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Sabemos o quanto a linguagem é importante nos processos de desenvolvimento e de aprendizagem. Nesse sentido, a linguagem torna o processo educativo mais eficaz fazendo com que o aluno desenvolva os seus próprios instrumentos de comunicação social. De acordo com Racy (2012): “[...] esquemas se desenvolvem de forma organizada durante a fase pré-escolar, quando a criança se torna capaz de planejar uma ação, ou seja, pensar em termos de futuro. Nessa fase também se desenvolve a capacidade de fazer associações por semelhanças e equivalências; a memória se desenvolve de forma mais organizada, permitindo que a criança retenha e recupere as informações. Finalmente, torna-se capaz de solucionar problemas, utilizando regras. Entre todos esses esquemas que são adquiridos pela criança, esquemas que no decorrer do desenvolvimento infantil se tornam mais refinados e complexos, temos aquele que constitui uma das capacidades humanas mais elaboradas: a linguagem.” (RACY, 2012, p. 96)
Analise as afirmativas abaixo, levando-se em consideração Racy (2012):
I. No 1° ano de vida observa-se, na criança, os primeiros balbucios, a imitação de sons e a repetição de sílabas, que são utilizados como uma forma de comunicação.
II. Observa-se na criança desde o nascimento, inicialmente a efetivação da linguagem escrita que antecede a linguagem verbal.
III. Por volta do 2° ao 6° ano de vida da criança, não observamos o desenvolvimento da linguagem verbal.
Assinale a alternativa correta:
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De acordo com Gusi (2020), as Abordagens Paradigmáticas Inovadoras são um: “reflexo do avanço da ciência. Como o objetivo de promover a superação de um pensamento newtoniano-cartesiano, focando em reproduzir o conhecimento, a educação é levada a novas propostas de encaminhamento.” (GUSI, 2020, p. 13).
Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) tendo como base a afirmação da autora:
( ) Na visão sistêmica/holística/ecológica o professor precisa de autonomia e necessita estar aberto ao seu próprio interior. Deve ser um profissional ativo para atender às demandas e necessidades de seus alunos.
( ) Na visão progressista, o professor adota o papel de mediador mantendo a capacidade de processar o conhecimento de seus alunos e a partir disso, torná-los pessoas críticas e criativas.
( ) Na visão da abordagem ensino com pesquisa, o professor não adota a postura de mediador e não instiga o aluno a pesquisar.
( ) Na visão progressista a metodologia adotada é de natureza democrática, potencializando a comunicação dialógica entre professor e aluno.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
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Um dos objetivos da Psicologia da Educação é compreender o processo de ensino e de aprendizagem e contribuir para o seu desenvolvimento, tendo como foco o trabalho do professor. Para Gusi (2020): “A evolução da educação trouxe abordagens que, cada qual ao seu tempo, contribuíram para o aprimoramento da aprendizagem dos indivíduos. É relevante observar que a evolução das condutas e estratégias na educação está vinculada ao olhar sobre o mundo social, seus ideais e cultura.” (GUSI, 2020, p. 10).
Analise as afirmativas abaixo levando em consideração a citação de Gusi (2020):
I. A abordagem tradicional espera do professor uma postura vertical com seus alunos. O seu papel é transmitir os conteúdos para os alunos. Esses devem repetir o conteúdo apresentado.
II. A abordagem humanística não vê o professor como um facilitador da aprendizagem pois ele não tem liberdade de desenvolver seu próprio repertório de estratégias de ensino.
III. A abordagem tecnicista considera o professor como um planejador e analista dos resultados de objetivos propostos com postura racionalista e determinista.
Assinale a alternativa correta:
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A Psicologia da Educação, entendida como uma subárea de conhecimento da Psicologia, tem uma importante função: a produção de saberes que dizem respeito aos fenômenos psicológicos que constituem o processo educativo. Nesse sentido, Coelho (2014) afirma que: “Para o educador, essa questão é essencial: compreender os processos de desenvolvimento e aprendizado significa compreender os elementos e as ações que favorecem esses processos e que contribuem para o bom desempenho do próprio educador em sala de aula e em sua interação com o aluno”. (COELHO, 2014, p. 72)
Levando-se em consideração o texto do autor, analise as afirmativas abaixo:
I. Na perspectiva Cognitivista-construtivista, a criança aprende pelo desequilíbrio. Dessa forma, ela busca solucionar os problemas para voltar ao equilíbrio mental. O seu desenvolvimento cognitivo acompanha a sua maturação.
II. Na perspectiva Histórico-filosófica, a criança aprende a partir do desenvolvimento integral de seu potencial físico, emocional e intelectual. O seu desenvolvimento ocorre a partir de fases que integram novas e antigas ações e formas de pensar.
III. Na perspectiva Sociointeracionista, a criança aprende mantendo contato com pessoas experientes. Essas pessoas oferecem apoio na realização de tarefas. Portanto, o seu desenvolvimento se dá pela interação social.
