Foram encontradas 40 questões.
A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª ed. São
Paulo: Cortez, 1994, p.195.
A avaliação__________________ tem como propósito informar ao professor e aluno sobre os resultados da aprendizagem, durante as atividades escolares. Onde possibilita a reformulação no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos.
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Texto
- Escuta, compadre
O que se vê não é navio. É a Cobra Grande
- Mas o casco de prata?
As velas embojadas de vento?
Aquilo é a Cobra Grande.
Quando começa a lua cheia ela aparece.
Vem buscar moça que ainda não conheceu homem.
A visagem vai se sumindo,
Pras bandas de Macapá.
Neste silêncio de águas assustadas,
Parece que ainda ouço um soluço quebrando-se na noite.
- Coitadinha da moça.
Como será o nome dela?
Se eu pudesse ia assistir o casamento.
- Casamento de Cobra Grande chama desgraça, compadre.
Só se a gente arranjar mandinga de defunto.
Ué!
Então vamos.
Lobisomem está de festa no cemitério.
Fonte: BOPP, Raul. Cobra Norato. Rio de Janeiro: José Olympio Editora. 1994.
"As velas EMBOJADAS de vento?"
No fragmento destacado, há um vocábulo ainda não dicionarizado.
Assinale a opção que contém um vocábulo com o mesmo sentido do utilizado no fragmento destacado:
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"Uma só palavra ou teoria não seria capaz de abarcar todos os processos e experiências históricas que marcaram a formação do povo brasileiro."
Por Rainer Sousa - Mestre em História
Adaptado de https://brasilescola.uol.com.br/historiag/brasileiro.htm
Analise as afirmativas abaixo sobre o ensino da história e cultura afro brasileira e africana nas escolas:
I. Torna-se obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio;
II. Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados apenas nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileira;
III. O conteúdo programático incluirá entre outros, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e a importância do negro na formação da sociedade nacional;
IV. O ensino da cultura afro-brasileira deve contribuir para o resgate da contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
São afirmativas corretas:

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Assinale a opção em que aparece uma palavra INCORRETAMENTE grafada.
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Texto
- Escuta, compadre
O que se vê não é navio. É a Cobra Grande
- Mas o casco de prata?
As velas embojadas de vento?
Aquilo é a Cobra Grande.
Quando começa a lua cheia ela aparece.
Vem buscar moça que ainda não conheceu homem.
A visagem vai se sumindo,
Pras bandas de Macapá.
Neste silêncio de águas assustadas,
Parece que ainda ouço um soluço quebrando-se na noite.
- Coitadinha da moça.
Como será o nome dela?
Se eu pudesse ia assistir o casamento.
- Casamento de Cobra Grande chama desgraça, compadre.
Só se a gente arranjar mandinga de defunto.
Ué!
Então vamos.
Lobisomem está de festa no cemitério.
Fonte: BOPP, Raul. Cobra Norato. Rio de Janeiro: José Olympio Editora. 1994.
"Se eu pudesse ia assistir o casamento"
A regência verbal no trecho destacado contraria a norma culta.
Assinale a opção em que tal desvio não ocorre:
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Texto

