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A prática da educação sanitária é uma estratégia fundamental que a SESA deveria seguir para ampliar a capacidade de a população amapaense cuidar de sua saúde, ao promover a construção da consciência sanitária. Além disso, contribui positivamente para o fomento do controle social e para a consolidação da cidadania, visando uma sociedade mais justa, consciente de seus direitos e deveres sociais.
A RESPEITO DA EDUCAÇÃO SANITÁRIA, ASSINALE A OPÇÃO CORRETA.
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No meio rural recorre-se em primeiro lugar ao aquífero freático por que é mais fácil de captar água e satisfaz quanto à quantidade para fins de abastecimento. Contudo, por características do terreno, a fatores de ordem hidráulica e ao fato de a água do lençol freático ser escassa ou inexistente durante certa parte do ano, recorre-se ao abastecimento nos aquíferos subterrâneos.
Sob o ponto de vista hidráulico, qual o poço que se comporta como um conduto forçado?
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A criação dos territórios federais pelo presidente Getúlio Vargas se deu por imperativos geopolíticos. Sobre a criação do Território Federal do Amapá é correto afirmar que:
I. A máquina administrativa do território só foi instalada em Macapá depois que a capital foi transferida da cidade de Amapá para Macapá, devido a sua localização geográfica o que tornava difícil o seu acesso, só podendo ser alcançada por via aérea ou marítima.
II. Entre os interesses que envolveram a criação do Território Federal do Amapá, encontra-se o econômico, pois o Amapá possui uma localização privilegiada, sendo a porta de entrada do Rio Amazonas. Assim, a administração direta da região daria ao Governo Federal um maior controle das riquezas da Amazônia.
III. A criação do Território Federal do Amapá visava estabelecer um sistema mais adequado de segurança das fronteiras,com um efetivo povoamento da área e a expansão econômica.
IV.Não houve controvérsias sobre os limites do território com o estado do Pará, pois no momento de sua criação foi definido inclusive quais as ilhas e arquipélagos que fariam parte das terras amapaenses.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
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Os profissionais de saneamento devem conhecer todas as partes que compõe um sistema de abastecimento de águas. Em relação ao sistema de abastecimento de água tratada, entende-se por adução
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“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.
Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.
Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.
Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.
No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.
Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.
No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.
Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.
O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.
O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.
Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.
Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).
Sobre o sujeito discursivo principal do texto podemos inferir que
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O lançamento de materiais orgânicos em esgotos pode favorecer o aparecimento de doenças de veiculação hídrica. Na escassez do oxigênio disponível nesses ambientes, existe a exalação de odores como cheiro de ovo podre.
Uma das substâncias responsáveis pelo mau cheiro é o gás
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No escoamento de uma determinada massa líquida, o líquido escoando em um conduto sob pressão diferente da pressão atmosférica recebe a denominação de
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A promotoria de justiça de santana no Estado do Amapá realiza um projeto de coleta seletiva que consiste na separação e acondicionamento dos resíduos, de acordo com as cores dos recipientes, respondendo a um caráter social da instituição.
Relacione adequadamente os tipos de resíduos, papéis, vidros, metais e plásticos, de acordo com as cores dos recepientes, respectivamente:
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Os agentes ambientais geram riscos ambientais. Entre as alternativas abaixo qual representa somente os riscos físicos?
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A doença de chagas, enfermidade causada por um protozoário flagelado é transmitido ao homem por algumas espécies de barbeiros do gênero triatoma, cujo agente é
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