Magna Concursos

Foram encontradas 320 questões.

Com relação ao funcionamento do computador, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Convencidos de que poderiam enviar mensagens para seres na Lua, um grupo de amigos começou a organizar pedras que brilham ao luar em uma clareira no campo. Na primeira noite, colocaram 1 pedra. Na noite seguinte, aumentaram o sinal com mais 3 pedras. Na terceira noite, usaram mais 5 pedras. A cada noite, o número de pedras adicionadas seguia esse padrão, sempre aumentando em 2.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número total de pedras utilizadas ao final da oitava noite.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Durante um festival medieval, um grupo de 60 cavaleiros foi convidado a participar de duas atividades tradicionais: duelo de espadas e justas. Sabe-se que 36 cavaleiros participaram do duelo de espadas, 30 participaram das justas, e 18 participaram de ambas as atividades.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de cavaleiros que não participaram de nenhuma das duas atividades.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que apresenta uma proposição logicamente equivalente à proposição: “Se a princesa beijou, então o sapo virou príncipe”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Ana vai preparar um chá para seus convidados e, para isso, conta com uma caixinha contendo 20 sachês de chá, todos do mesmo formato e tamanho. A única diferença entre eles é a cor da embalagem, que indica o sabor. Na caixa, há 7 sachês de camomila, 5 de hortelã, 4 de erva-doce e 4 de gengibre com limão. Ana escolhe um sachê ao acaso, sem olhar diretamente para a cor.
Assinale a alternativa que apresenta a probabilidade de Ana escolher um sachê de erva-doce ou de gengibre com limão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para a questão.  


"Tenho apenas uma hora livre por semana

para estudar. Não tenho tempo para ler materiais

acadêmicos. Não sei enviar um e-mail e tenho

dificuldades básicas com a norma culta da língua

portuguesa."

Temos a oportunidade perfeita e que encaixa

no seu perfil. Oferecemos uma graduação

inteiramente on-line em direito, sem necessidade de

prova para ingressar e por apenas 200 reais por mês.

Embora fictício, o diálogo acima revela uma

tendência real e preocupante no ensino superior

brasileiro: a banalização da formação, guiada por uma

parte da indústria privada de ensino superior que se

tornou fábrica de diplomas, em nome da inclusão

aparente.

Tudo que envolve o oferecimento de um

diploma universitário é positivo? Não.

Acredito que a inclusão passa por políticas de

cotas e reserva de vagas, para que o acesso de grupos

minoritários seja possível; por políticas de

permanência, como auxílio-transporte, moradia e

programas de bolsa; e também, por exemplo, pelo

oferecimento de cursos de reforço, como matemática

básica, gramática e até mesmo tecnologias digitais,

dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar

um e-mail.

Por outro lado, indo pelo extremo oposto, não

passa por oferecer um diploma de médico para

alguém que nunca assistiu a uma aula, pois fez uma

graduação remota, e que não sabe fazer uma simples

regra de três; tampouco passa por oferecer uma

formação sem a mínima infraestrutura, dado que a

preocupação é unicamente com a escala e,

consequentemente, com o lucro.

Perdoem-me a franqueza, mas não acho que

estamos diante de um cenário em que essas

instituições estão com boas intenções, mas apenas

errando o tom. A verdade é que estamos diante de

uma estratégia deliberada, que maquia a falta de

responsabilidade e ética de inclusão e

democratização.

Primeiramente, precisamos pensar no grande

público-alvo dessa indústria de diplomas. São pessoas

de baixa renda, boa parte já inserida no mercado de

trabalho e com baixa remuneração, com pouca

proximidade com o ensino superior e grandes déficits

na educação básica, como leitura e raciocínio lógico.

