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Foram encontradas 50 questões.

211601 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA

Read the text and answer to the question.


Cultural diversity and cultural identity in globalization


enunciado 211601-1
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
"Enables” (L05) means
 

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211600 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
Read the text and answer to the question.
Classroom interaction is studied from a social interaction perspective to unearth the mechanisms teachers and students use to conduct their classroom business. Classroom interaction research originated, like all social interaction research, when in the 1960s recording technology such as cameras and microphones became accessible for researchers. Recording techniques have ranged from one hand-held camera to several cameras on poles, and from researchers sitting or even participating in the classroom, to those who witnessed the lesson on a monitor in an adjacent room, or only saw the recordings afterwards. Audio has been recorded following the available technology and research aims with cameramounted or separate microphones, or wireless individual microphones on the teacher or on individual students. Recent digital technology has allowed these different streams to be fed directly into a computer where they can be synchronised with each other and with subsequent transcripts. Sometimes, classroom recordings have been supplemented by interviews of different kinds, and ethnographic information on factors such as ethnicity or social class. Also, additional information has been assembled on school policy or teacher planning, and additional recordings have been in the school yard, all depending on research aims and researchers’ views on methodology and epistemology.
(Available: www.rug.nl/staff/tom.koole/classroominteractionkoole.)
Classroom interaction research does NOT do without
 

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211599 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA

Read the text and answer to the question.


The Nobel Prize for Literature Scandal

(By Tim Parks – May 4, 2018.)


enunciado 211599-1

(Available: https://www.nytimes.com. Adapted.)
Hardly” (L23) means:
 

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211598 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA
Read the text and answer to the question.
Empowering teachers to promote inclusive education, a literature review
It is important that assessment processes and procedures in ITE (Inclusive Teaching Education) are coherent, using a variety of assessment modes, for formative as well as summative purposes (Teaching Council, 2011a). The European Commission (2014) notes that prospective teachers are often assessed using portfolios, which might prepare them to use this type of assessment in their teaching. Literature Review 25 The Agency’s TE4I report noted the need for assessment in ITE to change in line with more active teaching methods. It stressed that across both academic assignments and school practice there is a need for: ‘assessment for learning’ approaches that encourage student/teachers to reflect on their own work and performance and […] formulate their own targets for improvement (European Agency, 2011a, p. 23). It also noted the importance of guided reflection and teacher educators developing knowledge of students’ understanding to provide appropriate challenges together with good models of inclusive assessment practice. Echeita (2014) mentions that at a national or regional level, it is also necessary to set out clear standards for graduating student/teachers, allowing them to monitor whether they have correctly learned the competences related to inclusive education.
(Available: https://www.european-agency.org.)
According to the text:
 

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211597 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA

Read the text and answer to the question.


The Nobel Prize for Literature Scandal

(By Tim Parks – May 4, 2018.)


enunciado 211597-1

(Available: https://www.nytimes.com. Adapted.)
The Academy will currently award books:
 

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211596 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: SEDUC-PA

Mark the item corresponding to the inconsistent underlined part correction.


enunciado 211596-1

 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

Leia e analise.

enunciado 211585-1

(Disponível em: http://redacaoemrede.blogspot.com.br/2016/01/linguagem-uma-charge-fundamentada-no.html.)

Em relação ao texto “Alfabeto de emojis”, pode-se afirmar que a charge
 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

Acerca dos termos grifados no 2º§ do texto, está correto o que se afirma em:
 

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Alfabeto de emojis

“Paradoxalmente” — escreverá um historiador em 2218 — “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “cunilingus”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.

Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :-) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.

Os emoticons se espalharam pelo mundo com o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. [...]

Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.

Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.

“Em meados do século 21” — escreverá o historiador de 2218 — “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).

Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta, capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(

(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)

No 1º§, o suposto enunciado a ser escrito por um historiador no futuro tem seu sentido estruturado
 

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Em Summerhill, “as crianças não são obrigadas a assistir as aulas e, além disso, as decisões da escola são tomadas em assembleias onde todos votam, incluindo professores, alunos e funcionários. Para o autor, a experiência nessa escola mostrou que, sem a coerção das escolas tradicionais, os estudantes orientam sua aprendizagem através do seu próprio interesse, ao invés de orientar pelo que lhe é imposto”.

O texto anterior ilustra algumas facetas da Escola de Summerhill, fundada por Alexander Neill. A ciência pedagógica aponta que esta filosofia sustenta a

Questão Anulada

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