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Homem de 63 anos, tabagista prévio, com cistoscopia e biópsia que confirmaram carcinoma urotelial invasivo de bexiga (MIBC).
Estadiamento inicial:
• TC de abdome/pelve: lesão vesical lateral direita, sem linfonodos aumentados.
• TC de tórax: sem metástases.
• Estadiamento clínico: cT3a N0 M0.
Elegível à cisplatina, recebeu 4 ciclos de quimioterapia neoadjuvante com gemcitabina + cisplatina e, em seguida, foi submetido à cistectomia radical com linfadenectomia pélvica.
Histopatológico:
• Bexiga: carcinoma urotelial de alto grau, ypT3a.
• Linfonodos: 2/18 positivos (ypN1).
• Margens cirúrgicas negativas.
• PD-L1 tumoral: 15%.
Função renal pós-operatória: TFGe 55 mL/min, bom estado geral.
Entre as seguintes opções, qual é a conduta adjuvante mais adequada de acordo com as evidências atuais?
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Sobre o manejo do carcinoma renal localizado (T1– T2, N0M0), considerando opções cirúrgicas, ablativas e estratégias conservadoras, assinale a alternativa correta.
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Menina de 3 anos, previamente hígida, apresenta três episódios de pielonefrite febril confirmada por cultura no último ano. Ecografia pós-infecção foi normal. Os pais relatam constipação intestinal, evacuações infrequentes, escapes urinários ocasionais e padrão miccional com intervalos prolongados. A investigação mostra refluxo vesicoureteral bilateral grau II.
Qual é a conduta inicial mais adequada nesse contexto clínico?
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Mulher de 84 anos, frágil, com hipertensão, diabetes controlada, degeneração cognitiva leve e antecedente de três ITUs no último ano.
Refere urgência intensa, episódios de urge-incontinência, noctúria 3–4x/noite e fluxo enfraquecido. Nega dor. Exame físico: sem prolapso significativo. Exames:
• EAS: leucocitúria leve, sem bacteriúria significativa.
• RM de pelve (prévia): sem massas, sem bexiga neurogênica estrutural.
• Volume residual pós-miccional: 220 mL.
• Medicamentos em uso: oxibutinina 5 mg 2×/dia, anlodipina, sertralina, metformina.
Na reavaliação, o paciente relata boca seca intensa, confusão episódica ao entardecer e piora da mobilidade desde o início da oxibutinina.
Considerando as evidências específicas para idosos, qual é a melhor conduta?
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Homem de 52 anos procura a Unidade Básica de Saúde após insistência da esposa. Relata que “nunca vai ao médico” e veio apenas porque está cansado no final do dia. Não tem sintomas urinários, pratica pouca atividade física, ingere álcool nos fins de semana e tem pai falecido por IAM aos 54 anos. Trabalha em horário comercial, o que dificulta o comparecimento às consultas. Durante a consulta, pergunta ao médico se deve “aproveitar e fazer logo o exame do PSA para prevenir câncer de próstata”.
De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) e a Abordagem Primária à Saúde (APS) e conforme a recomendação formal do Ministério da Saúde/INCA, qual deve ser a resposta mais adequada?
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Um homem de 32 anos, previamente hígido, apresenta episódios recorrentes de dor em flanco direito. A tomografia mostra obstrução congênita da junção pieloureteral (JPU) direita com dilatação pielocalicial e múltiplos cálculos de cálcio no rim ipsilateral. Função renal global preservada, sem alterações laboratoriais importantes. O urologista indica pieloplastia laparoscópica para correção definitiva da obstrução.
Em relação ao manejo global desse paciente, qual é a conduta mais adequada para reduzir o risco de recorrência de cálculos após a correção cirúrgica?
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Uma auditoria interna identifica inconformidades no fluxo de materiais em um centro cirúrgico durante o processo de limpeza terminal das salas operatórias. Durante a higienização, observa-se a presença de materiais previamente esterilizados expostos na sala.
Considerando os princípios de biossegurança e controle de infecção hospitalar, qual é a conduta mais adequada?
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Paciente masculino, 42 anos, vítima de TCE grave, evolui para suspeita clínica de morte encefálica (ME). A equipe assistente inicia o protocolo. Durante o processo:
• EEG não está disponível no hospital.
• O segundo médico avaliador pertence ao mesmo serviço, mas não participa da equipe de transplantes.
• A família demonstra dúvida, perguntando se a retirada de órgãos pode ser iniciada antes da conclusão dos exames confirmatórios.
• O coordenador da CIHDOTT afirma que só poderá entrevistar a família após o término do protocolo de ME.
Segundo a Portaria GM/MS nº 2.600/2009, qual é a conduta correta?
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Homem de 58 anos, com doença renal crônica estágio 5 por nefroesclerose hipertensiva, está em hemodiálise há 13 mesesm tendo sido encaminhado para avaliação pré-transplante renal.
• Antecedentes incluem: diabetes tipo 2 controlado; infarto agudo do miocárdio há 2 anos, tratado com angioplastia e endoprótese coronariana (“Stent”) farmacológica; obesidade grau I e episódio prévio de pneumonia.
• Sorologias virais adequadas, exceto sorologia negativa para varicela-zóster.
• Atualmente encontra-se assintomático do ponto de vista cardiovascular, com exames cardiológicos recentes normais.
Qual é o próximo passo mais apropriado antes da listagem para transplante renal?
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Homem de 63 anos com tumor renal de 4,2 cm em polo superior é programado para nefrectomia parcial, apresentando IMC 33, histórico de múltiplas cirurgias abdominais prévias e tumor posterior de acesso difícil. Ele refere o desejo por menor tempo de internação e melhor preservação da função renal. O serviço dispõe de cirurgia laparoscópica convencional e cirurgia robótica.
Considerando aspectos técnicos e resultados comparativos entre as abordagens, qual é a melhor argumentação para se preferir a cirurgia robótica nesse caso?
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