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A síndrome antifosfolípide (SAF) é uma doença autoimune
trombótica caracterizada por obstruções arteriais e venosas,
morbidade obstétrica e presença de anticorpos
antifosfolípides (aPL). Porém, a SAF inclui diversas
manifestações não trombóticas. Com o intuito de classificar
os casos de SAF para inclusão em projetos de pesquisa
clínica, foram propostos critérios de classificação, que
também podem auxiliar a prática clínica. Os critérios
revisados de Sapporo não contemplavam as manifestações
não trombóticas e, por isso, em 2023, houve a atualização
desses critérios pelo Colégio Americano de Reumatologia
(ACR) e pela Liga Europeia Contra o Reumatismo (EULAR).
Quais manifestações não trombóticas foram incluídas nesse
novo critério?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 26 anos, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico há três anos, apresenta edema de membros inferiores, hipertensão arterial e proteinúria de 3,8 g/24h. Exames laboratoriais mostram creatinina sérica de 1,4 mg/dL, complemento baixo (C3 e C4) e título elevado de antidsDNA. A biópsia renal evidencia nefrite lúpica classe IV (proliferativa difusa). A paciente não apresenta contraindicações a imunossupressores, já faz uso de hidroxicloroquina e deseja preservar fertilidade.
De acordo com o último guideline do American College of Rheumatology (ACR), publicado em 2025, para o tratamento da nefrite lúpica, qual deve ser a estratégia terapêutica inicial (indução) para essa paciente?
Paciente do sexo feminino, 26 anos, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico há três anos, apresenta edema de membros inferiores, hipertensão arterial e proteinúria de 3,8 g/24h. Exames laboratoriais mostram creatinina sérica de 1,4 mg/dL, complemento baixo (C3 e C4) e título elevado de antidsDNA. A biópsia renal evidencia nefrite lúpica classe IV (proliferativa difusa). A paciente não apresenta contraindicações a imunossupressores, já faz uso de hidroxicloroquina e deseja preservar fertilidade.
De acordo com o último guideline do American College of Rheumatology (ACR), publicado em 2025, para o tratamento da nefrite lúpica, qual deve ser a estratégia terapêutica inicial (indução) para essa paciente?
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Qual o local em que, comumente, ocorre estenose em uma
fístula braquiocefálica?
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Quais alterações são características na Síndrome de
Liddle?
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O preparo pré-operatório de um paciente com diagnóstico
de feocromocitoma é composto de avaliação do risco
cardiovascular, correção da hipovolemia, controle da
pressão arterial e da frequência cardíaca. Qual medicação
deve ser introduzida inicialmente, como primeira linha, para
esse paciente?
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Leia o caso a seguir.
Paciente com antecedente de hipertensão arterial de difícil controle, diagnosticado desde 25 anos de idade, apresentou nódulo em adrenal direita, 2,5 cm, em exame para avaliação de quadro de dor abdominal.
A partir do caso apresentado, qual exame tem maior sensibilidade para diagnóstico de feocromocitoma?
Paciente com antecedente de hipertensão arterial de difícil controle, diagnosticado desde 25 anos de idade, apresentou nódulo em adrenal direita, 2,5 cm, em exame para avaliação de quadro de dor abdominal.
A partir do caso apresentado, qual exame tem maior sensibilidade para diagnóstico de feocromocitoma?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo masculino, 52 anos, em tratamento para insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida de etiologia hipertensiva (fração de ejeção do ventrículo esquerdo = 29%), sem sinais de congestão pulmonar ou sistêmica, comparece ao atendimento ambulatorial em classe funcional II (NYHA). Ao exame físico, PA = 110/70 mmHg e FC = 72 bpm. Exames laboratoriais dentro da normalidade. ECG: ritmo sinusal com bloqueio de ramo esquerdo (duração do complexo QRS = 110 ms). Atualmente em uso de sacubitril/valsartana, metoprolol e espironolactona.
Qual a conduta terapêutica adicional a ser instituída?
Paciente do sexo masculino, 52 anos, em tratamento para insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida de etiologia hipertensiva (fração de ejeção do ventrículo esquerdo = 29%), sem sinais de congestão pulmonar ou sistêmica, comparece ao atendimento ambulatorial em classe funcional II (NYHA). Ao exame físico, PA = 110/70 mmHg e FC = 72 bpm. Exames laboratoriais dentro da normalidade. ECG: ritmo sinusal com bloqueio de ramo esquerdo (duração do complexo QRS = 110 ms). Atualmente em uso de sacubitril/valsartana, metoprolol e espironolactona.
Qual a conduta terapêutica adicional a ser instituída?
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Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, com dispneia aos moderados esforços e antecedente de febre reumática na infância. Apresenta turgência jugular, edema de membros inferiores e sopro diastólico em ruflar no foco mitral. Ecocardiograma transesofágico: área mitral de 1,2 cm², gradiente mitral máximo de 22 mmHg e médio de 14 mmHg, escore de Wilkins-Block = 7, sem insuficiência mitral ou trombos.
Qual a conduta terapêutica a ser adotada nesse caso?
Paciente do sexo feminino, 42 anos, com dispneia aos moderados esforços e antecedente de febre reumática na infância. Apresenta turgência jugular, edema de membros inferiores e sopro diastólico em ruflar no foco mitral. Ecocardiograma transesofágico: área mitral de 1,2 cm², gradiente mitral máximo de 22 mmHg e médio de 14 mmHg, escore de Wilkins-Block = 7, sem insuficiência mitral ou trombos.
Qual a conduta terapêutica a ser adotada nesse caso?
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A Hepatite autoimune tipo 1 se caracteriza por
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De acordo com o PCDT (Protocolo clínico e diretrizes
terapêuticas) do Ministério da Saúde para Hepatite C, qual
é o critério exigido para início de tratamento?
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