De modo geral, "presas fáceis". Indivíduos que

sonham em ter alguma mobilidade social e a vida,

minimamente, mais confortável. A associação entre

esse progresso e o ensino superior os motiva, mas a

verdade é que a maioria nem sabe que há

universidades públicas, ou simplesmente não se acha

capaz de entrar em uma, ou nem entende os meios

de ingresso. Outra parte, infelizmente, dadas as

grandes lacunas na educação básica, teria grandes

dificuldades com o Enem e demais vestibulares e

acaba desistindo de ingressar em uma pública ou

privada de excelência e séria — ainda bem, ainda

existem — via sistemas de bolsa.

O ensino superior precisa, sim, ser acessível e

ter seu acesso democratizado. Mas é covardia — e

também maldade e falta de ética — construir uma

narrativa falaciosa, em nome da inclusão, cujo único

objetivo é o lucro pelo lucro. Não há nada de inclusivo

em abandonar a responsabilidade com as

consequências de formar mal quem mais precisa de

uma educação de qualidade. A grande ironia é que a

falsa inclusão é, na verdade, uma sofisticada forma de

exclusão.

Vinícius de Andrade. Indústria de diplomas e a falácia da inclusão. 12/6/2025. Internet: https://amp.dw.com (com adaptações).


O sujeito gramatical das orações que formam o primeiro parágrafo do texto classifica-se como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para a questão.  


"Tenho apenas uma hora livre por semana

para estudar. Não tenho tempo para ler materiais

acadêmicos. Não sei enviar um e-mail e tenho

dificuldades básicas com a norma culta da língua

portuguesa."

Temos a oportunidade perfeita e que encaixa

no seu perfil. Oferecemos uma graduação

inteiramente on-line em direito, sem necessidade de

prova para ingressar e por apenas 200 reais por mês.

Embora fictício, o diálogo acima revela uma

tendência real e preocupante no ensino superior

brasileiro: a banalização da formação, guiada por uma

parte da indústria privada de ensino superior que se

tornou fábrica de diplomas, em nome da inclusão

aparente.

Tudo que envolve o oferecimento de um

diploma universitário é positivo? Não.

Acredito que a inclusão passa por políticas de

cotas e reserva de vagas, para que o acesso de grupos

minoritários seja possível; por políticas de

permanência, como auxílio-transporte, moradia e

programas de bolsa; e também, por exemplo, pelo

oferecimento de cursos de reforço, como matemática

básica, gramática e até mesmo tecnologias digitais,

dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar

um e-mail.

Por outro lado, indo pelo extremo oposto, não

passa por oferecer um diploma de médico para

alguém que nunca assistiu a uma aula, pois fez uma

graduação remota, e que não sabe fazer uma simples

regra de três; tampouco passa por oferecer uma

formação sem a mínima infraestrutura, dado que a

preocupação é unicamente com a escala e,

consequentemente, com o lucro.

Perdoem-me a franqueza, mas não acho que

estamos diante de um cenário em que essas

instituições estão com boas intenções, mas apenas

errando o tom. A verdade é que estamos diante de

uma estratégia deliberada, que maquia a falta de

responsabilidade e ética de inclusão e

democratização.

Primeiramente, precisamos pensar no grande

público-alvo dessa indústria de diplomas. São pessoas

de baixa renda, boa parte já inserida no mercado de

trabalho e com baixa remuneração, com pouca

proximidade com o ensino superior e grandes déficits

na educação básica, como leitura e raciocínio lógico.

De modo geral, "presas fáceis". Indivíduos que

sonham em ter alguma mobilidade social e a vida,

minimamente, mais confortável. A associação entre

esse progresso e o ensino superior os motiva, mas a

verdade é que a maioria nem sabe que há

universidades públicas, ou simplesmente não se acha

capaz de entrar em uma, ou nem entende os meios

de ingresso. Outra parte, infelizmente, dadas as

grandes lacunas na educação básica, teria grandes

dificuldades com o Enem e demais vestibulares e

acaba desistindo de ingressar em uma pública ou

privada de excelência e séria — ainda bem, ainda

existem — via sistemas de bolsa.

