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Foram encontradas 80 questões.

2446806 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

São representantes da classe dos β-bloqueadores seletivos β1, bloqueadores dos canais de Ca++ e agonistas α présináptico os seguintes fármacos, respectivamente,

 

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2446805 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Depois de filtrado pelo glomérulo, os fármacos, que geralmente são ácidos fracos e bases fracas, podem ter seu grau de ionização alterado pelo pH da urina. Isso consiste em aumentar ou diminuir a reabsorção de um fármaco pelo túbulo renal. Com base nessas afirmações e utilizando os conhecimentos de filtração glomerular, reabsorção e secreção tubular, assinale a alternativa correta.

 

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2446804 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) são conhecidos por terem ações anti-inflamatória, analgésica e antipirética, e por isso são muito utilizados no tratamento da dor. Entretanto, esses fármacos são utilizados de maneira irracional, não estando isentos de uma série de efeitos indesejáveis. A respeito dos efeitos farmacológicos e adversos dos AINES, julgue os itens a seguir.

I. Os AINES são inibidores da cicloxigenase (Cox) que catalisam a conversão do ácido araquidônico em prostaglandinas, envolvidas na inflamação.

II. O AAS modifica covalentemente as duas isoformas da cicloxigenase, o que resulta na inibição irreversível da enzima.

III. Uma das vantagens dos AINES seletivos Cox-2 sobre os não seletivos da Cox é que os AINES seletivos estão isentos de efeitos colaterais no trato gastrointestinal (TGI).

IV. O uso de ibuprofeno é indicado para o tratamento de persistência do ducto arterioso em crianças.

Está correto o que se afirma em

 

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2446803 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Segundo a portaria 344/98, a quantidade prescrita de cada substância constante da lista “C1” (outras substâncias de controle especial) e “C5” (anabolizantes) ou medicamentos que a contenham ficará limitada a 5 ampolas e, para as demais formas farmacêuticas, a quantidade para o tratamento correspondente a no máximo 60 (sessenta) dias, À EXCEÇÃO DE

 

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2446802 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Analise.

I. Equivalente terapêutico de um medicamento de referência, comprovados, essencialmente, os mesmos efeitos de eficácia e segurança.

II. Contém os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia, indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.

III. Medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser com este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada sua eficácia, segurança e qualidade e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI.

IV. Produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal, por ocasião de registro.

Segundo a Lei 9.787, de 10 de fevereiro de 1999, os itens a seguir definem, respectivamente,

 

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2446801 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Quando os medicamentos prescritos em uma receita estiverem com posologia ou com dosagem superiores aos limites farmacológicos ou mesmo se esse medicamento interagir ou for incompatível com outro medicamento prescrito ou de uso do paciente, o farmacêutico

 

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2446800 Ano: 2012
Disciplina: Farmácia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A respeito da absorção e distribuição de fármacos, julgue as afirmativas a seguir.

I. Muitos fármacos são capazes de se ionizar em função do pH do meio. Supondo-se que o pH do suco gástrico seja inferior ao pKa de um fármaco ácido, pode-se deduzir que, no estômago, a maior parte das moléculas estão ionizadas e, dessa forma, não serão bem absorvidas nesse local.

II. Se a biodisponibilidade de um fármaco é de 75%, entende-se que apenas 75% da dose administrada estarão hábeis para atuar no sítio de ação ou terão acesso a um líquido biológico do qual poderão atingir esse sítio.

III. O volume de distribuição de um fármaco é o volume que o fármaco precisa ocupar para ficar com sua concentração no tecido igual à do plasma.

IV. Na sua fase inicial, a distribuição de fármacos depende do débito cardíaco e da taxa de perfusão do tecido, o que justifica órgãos mais perfundidos receberem maior quantidade de fármacos nessa fase. Numa segunda fase, o fármaco se difunde para dentro dos tecidos independente da sua ligação a proteínas plasmáticas e de sua lipossolubilidade.

Está correto o que se afirma em

II e III, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
 

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2444054 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
No texto, há quatro ocorrências do uso de parênteses:
I. (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington");
II. (gotejamento).
III. (veja-se o Tea Party nos EUA); e
IV. ("O Futuro da História").
Sabendo-se que os parênteses têm usos diversos, é correto afirmar que
 

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2443278 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
O pronome (n)este, no primeiro parágrafo, e o pronome (n)esse, no sétimo parágrafo, exercem, respectivamente, papel
 

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2443106 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
Analisando-se a estrutura do texto e sua organização em parágrafos, é correto afirmar que o quinto parágrafo está para o segundo assim como
 

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