Foram encontradas 638 questões.
Texto CB1A1-II
O Collège de France, uma das instituições de ensino
superior e pesquisa científica mais prestigiosas da França,
recebeu, em abril de 2025, o único imortal indígena da Academia
Brasileira de Letras, o escritor Ailton Krenak. O filósofo
emocionou a plateia de acadêmicos com uma visão singular sobre
a crise climática e a destruição dos recursos naturais do planeta.
O escritor alertou que, diante das evidências científicas
sobre o impacto das ações humanas sobre o clima, como o uso de
combustíveis fósseis, a humanidade "está experimentando a
imensa perda da qualidade da experiência de estar
viva". Segundo ele, "não estamos só ameaçados pelo clima, mas
pela imobilidade".
Na sua palestra, Krenak incitou os presentes a "cogitarem
outros mundos, além dessa experiência quase terminal que nós
passamos a experimentar no século 21". Segundo ele, "estamos
provocando o colapso do mundo que nós habitamos, o seu
empobrecimento, e não estamos sendo capazes de cogitar
outros".
Nesses outros mundos, que o escritor reporta à floresta, o
modo de vida e os hábitos de consumo dos centros urbanos não
são mais o foco. "Nós somos a presença mais efêmera da Terra, e
estamos causando um dano irreparável a outras formas de vida,
como se nós tivéssemos a Terra à nossa disposição", constatou.
O filósofo brasileiro apresentou ao público seus conceitos
de "florestania" (da junção de "floresta" com "cidadania") e "floricidade" ("floresta" e "cidade"). Em plena capital francesa,
erguida sobre pedras e concreto e que hoje briga para devolver os
espaços verdes aos seus moradores, as palavras de Krenak
inspiram.
"Na maioria das cidades, jazem os rios debaixo das
calçadas e estruturas que vão erigindo essa paisagem tão atraente
que são as cidades. Como pensar uma floricidade? Como pensar
num lugar onde um rio e uma floresta possam conviver com essa
nossa disposição para nos socializarmos e reunirmos em espaços
tão acolhedores e seguros que são as cidades?", indagou.
Internet: <www.noticias.uol.com.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto CB1A1-I
A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada
em Belém – PA, em novembro de 2025, terminou com decisões
consideradas insuficientes diante da gravidade da crise climática.
Temas centrais como a eliminação dos combustíveis fósseis e o
enfrentamento ao desmatamento ficaram de fora dos resultados,
enquanto o financiamento climático — elemento crucial para
reparação histórica e apoio aos países em desenvolvimento —
avançou pouco e segue distante do que seria um compromisso
justo, público e acessível.
Por outro lado, a COP 30 registrou conquistas históricas.
Após quatro conferências com restrições à participação social,
Belém se tornou palco de uma mobilização global inédita. A
Cúpula dos Povos reuniu 25 mil pessoas e mais de mil
organizações do mundo inteiro em cinco dias de plenárias,
debates e articulações na Universidade Federal do Pará. A
presença indígena também foi marcante: cerca de 3 mil
representantes formaram uma grande aldeia na cidade. A Marcha
Global pelo Clima levou 70 mil pessoas às ruas sob o lema "A
resposta somos nós!".
Também, pela primeira vez na história das COP, o tema
do racismo ambiental ganhou destaque oficial. A presidência
brasileira publicou uma declaração conclamando todas as nações
a enfrentar as desigualdades que impactam de forma
desproporcional pessoas negras, povos indígenas e comunidades
tradicionais. O termo "afrodescendente" apareceu em
documentos oficiais relativos à Transição Justa, ao Plano de
Ação de Gênero e aos Objetivos Globais de Adaptação — um
marco sem precedentes. O tema também foi transversal em
diversos eixos da Cúpula dos Povos.
Outro avanço importante foi a aprovação do Plano de
Ação de Gênero 2026-2034, com vitórias importantes após forte
atuação de movimentos feministas, negros e latino-americanos. O
documento reconhece defensoras ambientais, o trabalho de
cuidados, a violência de gênero e, pela primeira vez, mulheres e
meninas afrodescendentes como centrais na ação climática.
Apesar dos avanços históricos em temas como justiça de
raça e gênero, participação social e transição justa, o resultado
final ficou longe da urgência necessária para o enfrentamento da
crise climática, sobretudo no que diz respeito à eliminação dos
combustíveis fósseis, ao combate ao desmatamento e ao
financiamento climático. "As divisões geopolíticas ficaram
expostas", afirmou Cristiane Ribeiro, do colegiado de gestão do
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).
Internet: <www.inesc.org.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container