Um paciente multibacilar (MB) concluiu as 12 doses supervisionadas de PQT-U com boa adesão. No momento da
alta por cura, o médico observa que os hansenomas na face e nos pavilhões auriculares, embora menos eritematosos,
ainda apresentam infiltração visível e aspecto clínico similar ao do início do tratamento. O índice baciloscópico (IB)
de controle permanece inalterado em relação ao diagnóstico (IB=4+). Qual a recomendação CORRETA para este cenário?
Uma paciente de 25 anos, em tratamento para hanseníase paucibacilar (PB) há dois meses, retorna à unidade com
quadro de astenia progressiva, palidez cutaneomucosa e icterícia leve. Exames laboratoriais revelam anemia
hemolítica e reticulocitose, atribuídas à dapsona. Diante da necessidade de interrupção definitiva deste fármaco por toxicidade grave, qual é a conduta CORRETA
para a continuidade do tratamento, conforme o esquema de segunda linha?
Um paciente de 38 anos apresenta-se à consulta com quatro lesões cutâneas hipocrômicas, com perda de
sensibilidade térmica e dolorosa, localizadas no tronco. Durante a Avaliação Neurológica Simplificada (ANS), o
médico identifica espessamento neural com dor à palpação no nervo ulnar direito e no nervo fibular comum
esquerdo, acompanhado de redução da força muscular (grau 3) na dorsiflexão do pé esquerdo. A baciloscopia de
raspado intradérmico foi negativa (IB=0). Segundo as diretrizes atuais, qual a classificação operacional e o esquema terapêutico inicial?
Durante uma consulta de monitoramento pós-alta de um paciente que apresentou hanseníase dimorfa, o médico de
família realiza a Avaliação Neurológica Simplificada (ANS) para calcular o Grau de Incapacidade Física (GIF) e o
escore Olhos, Mãos e Pés (OMP). Os achados são: 1. Olhos: Acuidade visual preservada em ambos; sem lagoftalmo; sensibilidade da córnea normal. 2. Mãos: Mão direita com perda de sensibilidade protetora (não sente o monofilamento violeta de 2g na palma),
mas sem deformidades visíveis. Mão esquerda com presença de "garra" móvel no 4º e 5º dedos e atrofia da
musculatura interóssea. 3. Pés: Pé direito com força muscular grau 4 (reduzida) para dorsiflexão, sem lesões. Pé esquerdo com
sensibilidade e força preservadas. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a classificação do Grau de Incapacidade Física (GIF) do
paciente e o valor do Escore OMP, respectivamente.
Um paciente de 45 anos, sexo masculino, recebeu alta por cura de hanseníase multibacilar (MB) há quatro anos.
Atualmente, retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de sensação de queimação e formigamento persistente
em ambas as mãos e pés, com piora noturna, que tem impactado seu sono e qualidade de vida. Ao exame físico e
realização da Avaliação Neurológica Simplificada (ANS), nota-se que não houve alteração nos limiares de
sensibilidade (testados com monofilamentos de estesiômetro) nem na força muscular em relação ao exame da alta.
Os nervos periféricos não apresentam dor à palpação ou espessamentos novos. Diante deste quadro clínico e das diretrizes do PCDT, qual é a conduta e o diagnóstico mais prováveis?
Na organização do cuidado ao paciente com tuberculose na Atenção Primária à Saúde (APS), a integração da
equipe multiprofissional é essencial para o sucesso terapêutico. Considerando as atribuições dos profissionais no controle da TB, qual alternativa descreve CORRETAMENTE o
papel da equipe?
Um paciente em tratamento para tuberculose pulmonar em uma área rural apresenta baciloscopia de controle
positiva ao final do segundo mês de tratamento.
Diante desse cenário clínico e das diretrizes de monitoramento, qual deve ser a conduta da equipe da APS?
Um agricultor de 45 anos, residente em área remota, inicia o tratamento para tuberculose sensível (Esquema
Básico: 2RHZE/4RH). Devido à distância entre sua propriedade e a Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe
decide organizar o Tratamento Diretamente Observado (TDO). De acordo com as modalidades de
operacionalização descritas no manual, qual a orientação CORRETA?
Em uma comunidade quilombola distante da zona urbana, a equipe de saúde da família planeja ações de promoção
à saúde para o controle da tuberculose.
Considerando as medidas de controle de infecção e prevenção primária descritas no Manual de Recomendações e
Controle da Tuberculose no Brasil 2ª ed (MS 2019), qual estratégia é prioritária para reduzir a transmissão no
domicílio rural?
Durante uma visita domiciliar em um assentamento rural, um Agente Comunitário de Saúde (ACS) identifica um
trabalhador rural com tosse produtiva há quatro semanas.
Ao orientar a família sobre a prevenção e a detecção precoce da tuberculose (TB) no contexto do campo, qual das
seguintes condutas está em conformidade com as recomendações do manual?