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Foram encontradas 60 questões.

Leia a frase a seguir:

Em seu estudo ____________ respeito de um bairro pobre, o pesquisador deu ênfase ____________ falta de condições materiais de seus moradores, as quais são fundamentais para garantir, _____________ pessoas, o exercício de suas culturas.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:

• “No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer.” (2º parágrafo)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma reescrita do trecho em conformidade com a norma-padrão e com as relações de sentido originais.
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a introdução de vírgulas em trecho do texto preserva o sentido original e atende à norma-padrão.
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
O trecho “... não há memória para aqueles a quem nada pertence.” (4º parágrafo) pode ser reescrito, em conformidade com a norma-padrão de concordância e regência, como:
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

• “As formas de um bairro pobre não figuram como destroços...” (1º parágrafo)
• “... a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado.” (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras destacadas têm como sinônimos, correta e respectivamente,
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
A partir das ideias de Ecléa Bosi, citadas no texto, é correto concluir que
 

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Humilhação social: um problema político em Psicologia
    A visão dos bairros pobres parece, às vezes, ainda mais impiedosa do que a visão de ambientes arruinados: não são bairros que o tempo veio corroer ou as guerras vieram abalar, são bairros que mal puderam nascer para o tempo e para a história. Um bairro proletário não é feito de ruínas. Ocorre que ali o trabalho humano sobre a natureza e sobre a cidade parece interceptado. As formas de um bairro pobre não figuram como destroços ou como edifícios decaídos, realidades fúnebres, mas em que podem restar impressionantes qualidades arqueológicas: em suas linhas corroídas e em suas formas parcialmente quebradas pode persistir a memória de uma gente.
    No bairro pobre, menos de ruína, o espetáculo mais parece feito de interrupção: as linhas e as formas estão incompletas, não puderam se perfazer. Faltam os instrumentos, faltam os materiais que suportariam o trabalho humano para a configuração de um mundo, para a fisionomia de uma cultura.
    Para a carpintaria, pode faltar madeira ou formão, um martelo, um alicate. A alvenaria é sempre adiada, interminável: a compra de tijolos, areia, massa e uma janela às vezes consumiria o salário de mais de cinco meses. Como pensar no tamanho de uma pequena horta se, quando não falta o quintal, faltam as sementes e o adubo? As rodas do samba ou os forrós contentam-se às vezes com um só pandeiro. As procissões vão sem velas e nas festas do padroeiro pode faltar a imagem do santo.
    Eis o que ouvimos de Ecléa Bosi: a mobilidade extrema e insegura das famílias pobres, migrantes ou nômade-urbanas, impede a sedimentação do passado. Os retratos, o retrato de casamento, os panos e peças do enxoval, os objetos herdados, toda esta coleção de bens biográficos não logra acompanhar a odisseia dos miseráveis. São transferidos, são abandonados ou são vendidos a preços irrisórios. A espoliação econômica manifesta-se ao mesmo tempo como espoliação do passado. E ainda: “... não há memória para aqueles a quem nada pertence. Tudo o que se trabalhou, criou, lutou, a crônica da família ou do indivíduo vão cair no anonimato ao fim de seu percurso errante. A violência que separou suas articulações, desconjuntou seus esforços, esbofeteou sua esperança, espoliou também a lembrança de seus feitos”.
(José Moura Gonçalves Filho, “Humilhação social: um problema político em Psicologia”, Psicologia USP. Adaptado)
No que se refere à comparação feita pelo autor entre os bairros pobres e as ruínas, é correto afirmar que
 

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Leia a tira a seguir para responder à questão.
Enunciado 4786360-1
(Bill Watterson, Calvin e Haroldo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAPD9Arv2MX/)
Na frase “Eu anseio por um entretenimento sério e de bom gosto que respeite minha inteligência!” (2º quadro), os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente e de acordo com a norma-padrão de regência e de emprego dos pronomes, por:
 

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Leia a tira a seguir para responder à questão.
Enunciado 4786359-1
(Bill Watterson, Calvin e Haroldo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAPD9Arv2MX/)
Com base nos elementos verbais e não verbais da tira, assinale a alternativa que explica corretamente seu efeito de humor.
 

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