Foram encontradas 990 questões.
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
An understanding of language as open, dynamic, energetic, constantly evolving and personal encompasses the rich complexities of communication. This expanded view of language also makes educational experience more engaging for students. Language is not a thing to be studied but a way of seeing, understanding and communicating about the world and each language user uses his or her language(s) differently to do this. People use language for purposeful communication and learning a new language involves learning how touse words, rules and knowledge about language and its use in order to communicate with speakers of the language.
This understanding of language sees a language not simply as a body of knowledge to be learnt but as a social practice in which to participate. Language is something that people do in their daily lives and something they use to express, create and interpret meanings and to establish and maintain social and interpersonal relationships. If language is a social practice of meaning-making and interpretation, then it is not enough for language learners just to know grammar and vocabulary. They also need to know how that language is used to create and represent meanings and how to communicate with others and to engage with the communication of others. This requires the development of awareness of the nature of language and its impact on the world.
A. Scarino; A. J. Liddicoat. Teaching and learning
languages: a guide. Australia: Commonwealth of Australia, 2009, p. 16. Internet: <www.tllg.unisa.edu.au> (adapted).
According to the text, judge the following item.
In “This understanding of language sees a language not simply as a body of knowledge”, “as” suggests a comparison.
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
No enunciado “o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas”, a forma verbal “recorre” indica que o professor contratou um palhaço como forma de melhorar as aulas de língua portuguesa, motivo pelo qual o emprego de “suas” provoca ambiguidade estrutural, pois se relaciona a dois referentes textuais.
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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) apontam desigualdades entre as regiões brasileiras. Segundo relatório dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do IPEA, 90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país. O Sul e o Sudeste possuem, respectivamente, 74% e 85% dos municípios com nota médio- superior e alta. E 47% dos municípios do Centro-Oeste apresentam notas ruins e 53%, notas boas.
Na educação, os técnicos identificaram que fatores como renda, moradia, água, esgoto, coleta de lixo e escolaridade da população do município influenciaram mais para a qualidade da nota do IDEB do que o acesso à infraestrutura pedagógica, como biblioteca escolar e laboratório de informática. E o fator que mais pode aumentar o desempenho do aluno é a escolaridade dos pais, principalmente a da mãe.
Em uma comparação entre o IDEB e o Índice das Condições Sociais (ICS), 94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior. “Esses dados corroboram o entendimento de que é maior a probabilidade de se obter um resultado elevado no IDEB quando se tem um maior número de fatores sociais considerados adequados”, explica um dos autores do relatório.
Os técnicos afirmam que, na área de educação, não basta aos governos oferecerem boas escolas às crianças que se encontram à margem do acesso aos direitos básicos de cidadania, embora boas instalações e professores qualificados sejam importantes requisitos para o rendimento escolar.
Adriana Nicacio. Um novo olhar sobre a diversidade
territorial. In: Desafios do Desenvolvimento. Revista do IPEA, ano 10, n.º 77, 7/10/2013 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue o item.
Depreende-se do texto que a região Sul do país foi a que obteve a melhor nota no IDEB.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Camino de noche
Tenía todo el tiempo por delante, tanto tiempo que parecía muy difícil de contar, libre e infinito, sin contención ni vallado que lo contuviera. Tenía tanto tiempo a su merced, que terminó sin darse cuenta, desbordó despacio, como la ola de un lago calmo que se dejó llevar.
Como hay palabras que simplemente enunciadas, producen más efectos que las pensadas, hay acciones que empezadas, terminarán solo con su mera extinción del accionar, como algo que no puede detenerse, solo hay que saber cuánto tiempo se tiene que esperar. Así encontró la mañana a la perdida nostalgia de una noche que fue. Así la noche terminó su ciclo de reinado, para ocultar arbitrariamente las simples y pequeñas cosas que el Sol no puede ni sabe de ellas distinguir, y en esa selectiva acción de ocultar lo innecesario, deja marcada su esencia, su mágico don de saber iluminar.
