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Foram encontradas 50 questões.

2273409 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
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De acordo com a Lei Federal nº 12.527 de 18/11/2011, que regula o acesso a informações das atividades da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, assinale a alternativa correta.

 

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2273374 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
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Se no Microsoft Excel, dada a tabela abaixo e, na célula A5 estiver a fórmula =SE(C2>=12;A2+C1;B2-A1) teremos como resultado:

A B C
1 32 22 33
2 45 53 12
 

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2273360 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
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No tocante aos instrumentos gerenciais contemporâneos da Administração Pública, a avaliação de desempenho, gestão orientada para resultados, flexibilidade organizacional, trabalho em equipe, cultura para responsabilidade e os mecanismos de rede informacional se demonstram úteis ao agente público na obtenção de resultados. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.

 

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2273334 Ano: 2013
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
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A Lei Complementar Federal nº 101 de 04/05/2000, denominada Lei de Responsabilidade Fiscal, abrangendo os Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário e Ministério Público, da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios, representou um marco para a administração pública brasileira, pois estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, visando uma gestão responsável, eficiente, eficaz e sobretudo transparente em prol da sociedade.

De acordo com a lei mencionada acima, assinale a alternativa correta.

 

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Assinale a alternativa correta que corresponda ao entendimento de Celso Ribeiro Bastos sobre a classificação dos agentes públicos.

 

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Assinale a alternativa correta de acordo com a Constituição Estadual de Minas Gerais de 21/09/1989.

 

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Texto I

Nos laços (fracos) da internet

(Diogo Schelp)

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais que isso. (...) Os brasileiros já dominaram o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. (...) Qual é o impacto desses sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles, (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: “Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal”.

(...)

Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. (...) Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade. (...)

(Veja, 8 de julho de 2009, ed. 2120 – ano 42 – nº 27)

Em “Eles precisam de tempo e de intimidade”, a presença da preposição é justificada em função de uma exigência de:

 

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2272875 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBFC
Orgão: SEJUSP-MG
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A Lei Federal nº 8.666 de 21/06/1993 regulamenta o artigo 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências.

Com base na referida lei, Assinale a alternativa correta e que corresponde à modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação.

 

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Texto I

Nos laços (fracos) da internet

(Diogo Schelp)

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais que isso. (...) Os brasileiros já dominaram o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. (...) Qual é o impacto desses sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles, (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: “Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal”.

(...)

Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. (...) Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade. (...)

(Veja, 8 de julho de 2009, ed. 2120 – ano 42 – nº 27)

Observe a grafia do vocábulo destacado em “aproxima os amigos”. Embora apresentem pronúncia distinta, todas as palavras abaixo também deveriam ser grafadas com “x”, exceto:

 

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Texto I

Nos laços (fracos) da internet

(Diogo Schelp)

As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais que isso. (...) Os brasileiros já dominaram o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. Para cada quatro minutos na rede, os brasileiros dedicam um a atualizar seu perfil e bisbilhotar o dos amigos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. (...) Qual é o impacto desses sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. É o oposto do que, segundo escreveu o filósofo grego Aristóteles, (384-322 a.C.), de fato aproxima os amigos: “Eles precisam de tempo e de intimidade; como diz o ditado, não podem se conhecer sem que tenham comido juntos a quantidade necessária de sal”.

(...)

Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. Os sites podem ser úteis para manter amizades separadas pela distância ou pelo tempo e para unir pessoas com interesses comuns. (...) Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade. (...)

(Veja, 8 de julho de 2009, ed. 2120 – ano 42 – nº 27)

A ideia apresentada no título é melhor retomada por meio do seguinte fragmento:

 

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