Assinale a alternativa correta:
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Dentre os diversos autores que estudaram os processos de desenvolvimento e de aprendizado, destaca-se a contribuição de Jean Piaget. De acordo com Coelho (2014): “Piaget não construiu teorias sobre ensino e aprendizagem, mas elaborou uma teoria sobre as fases do desenvolvimento mental do ser humano e o modo como o conhecimento era construído pelo indivíduo. As ideias de Piaget sobre a construção do conhecimento inspiraram várias teorias e práticas educacionais, agrupadas sob o rótulo de construtivismo. No Brasil, os trabalhos de Piaget começaram a ser mais divulgados a partir da década de 1980.” (COELHO, 2014, p. 79)
Assinale a alternativa incorreta sobre o estágio sensório- motor (até 2 anos de idade) apresentado por Piaget:
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Texto I
29 DE MAIO Até que enfim parou de chover. As nuvens deslisa-se para o poente. Apenas o frio nos fustiga. E varias pessoas da favela não tem agasalhos. Quando uns tem sapatos, não tem palitol. E eu fico condoida vendo as crianças pisar na lama. (...) Percebi que chegaram novas pessoas para a favela. Estão maltrapilhas e as faces desnutridas. Improvisaram um barracão. Condoí-me de ver tantas agruras reservadas aos proletarios. Fitei a nova companheira de infortunio. Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas. Foi o olhar mais triste que eu já presenciei. Talvez ela não mais tem ilusão. Entregou sua vida aos cuidados da vida.
... Há de existir alguém que lendo o que eu escrevo dirá... isto é mentira! Mas, as miserias são reais.
... O que eu revolto é contra a ganancia dos homens que espremem uns aos outros como se espremesse uma laranja.
(JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo, diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 1993, p.41)
No fragmento “Há de existir alguém que lendo o que eu escrevo” ao observar a transitividade dos verbos destacados e as relações sintáticas em que estão inseridos, pode-se afirmar que:
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Texto I
29 DE MAIO Até que enfim parou de chover. As nuvens deslisa-se para o poente. Apenas o frio nos fustiga. E varias pessoas da favela não tem agasalhos. Quando uns tem sapatos, não tem palitol. E eu fico condoida vendo as crianças pisar na lama. (...) Percebi que chegaram novas pessoas para a favela. Estão maltrapilhas e as faces desnutridas. Improvisaram um barracão. Condoí-me de ver tantas agruras reservadas aos proletarios. Fitei a nova companheira de infortunio. Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas. Foi o olhar mais triste que eu já presenciei. Talvez ela não mais tem ilusão. Entregou sua vida aos cuidados da vida.
... Há de existir alguém que lendo o que eu escrevo dirá... isto é mentira! Mas, as miserias são reais.
... O que eu revolto é contra a ganancia dos homens que espremem uns aos outros como se espremesse uma laranja.
(JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo, diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 1993, p.41)
Em “Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas.”, o pronome destacado indica uma relação de posse entre os substantivos “lamas/crianças” e:
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Texto I
29 DE MAIO Até que enfim parou de chover. As nuvens deslisa-se para o poente. Apenas o frio nos fustiga. E varias pessoas da favela não tem agasalhos. Quando uns tem sapatos, não tem palitol. E eu fico condoida vendo as crianças pisar na lama. (...) Percebi que chegaram novas pessoas para a favela. Estão maltrapilhas e as faces desnutridas. Improvisaram um barracão. Condoí-me de ver tantas agruras reservadas aos proletarios. Fitei a nova companheira de infortunio. Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas. Foi o olhar mais triste que eu já presenciei. Talvez ela não mais tem ilusão. Entregou sua vida aos cuidados da vida.
... Há de existir alguém que lendo o que eu escrevo dirá... isto é mentira! Mas, as miserias são reais.
... O que eu revolto é contra a ganancia dos homens que espremem uns aos outros como se espremesse uma laranja.
(JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo, diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 1993, p.41)
Na passagem “Entregou sua vida aos cuidados da vida.”, observe o uso reiterado do vocábulo em destaque. Considerando o contexto de cada emprego, é correto afirmar que tais palavras possuem:
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Texto I
29 DE MAIO Até que enfim parou de chover. As nuvens deslisa-se para o poente. Apenas o frio nos fustiga. E varias pessoas da favela não tem agasalhos. Quando uns tem sapatos, não tem palitol. E eu fico condoida vendo as crianças pisar na lama. (...) Percebi que chegaram novas pessoas para a favela. Estão maltrapilhas e as faces desnutridas. Improvisaram um barracão. Condoí-me de ver tantas agruras reservadas aos proletarios. Fitei a nova companheira de infortunio. Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas. Foi o olhar mais triste que eu já presenciei. Talvez ela não mais tem ilusão. Entregou sua vida aos cuidados da vida.
... Há de existir alguem que lendo o que eu escrevo dirá... isto é mentira! Mas, as miserias são reais.
... O que eu revolto é contra a ganancia dos homens que espremem uns aos outros como se espremesse uma laranja.
(JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo, diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 1993, p.41)
O último parágrafo do texto ganha expressividade por meio do emprego da linguagem figurada, Nele, destaca-se a seguinte figura:
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Texto I
29 DE MAIO Até que enfim parou de chover. As nuvens deslisa-se para o poente. Apenas o frio nos fustiga. E varias pessoas da favela não tem agasalhos. Quando uns tem sapatos, não tem palitol. E eu fico condoida vendo as crianças pisar na lama. (...) Percebi que chegaram novas pessoas para a favela. Estão maltrapilhas e as faces desnutridas. Improvisaram um barracão. Condoí-me de ver tantas agruras reservadas aos proletarios. Fitei a nova companheira de infortunio. Ela olhava a favela, suas lamas e suas crianças pauperrimas. Foi o olhar mais triste que eu já presenciei. Talvez ela não mais tem ilusão. Entregou sua vida aos cuidados da vida.
... Há de existir alguem que lendo o que eu escrevo dirá... isto é mentira! Mas, as miserias são reais.
... O que eu revolto é contra a ganancia dos homens que espremem uns aos outros como se espremesse uma laranja.
(JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo, diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 1993, p.41)
Na passagem acima, Carolina é a enunciadora e apresenta ao leitor um recorte de sua realidade:
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