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FREIRE, Paulo. Disponível em:
<http://www.google.com.br/ imgres?q=sobre+Paulo+Freire&start=278&hl=pt-BR&biw=1280 &bih=BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=BWn_UELdhq4_SM:& imgrefurl>. Acesso em: 14 ago. 2013.
Nessa frase, o grande educador e filósofo pernambucano
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
Nas palavras “desavisado” e “desaparecendo”, o prefixo des-, em negrito, expressa, respectivamente,
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
Identifique com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas.
As informações do texto permitem afirmar que
( ) o docente do século XXI tem um compromisso maior com os alunos e com a sociedade em geral.
( ) a ação educativa, pelo visto, não transcende às ações dos professores e não extrapola os limites físicos da sala de aula.
( ) o discurso pedagógico dominante hiper- responsabiliza os professores em relação à prática pedagógica e à qualidade de ensino.
( ) o sistema vê a figura do professor como o condutor visível da ação educativa, transferindo-lhe um número cada vez maior de funções.
( ) a formação do profissional de ensino, para que ele possa desempenhar bem seu papel, pressupõe um amplo e continuado processo, que vai além de pequenos treinamentos e reciclagens.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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TEXTO:
A língua está ligada, essencialmente, à vida cotidiana de seus falantes. Daí dizer que ela não é uma realidade autônoma, fechada em um sistema, mas um fato que dialoga o estrutural com o social, e essa situação constitui um traço identitário entre os falantes de uma comunidade.
Os comportamentos linguísticos que determinam as relações entre os diversos grupos sociais de uma dada comunidade de fala instituem o conceito de norma linguística, que, por sua vez, determina a inserção dessefalante em certa esfera social, por meio do grau de monitoramento a que está submetido o uso da língua, bem como a variedade em que esse uso se realiza.
A norma culta é estabelecida como ideal de língua, confundindo-se erroneamente com o próprio conceito de língua. Essa variedade é restrita ao meio acadêmico privilegiado e, por vezes, isso ocorre em detrimento de outras variedades que compõem o todo linguístico.
A manutenção de padrões rígidos e fixos estende-se ao ambiente escolar, onde a escrita e a modalidade culta se estabelecem como único objeto de estudo, excluindo outras manifestações da língua, estigmatizadas por meio de julgamentos de valores sociais.
É assim que o preconceito linguístico se estabelece: uma variedade rebaixa a outra ao desprestígio social, vista como desvio ou deturpação da língua, ou melhor, da difundida pela gramática normativa.
A escola não deve eleger a variedade culta como se fosse a língua em si, deve, por outro lado, abranger sem privilégio, uma e outra, como partes de um todo.
O ensino da língua como uma realidade heterogênea é um instrumento poderoso de conscientização e inclusão social, que desenvolve no aluno consciência linguística quanto ao fator extralinguístico relacionado ao uso realdas variedades linguísticas sob circunstâncias pragmáticas, em uma perspectiva funcional da língua e abre-lhe possibilidades infinitas de interação.
BARROS, Vitor Luiz. Disponível em:
<http://vluizbarros.blogspot.com.br/ 2011/02/norma-linguistica-norma-culta-e.html>. Acesso em: 2 set. 2013. Adaptado
Quanto à analise dos aspectos morfossintáticos do texto e seus efeitos de sentido, está sem suporte gramatical o que se afirma em
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TEXTO:
A língua está ligada, essencialmente, à vida cotidiana de seus falantes. Daí dizer que ela não é uma realidade autônoma, fechada em um sistema, mas um fato que dialoga o estrutural com o social, e essa situação constitui um traço identitário entre os falantes de uma comunidade.
Os comportamentos linguísticos que determinam as relações entre os diversos grupos sociais de uma dada comunidade de fala instituem o conceito de norma linguística, que, por sua vez, determina a inserção dessefalante em certa esfera social, por meio do grau de monitoramento a que está submetido o uso da língua, bem como a variedade em que esse uso se realiza.
A norma culta é estabelecida como ideal de língua, confundindo-se erroneamente com o próprio conceito de língua. Essa variedade é restrita ao meio acadêmico privilegiado e, por vezes, isso ocorre em detrimento de outras variedades que compõem o todo linguístico.
A manutenção de padrões rígidos e fixos estende-se ao ambiente escolar, onde a escrita e a modalidade culta se estabelecem como único objeto de estudo, excluindo outras manifestações da língua, estigmatizadas por meio de julgamentos de valores sociais.
É assim que o preconceito linguístico se estabelece: uma variedade rebaixa a outra ao desprestígio social, vista como desvio ou deturpação da língua, ou melhor, da difundida pela gramática normativa.
