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Uma paciente portadora de lúpus eritematoso sistêmico, com trinta e quatro anos de idade, apresenta-se com síndrome nefrítica, com creatinina de 1,5 mg/dL e ureia de 60 mg/dL, hipocomplementemia, anti-ds-DNA 1:320, EAS proliferativo e proteinúria de 2,6 g/24 h. Em uma biópsia renal, foram obtidos 9 glomérulos, sendo 3 comprometidos, com cariorrexe, lesões em alça de arame, um crescente celular e necrose fibrinoide. O laudo foi de uma glomerulonefrite proliferativa focal (classe III da OMS e ISN/RPS).
Acerca desse caso clínico, julgue o item que se segue.
Pacientes com essas características têm uma evolução favorável, com um pequeno risco de evolução para insuficiência renal terminal.
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Acerca de exames de laboratório em reumatologia nos casos de lúpus e síndrome antifosfolípide, julgue o item a seguir.
A detecção de anti-DNA nativo pelo método de imunofluorescência com o substrato Crithidia lucilae tem maior especificidade e menos sensibilidade para o diagnóstico de lúpus que a sua detecção pelo método de ELISA.
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Acerca de exames de laboratório em reumatologia nos casos de lúpus e síndrome antifosfolípide, julgue o item a seguir.
A detecção do inibidor lúpico é feita em três fases. Na primeira fase, utiliza-se um teste fosfolípide dependente, como o TTPA; na segunda, um teste com o soro do paciente e soro de pacientes normais (mixing); na terceira, um teste de neutralização com uma fonte de fosfolípides, como o plasma rico em plaquetas.
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Acerca de exames de laboratório em reumatologia nos casos de lúpus e síndrome antifosfolípide, julgue o item a seguir.
O FAN com padrão pontilhado fino denso não se associa de forma específica a qualquer doença reumática, nem a risco de desenvolvimento de doenças futuras.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
O tratamento da gota visa diminuir a dor e a inflamação nas crises agudas e a correção da hiperuricemia subjacente: os medicamentos redutores de urato (como o alopurinol)reduzem o risco de crises agudas nos primeiros seis meses de tratamento.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
A gota, uma das formas mais comuns de artrite inflamatória, é causada por acúmulo excessivo de cristais de urato (urato monossódico) nos espaços articulares, cartilagens, ossos, tendões, bursas, entre outros, e fatores de risco incluem obesidade ou sobrepeso, hipertensão arterial, ingesta debebidas alcoólicas, disfunção renal, uso de diuréticos e dieta rica em frutose, carnes vermelhas e frutos do mar.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
Exercícios físicos supervisionados são recomendados para os pacientes com diagnóstico de osteoporose, visando alongamento, melhora do equilíbrio e fortalecimento muscular (principalmente exercícios de fortalecimento do quadríceps, de extensão, rotação e flexão da coluna), o que contribui de maneira significativa para melhorar a qualidade de vida, reduzir o risco de quedas, com evidências de redução substancial do risco de fraturas.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
O Colégio Americano de Reumatologia recomenda fortemente, em sua diretriz de 2019, o uso da combinação de glucosamina e sulfato de condroitina para pacientes com osteoartrite de quadril e(ou) joelhos.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
A maioria dos pacientes com lombalgia apresenta causa mecânica ou neuropática para seus sintomas; no entanto, existem sinais de alerta que requerem pronta investigação: febre, perda de peso, dor em crescendo, dor aguda, localizada e óssea; alterações esfincterianas; e dor visceral, devendo-se descartar hipóteses como aneurisma de aorta abdominal, compressão da cauda equina, pancreatite, causas infecciosas e neoplasias.
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Paciente do sexo feminino, com 68 anos de idade, merendeira aposentada, hipertensa, queixa-se de lombalgia há mais de trinta anos. Procurou atendimento, pois refere que houve mudança no padrão e piora da dor: além de piorar quando ela fica muito tempo sentada ou em pé, ela passou a ter dificuldade para calçar meias e se levantar de cadeiras mais baixas. Já teve crise de gota em hálux direito. Parou o uso do alopurinol por conta própria, pois afirma que não sentiu mais nada. É sedentária. Relata histórico familiar de osteoporose (mãe e irmãs).
Tendo como referência o caso clínico hipotético acima, julgue o item a seguir.
A lombalgia é causa comum de perda de produtividade no trabalho e gera alto custo para o sistema de saúde: fatores genéticos, ambientais (trabalhos que envolvem carga), comorbidades psiquiátricas e tempo de duração do primeiro episódio de dor lombar são fatores predisponentes à cronificação da dor.
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