A medida da albuminúria pode ser feita com a utilização de
diferentes tipos de coleta de urina, mas o rastreamento deve ser
iniciado, preferencialmente, pela medida de albumina em
amostra 24 h.
Em fases mais avançadas da DRD, a produção de insulina
endógena é reduzida, e, em geral, os pacientes com diabetes
melito tipo 2 necessitam usar insulina para melhorar o controle
glicêmico.
Com base nas recomendações mais recentes para o tratamento da
hipertensão em adultos, julgue os itens subsecutivos.
Quando a meta pressórica não consegue ser alcançada com o
uso de dois fármacos, recomenda-se a adição de um terceiro.
Nesses casos, a associação de IECA e BRA costuma apresentar
bons resultados.
Com base nas recomendações mais recentes para o tratamento da
hipertensão em adultos, julgue os itens subsecutivos.
Na população com idade superior a dezoito anos e portadora
de doença renal crônica (DRC), o objetivo do tratamento é
atingir valores inferiores a 130 mmHg × 80 mmHg de pressão
arterial.
Com base nas recomendações mais recentes para o tratamento da
hipertensão em adultos, julgue os itens subsecutivos.
Na população com idade igual ou superior a sessenta
anos recomenda-se iniciar tratamento farmacológico para
reduzir a pressão arterial (PA) em pacientes com
PA sistólica $ 150 mmHg ou PA diastólica $ 90 mmHg.
Com base nas recomendações mais recentes para o tratamento da
hipertensão em adultos, julgue os itens subsecutivos.
Na população não negra, incluindo aqueles com diabetes, o
tratamento anti-hipertensivo inicial deve incluir: diurético
tiazídico, bloqueadores do canal de cálcio (BCC), inibidor da
enzima conversora de angiotensina (IECA), bloqueador do
receptor de angiotensina (BRA) e agonista alfa 2.
Um paciente de setenta anos de idade e 80 kg foi internado há um dia na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de pneumonia complicada com sepse. Após medidas iniciais de ressuscitação volêmica na sepse, o paciente foi deixado em ventilação mecânica, recebendo noradrenalina a 1,2 μg/kg/min. Os resultados dos exames laboratoriais mais recentes mostraram os seguintes resultados: hemoglobina = 9,0 g/dL; creatinina = 3,0 mg/dL (na admissão era de 1,0 mg/dL); leucócitos = 18.000; ureia = 90 mg/dL (na admissão era de 42 mg/dL); bastões = 7%; potássio = 4,8 mEq/L; PCR = 300; bicarbonato = 12 mEq/L; e débito urinário = 200 mL nas últimas doze horas.
Acerca do referido caso clínico, julgue os próximos itens.
Deve-se dar preferência à realização de hemodiálise
intermitente convencional para esse paciente.
Um paciente de setenta anos de idade e 80 kg foi internado há um dia na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de pneumonia complicada com sepse. Após medidas iniciais de ressuscitação volêmica na sepse, o paciente foi deixado em ventilação mecânica, recebendo noradrenalina a 1,2 μg/kg/min. Os resultados dos exames laboratoriais mais recentes mostraram os seguintes resultados: hemoglobina = 9,0 g/dL; creatinina = 3,0 mg/dL (na admissão era de 1,0 mg/dL); leucócitos = 18.000; ureia = 90 mg/dL (na admissão era de 42 mg/dL); bastões = 7%; potássio = 4,8 mEq/L; PCR = 300; bicarbonato = 12 mEq/L; e débito urinário = 200 mL nas últimas doze horas.
Acerca do referido caso clínico, julgue os próximos itens.
O quadro clínico do paciente, em conjunto com os exames
apresentados, indica a necessidade de iniciar terapia
hemodialítica.