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Foram encontradas 80 questões.

2447088 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

A clozapina é uma droga comprovadamente eficaz no tratamento da esquizofrenia refratária. Sobre a clozapina, é INCORRETO afirmar que

 

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2447087 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FGV
Orgão: Senado

Pacientes podem apresentar sintomas psiquiátricos como primeira manifestação de um tumor cerebral. No entanto, pacientes raramente apresentam sintomas psiquiátricos como primeiros indicadores de um tumor cerebral de

 

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2447086 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FGV
Orgão: Senado

Alterações da marcha podem ser encontradas em pacientes com diferentes transtornos neuropsiquiátricos. Nesse sentido, a astasia-abasia é uma

 

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2447084 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

A carbamazepina é um estabilizador do humor frequentemente empregado no tratamento do transtorno bipolar. Do ponto de vista farmacodinâmico, a carbamazepina é um

 

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2447083 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FGV
Orgão: Senado

Durante o século XX, diferentes tipos de depressão foram propostos. Nesse sentido, o conceito de depressão anaclítica compreende

 

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2447081 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FGV
Orgão: Senado

As chamadas síndromes de falsa identificação delirante não são classificadas dentre os tipos mais comuns de delírio. Entre as síndromes de falsa identificação delirante NÃO se pode incluir o(a)

 

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2447080 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FGV
Orgão: Senado

Tumores parietais estão associados a múltiplos déficits cognitivos. A síndrome de Gerstmann consiste na associação dos sintomas:

 

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2447079 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

A narcolepsia é o protótipo de transtorno neuropsiquiátrico produzido por uma disfunção dos mecanismos centrais do sono. Além da sonolência excessiva, são sintomas típicos da narcolepsia

 

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2444054 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
No texto, há quatro ocorrências do uso de parênteses:
I. (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington");
II. (gotejamento).
III. (veja-se o Tea Party nos EUA); e
IV. ("O Futuro da História").
Sabendo-se que os parênteses têm usos diversos, é correto afirmar que
 

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2443278 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
O pronome (n)este, no primeiro parágrafo, e o pronome (n)esse, no sétimo parágrafo, exercem, respectivamente, papel
 

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