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Foram encontradas 70 questões.

2447909 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A técnica de escovação em que são feitos movimentos curtos para frente e para trás, e que tem sido recomendada em odontopediatria para pacientes portadores de aparelho ortodôntico é denominada

 

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2447908 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A maior incidência de cálculo supragengival ocorre nas regiões

 

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2447907 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Dentre os dentes permanentes, aquele que apresenta geralmente duas raízes e dois canais é

 

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2447906 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em um paciente adulto com dentição permanente completa, mas com anodontia dos dois incisivos laterais superiores, o número de dentes presentes é

 

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2447905 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Seguindo a cronologia normal da erupção dentária dos dentes decíduos e permanentes, os primeiros dentes a erupcionar em cada uma dessas dentições são, respectivamente,

 

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2447904 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

Utilizando a nomenclatura de dois dígitos para identificação dos dentes decíduos e permanentes, é correto afirmar que o primeiro molar inferior esquerdo decíduo é identificado pelo número

 

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2447903 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

A articulação temporomandibular (ATM) é uma articulação sinovial que tem como função possibilitar os movimentos mandibulares junto com a ação dos músculos da mastigação. É formada pela articulação do osso temporal com o processo da mandíbula

 

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2447902 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: FGV
Orgão: Senado

As glândulas salivares são responsáveis pelo controle do pH da boca, umedecimento das mucosas e dentes, além de ajudarem na digestão. A maior glândula salivar é denominada

 

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O ocaso das sacolas
O fim de sacolas plásticas em supermercados paulistas é um ótimo negócio para redes varejistas, uma conveniente cortina de fumaça para o poder público, um leve golpe contra o bolso do consumidor e uma medida de impacto provavelmente baixo para o planeta.
Ao contrário do que se diz, as tais sacolinhas plásticas nunca foram gratuitas. Seu custo estava embutido no das compras que fazíamos. Explicitá-lo por meio de um preço é, em princípio, algo positivo, pois isso torna mais transparentes as relações de consumo e ajuda a promover hábitos menos extravagantes.
Mas, como é altamente improvável que a mudança resulte na correspondente redução dos preços nas gôndolas, os supermercados acabam se dando bem, porque, numa canetada, eliminam um custo e ganham uma nova fonte de receita, posando ainda de campeões da ecologia.
Algo parecido vale para o poder público. Ele aparece na foto como defensor do ambiente por ter promovido o acordo e pouca gente lembra que sua lista de omissões nessa área é grande. O volume de lixo reciclado ainda é risível e há pouquíssimas usinas de compostagem, para citar apenas dois pecadilhos diretamente relacionados a resíduos sólidos.
O consumidor leva prejuízo porque as sacolas escolhidas para substituir o plástico são as de milho. Relativamente caras, custarão R$ 0,19 cada uma. É questionável ainda a ideia de embalar comida com comida. Tirar milho de galinhas e pipoqueiros para produzir invólucros tende a inflacionar o setor de alimentos.
Em termos ambientais, as sacolas são um estorvo, mas nem de longe o maior problema. Reduzir seu uso sem criar dificuldades maiores é uma meta louvável. Cumpri-la implicará custos, que terão de ser pagos pelos consumidores. O que irrita, no Brasil, é que governantes e lobbies são rápidos para estender a conta ao cidadão, mas muito lentos, para não dizer abúlicos, em fazer a sua parte.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2012)
O que irrita, no Brasil, é que governantes e lobbies são rápidos para estender a conta ao cidadão, mas muito lentos, para não dizer abúlicos, em fazer a sua parte.
No período acima, as ocorrências da palavra QUE classificam-se, respectivamente, como
 

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O ocaso das sacolas
O fim de sacolas plásticas em supermercados paulistas é um ótimo negócio para redes varejistas, uma conveniente cortina de fumaça para o poder público, um leve golpe contra o bolso do consumidor e uma medida de impacto provavelmente baixo para o planeta.
Ao contrário do que se diz, as tais sacolinhas plásticas nunca foram gratuitas. Seu custo estava embutido no das compras que fazíamos. Explicitá-lo por meio de um preço é, em princípio, algo positivo, pois isso torna mais transparentes as relações de consumo e ajuda a promover hábitos menos extravagantes.
Mas, como é altamente improvável que a mudança resulte na correspondente redução dos preços nas gôndolas, os supermercados acabam se dando bem, porque, numa canetada, eliminam um custo e ganham uma nova fonte de receita, posando ainda de campeões da ecologia.
Algo parecido vale para o poder público. Ele aparece na foto como defensor do ambiente por ter promovido o acordo e pouca gente lembra que sua lista de omissões nessa área é grande. O volume de lixo reciclado ainda é risível e há pouquíssimas usinas de compostagem, para citar apenas dois pecadilhos diretamente relacionados a resíduos sólidos.
O consumidor leva prejuízo porque as sacolas escolhidas para substituir o plástico são as de milho. Relativamente caras, custarão R$ 0,19 cada uma. É questionável ainda a ideia de embalar comida com comida. Tirar milho de galinhas e pipoqueiros para produzir invólucros tende a inflacionar o setor de alimentos.
Em termos ambientais, as sacolas são um estorvo, mas nem de longe o maior problema. Reduzir seu uso sem criar dificuldades maiores é uma meta louvável. Cumpri-la implicará custos, que terão de ser pagos pelos consumidores. O que irrita, no Brasil, é que governantes e lobbies são rápidos para estender a conta ao cidadão, mas muito lentos, para não dizer abúlicos, em fazer a sua parte.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 24 de janeiro de 2012)
No texto, por abúlicos entende-se
 

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