A escola não deve eleger a variedade culta como se fosse a língua em si, deve, por outro lado, abranger sem privilégio, uma e outra, como partes de um todo.
O ensino da língua como uma realidade heterogênea é um instrumento poderoso de conscientização e inclusão social, que desenvolve no aluno consciência linguística quanto ao fator extralinguístico relacionado ao uso realdas variedades linguísticas sob circunstâncias pragmáticas, em uma perspectiva funcional da língua e abre-lhe possibilidades infinitas de interação.
BARROS, Vitor Luiz. Disponível em:
<http://vluizbarros.blogspot.com.br/ 2011/02/norma-linguistica-norma-culta-e.html>. Acesso em: 2 set. 2013. Adaptado.
A partir das ideias articuladas no texto e dos conhecimentos sobre o assunto, é correto afirmar:
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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
Em relação ao perfil do professor, parte das pretensões dos Parâmetros Curriculares leva ao pressuposto de que esse profissional
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TEXTO:
Aula de Português
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de estrelas,
sabe lá o que ela quer dizer?
na superfície estrelada de estrelas,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
DRUMMOND DE ANDRADE. Carlos. Aula de
Português. Boitempo. Disponível em: <http://drummond.memoriaviva.com.br/alguma-poesia/aulade- portugues/. Acesso em: 3 set. 2013.
Analisando-se os elementos linguísticos e morfossintáticos que compõem o poema, é correto afirmar:
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Observe as situações:
A.
“Ao estudar as conjugações verbais, um professor, desejando obter sucesso na sua práxis, decide que premiará com dois pontos aquele aluno que memorizar, corretamente, todos os tempos verbais do verbo “amar” do modo indicativo.”
“Ao estudar as conjugações verbais, um professor, desejando obter sucesso na sua práxis, decide que premiará com dois pontos aquele aluno que memorizar, corretamente, todos os tempos verbais do verbo “amar” do modo indicativo.”
B.
“Pensando em um modo de obter sucesso no processo ensino-aprendizagem, um professor, após a discussão do texto Toada do Amor, de Carlos Drummond de Andrade, solicita de seus alunos a elaboração de um parágrafo sobre o seu entendimento do texto, aplicando o verbo “amar” nos tempos verbais do modo indicativo.
“Pensando em um modo de obter sucesso no processo ensino-aprendizagem, um professor, após a discussão do texto Toada do Amor, de Carlos Drummond de Andrade, solicita de seus alunos a elaboração de um parágrafo sobre o seu entendimento do texto, aplicando o verbo “amar” nos tempos verbais do modo indicativo.
Uma das propostas sugeridas nos PCN é a diversidade de enfoques na análise de língua portuguesa. Para tanto, aprova as contribuições didáticas de alguns estudiosos, ao admitir no processo ensino-aprendizagem, além do enfoque linguístico, o metalinguístico e o epilinguístico.
Considerando-se os diferentes enfoques de análise da língua portuguesa, as situações-problema apresentadas são, respectivamente, classificadas em
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FREIRE, Paulo. Disponível em:
<http://www.google.com.br/ imgres?q=sobre+Paulo+Freire&start=278&hl=pt-BR&biw=1280 &bih=BR&biw=1280&bih=523&tbm=isch&tbnid=BWn_UELdhq4_SM:& imgrefurl>. Acesso em: 14 ago. 2013.
A mensagem transmitida por Paulo Freire, no pensamento em análise, mantém relação de sentido com outra, também de sua autoria, transcrita em
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Disponível em:<http://www.google.com.br/search?q=tirinha+sobre+legislaçao+educacional+brasileira&bav=on.2,or.r_qf.&biw=1280&bih=675& bvm=pv.xjs.s.en_US.5T6bx5-0vDE>. Acesso em: 21 ago. 2013.
Considerando-se as preocupações das duas personagens da tirinha, marque V para as assertivas verdadeiras e F, para as falsas.
( ) No quadrinho III, a fala da personagem revela a importância da educação que desperta interesse e provoca sentimentos, sensações e desejos.
( ) Com práticas pedagógicas que promovam a interdisciplinaridade e a contextualização, o aluno será mais do que um espectador, ele passará a ter um papel central, será o protagonista que pode resolver problemas e mudar a si mesmo e o mundo ao seu redor.
( ) A evidência de que é possível a interdisciplinaridade encontra-se expressa no quadrinho IV.
( ) Para que o ambiente de aprendizagem contextualizada seja eficaz e o aluno sinta prazer e gosto pelo conhecimento, entendendo sua importância, o professor precisa definir o tratamento a ser dado ao conteúdo que será ministrado e, depois, tomar as decisões didáticas e metodológicas necessárias.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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