.

Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.

No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.

Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.

O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.

O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.

Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.

Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).

Sobre o sujeito discursivo principal do texto podemos inferir que

 

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1364142 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

Enunciado 1364142-1

O extrativismo de castanha da Amazônia (Bertholettia excelsa) é a principal fonte de renda de populações tradicionais que vivem no sul do Estado do Amapá. As castanheiras são árvores centenárias que, quando adultas, dominam o dossel da floresta e, normalmente, no Amapá ocorrem aglomeradas formando castanhais.

Com base no gráfico abaixo, assinale a alternativa CORRETA.

Figura 1- Relação hipsométrica para 183 castanheiras (DAP10 cm) avaliadas em 27 ha de castanhais silvestres.

 

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1363668 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

No Estado do Amapá, as populações tradicionais que dependem do extrativismo florestal, normalmente, também praticam a agricultura itinerante, principalmente, para garantir a segurança alimentar do núcleo familiar. As roças formadas em áreas com castanhais são atrativos para as cotias, principal dispersor das sementes de castanha. Isso faz com que em áreas de capoeiras que surgem após o abandono dos roçados possa ser encontrado elevado número de regenerações de castanheiras.

Baseado na informação acima analise se existe e qual o tipo de relação entre a agricultura itinerante e o extrativismo de castanha.

 

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1359582 Ano: 2009
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP

O açaizeiro é uma palmeira nativa da Amazônia, que se desenvolve em solos úmidos, sendo muito comum nas florestas de várzea do Estuário Amazônico.

Em que época do ano acontece a safra do açaí?

 

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