Pode-se afirmar que, nos quadrinhos apresentados, o uso linguístico utilizado tanto pelo professor quanto pelo aluno é o:
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Texto
"A ÚNICA ARMA QUE EU TENHO É A MINHA BOCA"
A gente sempre foi parceiro em todos os lugares: na cidade, na aldeia. Eu estou nessa por causa dele; ele que me puxou por esse caminho. Aqui foi o dia que ele levou também spray de pimenta, mas ele era muito guerreiro, ele não fugiu. Ele levou spray, mas ficou ali. E essa imagem, ela... penso nesse dia... Ali deixou de ser somente pai para mim. A partir dali, comecei a ver ele como meu guerreiro, meu protetor, meu cacique. O nosso embaixador do Xingu.
Eu estava junto, porque se for para ele morrer, eu também vou morrer junto do meu pai. Eu não vou fugir e deixar ele sozinho. Uma vez, também, aconteceu na aldeia que nossa casa pegou fogo e ele foi salvando as coisas. Ele queria ser o último, a última pessoa a sair. Eu fiquei com ele e ele me mandava embora: "Vai embora, vai embora! ". E eu: "Não pai, eu vou ficar aqui. Só vou embora se você sair". Quando ele viu que a casa estava desabando e que eu não ia embora, ele saiu. Mas a gente sempre foi companheiro. Quando ele era vivo, sempre fomos. Essa imagem marcou muito para a gente, para a família, até agora. A gente tem esse banner até hoje, e com ele que eu carrego toda a esperança. Eu sinto que ele está comigo através desse banner.
Essa imagem pra mim significa a força indígena: a gente nunca vai desistir. Que nem ontem... Eu fui, não porque eu queria aparecer. Se for pra morrer, eu vou. Quando eu percebi que uma das meninas do nosso grupo não tinha voltado do local, a responsabilidade estava na minha mão e eu voltei. Foi um momento tão rápido, que eu não estava com aquela ideia de ir lá e parar aquilo. Aquilo tudo veio do desespero de pensar que uma das meninas do nosso grupo estava ali. Ou estava na água, ou então tinha sido levada para dentro. Assim aconteceu. Quando vi, já estava ali conversando com eles. Nem parei pra pensar que eles poderiam jogar gás de pimenta, bomba, sei lá… [fazer] qualquer coisa comigo. Não parei. Eu só fui chegando, fui gritando, pedindo para eles pararem. Quando fui ver eu já tava lá.
Nós, os povos do Alto Xingu, entre nós, não temos essa cultura de guerrear. Somos nove etnias. A nossa governança sempre foi através de diálogo. A gente nunca anda com arco e flecha, com faca... a gente não faz isso. A gente vai na mata, assim, só se for para caçar. Se for para pegar algum remédio, a gente leva um facão só para tirar um remedinho mesmo. Mas a gente nunca andou armado, nem nada disso. Então, a gente geralmente usa só o diálogo para poder resolver as coisas.
Ele e o Raoni [Metuktire] sempre fizeram um diálogo com policiais, com autoridades, para permitirem que todos os índios entrassem naquele local. Então, é o que eu usei também. Eu falei: 'A única arma que eu tenho é a minha boca'. Agora... a gente já teve vários diálogos com eles. Até nós, que somos mansinhos, também já estamos começando a ficar com raiva. Então, se for pra gente guerrear, a gente não vai desistir não! Não é uma pimentinha no olho que vai fazer a gente desistir". Anna Terra Yawalapiti
O depoimento acima é parte da série "Uma foto, uma história" e foi registrado em 2017 durante o 14º Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF), por Letícia Leite, Mario Brunoro e Anna Terra Yawalapiti Fonte: Disponível em: Acesso em: 22 maio 2018.
"Eu estou nessa por causa dele; ele que me puxou por esse caminho". O fato que determinou o engajamento da narradora nos movimentos pelos índios pode ser melhor definido pela seguinte palavra:
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EM TEMPOS DE FOME, O DESPERDÍCIO AINDA É UM VILÃO
João Ribeiro da Silva trabalha vendendo hortaliças e legumes na feira de Jaguariúna, interior de São Paulo. Uma das coisas que mais incomoda o feirante é o grande desperdício de alimentos. "A cada dez quilos de batata vendidos perco em média um quilo. Com tomate, chego a perder três. Basta a verdura estar um pouquinho menos bonita, que não adianta. Ninguém leva. Levamos muitos alimentos para a doação, mas a maior parte acaba mesmo estragando", relata o feirante.
A realidade descrita por João Ribeiro da Silva é um grave problema que contrasta com a estatística da fome. A FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, estima que um terço da produção mundial de alimentos é desperdiçada. Em 2017, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos em condições para o consumo foi para o lixo, o que corresponde a U$ 750 bilhões. Um prejuízo superior ao Produto Interno Bruto de Argentina, Paraguai e Uruguai, nossos vizinhos do Mercosul, que juntos produziram pouco mais de U$ 625 bilhões, segundo o Banco Mundial.
Se os números da economia do estrago de alimentos são alarmantes, medidas relativamente simples podem ajudar a amenizar o impacto social ocasionado pelo desperdício em larga escala. "O combate às perdas de alimentos deve ser um elemento essencial numa política de combate à desnutrição. Essas ações podem ser implementadas tanto pelo governo como por organizações não-governamentais, como mostram várias experiências de 'resgate de alimentos' em andamento em várias partes do mundo, em que alimentos são recolhidos em supermercados, restaurantes e outros pontos em que ocorrem as perdas e destinados a comunidades carentes", declara Danilo Rolim Dias de Aguiar.
Allison Almeida e Luanne Caires Fonte: Revista eletrônica Com Ciência, maio, 2018. Disponível em: Acesso em: 22 maio 2018
Considerando o texto apresentado, pode-se afirmar que uma das estratégias argumentativas utilizadas pelos autores é:
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Assinale a questão que obedece ao seguinte código, respectivamente: verbo com encontro consonantal; palavra com dígrafo, palavra com hiato e palavra oxítona (terminada em ditongo decrescente ):
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Texto

A fala do professor, nos quadrinhos apresentados, gerou ambiguidade de sentido. Pode-se afirmar que a interpretação de tal fala feita pelo menino foi:
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