Foram encontradas 900 questões.
O marxismo procura explicar a realidade a partir da estrutura material de uma determinada sociedade. A questão
central da análise de Marx passa a ser o trabalho, questão,
aliás, praticamente ausente da análise dos filósofos desde
a Antiguidade. O trabalho é uma relação invariante entre
a espécie humana e seu ambiente natural, uma perpétua
necessidade natural da vida humana (Marcondes, 2010).
Segundo a perspectiva teórica mencionada
Segundo a perspectiva teórica mencionada
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Hegel introduz em sua filosofia uma noção nova, a de que
a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no
tempo. Partindo da noção kantiana de que a consciência
(ou o sujeito) interfere ativamente na construção da realidade, propõe o que se chama filosofia do devir, do ser
como processo, como movimento, como vir-a-ser. Desse
ponto de vista, o ser está em constante transformação,
donde surge a necessidade de fundar uma nova lógica
(Aranha e Martins, 2009).
Considerando teses centrais do pensamento de Hegel, cabe afirmar que, para ele,
Considerando teses centrais do pensamento de Hegel, cabe afirmar que, para ele,
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A doutrina positivista, cujo principal representante foi
o francês Augusto Comte (1798-1857), nasceu no ambiente cientificista, que se caracteriza pela valorização
do conhecimento científico, que o próprio filósofo ajudou
a exacerbar. Em sua obra Curso de filosofia positiva,
propôs-se a examinar como ocorreu o desenvolvimento
da inteligência humana desde os primórdios, a fim de
dar as diretrizes de como seria melhor pensar a partir do
progresso da ciência. Nessa obra, encontra-se a célebre
Lei dos três estados (Aranha e Martins, 2009. Adaptado).
A Lei dos três estados estabelece que
A Lei dos três estados estabelece que
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O século XVIII europeu é o período conhecido como Iluminismo, Século das Luzes, Ilustração ou Esclarecimento
em contraposição ao então denominado período das
trevas da idade média. Como as designações sugerem,
trata-se do otimismo em reorganizar o mundo humano
por meio das luzes da razão (Aranha e Martins, 2009.
Adaptado).
Um pressuposto central do Iluminismo era
Um pressuposto central do Iluminismo era
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Rousseau parece demonstrar extrema nostalgia do
estado feliz em que viveria o “bom selvagem”, antes de
ser introduzida a desigualdade, a diferenciação entre rico
e pobre, poderoso e fraco, senhor e escravo e a predominância da lei do mais forte. O indivíduo que surge da
desigualdade é corrompido pela sociedade e esmagado
pela violência. Trata-se de um falso pacto social, esse
que coloca as pessoas sob grilhões. Há que se considerar a possibilidade de outro contrato verdadeiro e legítimo, pelo qual o povo esteja reunido sob uma só vontade
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado).
Para Rousseau, a desigualdade entre os seres humanos decorre
Para Rousseau, a desigualdade entre os seres humanos decorre
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Hobbes analisa a natureza humana em uma perspectiva mecanicista: o ser humano é como uma máquina
que age sozinha, na linha da concepção mecanicista de
mundo típica da física da época, cujo problema central
consistia em entender a natureza dos corpos e de seus
movimentos (Marcondes, 2010. Adaptado).
Como resultado de sua concepção mecanicista, para Hobbes
Como resultado de sua concepção mecanicista, para Hobbes
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“A matemática e a física são os dois conhecimentos teóricos da razão que devem determinar a priori o seu objeto,
a primeira de uma maneira totalmente pura e a segunda,
pelo menos, parcialmente pura, mas também por imperativo de outras formas de conhecimento que não as da
razão” (Kant, 1999).
Segundo o excerto, o conhecimento da física
Segundo o excerto, o conhecimento da física
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O nexo causal entre tudo o que acontece é um pressuposto filosófico que remonta, pelo menos, aos filósofos
pré-socráticos. Entretanto, David Hume questiona o princípio causal. De fato, no exemplo famoso, se observarmos o movimento das bolas de bilhar em uma mesa, tudo
o que vemos é o impacto do taco sobre a primeira bola
e, por sua vez, o impacto da primeira sobre a segunda
(Marcondes, 2010. Adaptado).
Segundo o excerto, para Hume,
Segundo o excerto, para Hume,
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A frase, de inspiração aristotélica, que sintetiza a perspectiva dos filósofos empiristas clássicos, como John
Locke, é formulada da seguinte forma: “Nada está no
intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos”
(Marcondes, 2010. Adaptado).
A frase citada indica que
A frase citada indica que
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Podemos considerar o projeto filosófico de Descartes
como uma defesa do novo modelo de ciência inaugurado
por Copérnico, Kepler e Galileu contra a concepção
escolástica em vigor na Idade Média. A defesa desse
novo modelo depende da possibilidade de mostrar que
a nova ciência se encontra no caminho certo, ao passo
que a ciência antiga havia adotado concepções falsas e
errôneas, como, por exemplo, o sistema geocêntrico de
cosmo. No entanto, se, como diz Descartes no início do
Discurso do método, o bom senso, isto é, a racionalidade,
é natural ao ser humano, sendo compartilhada por todos,
o que explica a possibilidade e a ocorrência do erro, do
engano, da falsidade? (Marcondes, 2010. Adaptado).
Segundo Descartes, a causa do erro, do engano e da falsidade seria
Segundo Descartes, a causa do erro, do engano e da falsidade seria
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