Así encontró la mañana a esa bohemia noche que parecía durar eternamente, así la noche sin que se llegase a extinguir, se supo ocultar, olvidó algunas estrellas en su retirada, que extraviadas de su entorno, solo destellan en su agonía final. El Sol comienza a fortalecerse ahora, ya está amaneciendo, ha llegado el final.
Buenos días viajantes, no pierdan la ilusión, ya pronto anochecerá.
Internet: <www.losmejorescuentos.com> (con adaptaciones).
Considerando los aspectos lingüísticos del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
La palabra “destellan” puede ser sustituida por brillan, sin que se produzcan alteraciones semánticas en el texto.
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Quando se pensa em educação popular, logo se recorre às ideias do educador e escritor Paulo Freire, que, durante toda a sua vida, se dedicou à questão do educar para a vida, por meio de uma educação voltada para a formação do indivíduo crítico, criativo e participante na sociedade.
Na visão de Paulo Freire, a educação como prática da liberdade, ao contrário daquela que é a prática da dominação, implica a negação do homem abstrato, isolado, solto, desligado do mundo, assim como a negação do mundo como uma realidade ausente dos homens. Os caminhos da libertação só estabelecem sujeitos livres, e a prática da liberdade só pode concretizar-se em uma pedagogia em que o oprimido tenha condições de descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica.
Observe-se que o ser humano, nessa modalidade de educação, é um sujeito que não deve somente estar no mundo, mas com o mundo, ou seja, fazer parte dessa imensa esfera giratória, não apenas vivendo, mas construindo sua própria identidade e intervindo no melhoramento de suas condições como cidadão e buscando o direito de construir uma cidadania justa e igualitária.
Paulo Freire acreditava que a melhor maneira de se ensinar é defender com seriedade e apaixonadamente uma posição, estimulando e respeitando, ao mesmo tempo, o direito ao discurso contrário. Nisso reside o dever de lutar pelas próprias ideias e, ao mesmo tempo, o respeito mútuo.
Para o autor, o problema central do homem não era o simples alfabetizar, mas fazer com que o homem assumisse sua dignidade como detentor de uma cultura própria, capaz de fazer história. O homem que detém a crença em si mesmo é capaz de dominar os instrumentos de ação à sua disposição, incluindo a leitura, dos livros e do mundo.
Paulo Freire. A educação como prática da liberdade.
23.ª ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999 [Resenha]. In: Internet: <www.webartigos.com> (com adaptações).
Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Na linha 2, o termo “que” poderia ser substituído por cujo, haja vista se tratar de pronome relativo referente ao educador e escritor Paulo Freire.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL

Internet: <www.gocomics.com>.
Based on the comic strip, judge the item below.
In “What will you do if the rest of your life doesn’t entertain you every minute?”, the teacher is asking the boy about an unreal hypothetical situation.
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.
Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.
Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.
E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.
Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.
A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?
Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
No texto, o emprego reiterado dos pronomes pessoais “eles” e “elas” cumpre importante papel coesivo.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Considerando que a gestão democrática de políticas públicas constitui preceito constitucional ratificado pela Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB), julgue o item a seguir.
A participação da comunidade em conselhos escolares e a escolha democrática dos dirigentes escolares são diretrizes da LDB.
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A figura acima representa duas bobinas iguais, com N espiras cada uma, percorridas por uma corrente I no mesmo sentido. Ambas as bobinas são coaxiais, têm raios iguais a a e estão separadas por uma distância d.
Pode-se calcular o campo magnético !$ \vec{B} !$ em qualquer ponto entre essas duas bobinas aplicando-se a lei de Bio-Savart, expressa por !$ d \vec{B} = { \Large { \mu_0 \over 4 \pi}} { \Large{d \vec{l} x \vec{r} \over r^3}} !$, em que !$ \mu_0 !$ a permeabilidade magnética do vácuo; dl é o elemento de comprimento do fio situado a uma distância r de onde se calcula o campo.
Considerando as informações acima, julgue o item a seguir.
O comportamento da intensidade do campo magnético B ao longo do eixo coaxial x, caso a corrente flua em uma única bobina situada em x = 0, será representado pelo seguinte gráfico.

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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
O enunciado “ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés” configura um período simples, constituído de única oração.
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