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O técnico em enfermagem do ambulatório médico está exposto a ruído ocupacional. Foi feita uma avaliação da exposição seguindo-se todos os preceitos da Norma de Higiene Ocupacional (NHO 01) da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro). As condições operacionais e ambientais habituais que envolvem o trabalhador no exercício de suas funções foram abarcadas pelas medições. Os períodos de amostragens foram adequadamente escolhidos, de modo que são representativos da exposição do trabalhador.
Os resultados da avaliação referida são apresentados na tabela abaixo

Sabendo que a jornada laboral do Técnico em Enfermagem é de 12 horas diárias, a dose de ruído projetada para a sua jornada diária de trabalho será de
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De acordo com a Norma de Higiene Ocupacional (NHO 01) da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), a velocidade do ar no ambiente laboral pode interferir no desempenho do medidor de nível de pressão sonora durante a avaliação de ruído.
Para essas situações, a NHO 01 recomenda
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Conforme resultado de avaliação, o maqueiro que trabalha na emergência do hospital regional esteve exposto a ruído de ocupacional durante toda a sua jornada laboral. Como a jornada laboral do maqueiro é diferente da jornada padrão (08h:00min), foi calculado o nível de exposição normalizado (NEN) para fins de comparação com o limite de exposição, obtendo-se um NEN de 98,00 dB(A).
Já no seu primeiro dia de trabalho, o Maqueiro foi devidamente treinado e orientado pelo Técnico de Segurança do Trabalho (TST) para o correto uso do protetor auricular. O TST registrou o fornecimento do protetor, como também exigiu o seu uso durante toda a jornada laboral do maqueiro, atendendo as exigências da Norma Regulamentadora N.º 6.
Consultado o sítio eletrônico do Ministério do Trabalho, foi observado que o certificado de aprovação (CA) do protetor auricular está válido e possui a seguinte tabela de atenuação:

Dessa forma, utilizando o prescrito pela Norma ANSI S12.6/1997 – método B, o NEN atenuado do Maqueiro será de
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Durante a sua jornada laboral, a enfermeira se expõe ao calor de forma repetida e contínua, conforme dados a seguir:

Sabendo que há exposição direta à carga solar apenas na situação térmica 2 durante esse ciclo de exposição, o IBUTG médio ponderado da enfermeira será de
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O quadro abaixo apresenta os resultados da avaliação de um trabalhador que desenvolve suas atividades na lavanderia do hospital, no que concerne á exposição ocupacional desse trabalhador ao calor.

Sabendo que a taxa metabólica do trabalhador é igual em todas as situações térmicas desse
ciclo de exposição e que a sua jornada diária é de 08h:00min, a hora dessa jornada que
deverá ser utilizada para o cálculo do
é a
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De acordo com a Norma de Higiene Ocupacional (NHO 06) da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), os termôm etros deverão estar acomodados num mesmo plano vertical e colocados próximos uns dos outros, sem, no entanto, se tocarem.
Essa exigência da NHO 06 é necessária quando
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A última fase da higiene ocupacional é o controle dos agentes de riscos para a prevenção do adoecimento dos trabalhadores. Porém, para que esse controle seja eficaz, é necessário utilizar a estratégia de amostragem (EAM) afim de compreender o perfil da exposição dos trabalhadores aos agentes físicos, químicos e biológicos.
Dessa forma, sabe-se que a distribuição de probabilidade que mais frequentemente se ajusta às exposições ocupacionais é uma
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Devido à construção do novo centro cirúrgico da maternidade, fez-se necessária uma avaliação quantitativa da exposição ocupacional à sílica livre cristalina. No resultado enviado pelo laboratório de higiene ocupacional, observar-se que há um percentual de 13% de quartzo na amostra.
Para a coleta dessa amostra foram observados os preceitos da Norma de Higiene Ocupacional (NHO 08) da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), onde foi utilizado um dispositivo de coleta do tipo cassete de três seções com filtro de membrana e suporte do filtro.
Dessa forma, o limite de tolerância da poeira de sílica nessa amostra conforme a Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15) é
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Durante a fase de reconhecimento de riscos do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) do hospital geral de emergências, foi observado que o técnico em imobilização ortopédica está exposto ao sulfato de cálcio (CaSO4).
Após consultar a Norma Regulamentadora N.º 15 (NR 15), observou-se que esta não apresenta um limite de tolerância para o sulfato de cálcio; porém, a Norma Regulamentadora N.º9 permite a utilização dos limites preconizados pela American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH® ).
Foi verificado que, para a ACGIH® , o sulfato de cálcio possui um Threshold Limit Value (TLV® ) do tipo Time-Weighted Average (TWA® ) de 10,0 mg/m³(I) .
Portanto, o dispositivo de coleta necessário para atender esse TLV-TWA® será o
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Durante a sua jornada laboral, um trabalhador está exposto simultaneamente a Acetato de Benzila, Ácido Acrílico e Dipropil cetona. Realizadas as avaliações quantitativas e consultada a American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH® ), tem-se os seguintes dados:

Utilizando-se a fórmula de efeito aditivo para misturas fornecida pela ACGIH® , o limite de exposição dessa mistura será de
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