O ensino superior precisa, sim, ser acessível e

ter seu acesso democratizado. Mas é covardia — e

também maldade e falta de ética — construir uma

narrativa falaciosa, em nome da inclusão, cujo único

objetivo é o lucro pelo lucro. Não há nada de inclusivo

em abandonar a responsabilidade com as

consequências de formar mal quem mais precisa de

uma educação de qualidade. A grande ironia é que a

falsa inclusão é, na verdade, uma sofisticada forma de

exclusão.

Vinícius de Andrade. Indústria de diplomas e a falácia da inclusão. 12/6/2025. Internet: https://amp.dw.com (com adaptações).


O verbo “passa”, em “tampouco passa por oferecer uma formação sem a mínima infraestrutura” (linhas 31 e 32), concorda com o termo
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para a questão.  


"Tenho apenas uma hora livre por semana

para estudar. Não tenho tempo para ler materiais

acadêmicos. Não sei enviar um e-mail e tenho

dificuldades básicas com a norma culta da língua

portuguesa."

Temos a oportunidade perfeita e que encaixa

no seu perfil. Oferecemos uma graduação

inteiramente on-line em direito, sem necessidade de

prova para ingressar e por apenas 200 reais por mês.

Embora fictício, o diálogo acima revela uma

tendência real e preocupante no ensino superior

brasileiro: a banalização da formação, guiada por uma

parte da indústria privada de ensino superior que se

tornou fábrica de diplomas, em nome da inclusão

aparente.

Tudo que envolve o oferecimento de um

diploma universitário é positivo? Não.

Acredito que a inclusão passa por políticas de

cotas e reserva de vagas, para que o acesso de grupos

minoritários seja possível; por políticas de

permanência, como auxílio-transporte, moradia e

programas de bolsa; e também, por exemplo, pelo

oferecimento de cursos de reforço, como matemática

básica, gramática e até mesmo tecnologias digitais,

dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar

um e-mail.

Por outro lado, indo pelo extremo oposto, não

passa por oferecer um diploma de médico para

alguém que nunca assistiu a uma aula, pois fez uma

graduação remota, e que não sabe fazer uma simples

regra de três; tampouco passa por oferecer uma

formação sem a mínima infraestrutura, dado que a

preocupação é unicamente com a escala e,

consequentemente, com o lucro.

Perdoem-me a franqueza, mas não acho que

estamos diante de um cenário em que essas

instituições estão com boas intenções, mas apenas

errando o tom. A verdade é que estamos diante de

uma estratégia deliberada, que maquia a falta de

responsabilidade e ética de inclusão e

democratização.

Primeiramente, precisamos pensar no grande

público-alvo dessa indústria de diplomas. São pessoas

de baixa renda, boa parte já inserida no mercado de

trabalho e com baixa remuneração, com pouca

proximidade com o ensino superior e grandes déficits

na educação básica, como leitura e raciocínio lógico.

De modo geral, "presas fáceis". Indivíduos que

sonham em ter alguma mobilidade social e a vida,

minimamente, mais confortável. A associação entre

esse progresso e o ensino superior os motiva, mas a

verdade é que a maioria nem sabe que há

universidades públicas, ou simplesmente não se acha

capaz de entrar em uma, ou nem entende os meios

de ingresso. Outra parte, infelizmente, dadas as

grandes lacunas na educação básica, teria grandes

dificuldades com o Enem e demais vestibulares e

acaba desistindo de ingressar em uma pública ou

privada de excelência e séria — ainda bem, ainda

existem — via sistemas de bolsa.

O ensino superior precisa, sim, ser acessível e

ter seu acesso democratizado. Mas é covardia — e

também maldade e falta de ética — construir uma

narrativa falaciosa, em nome da inclusão, cujo único

objetivo é o lucro pelo lucro. Não há nada de inclusivo

em abandonar a responsabilidade com as

consequências de formar mal quem mais precisa de

uma educação de qualidade. A grande ironia é que a

falsa inclusão é, na verdade, uma sofisticada forma de

exclusão.

Vinícius de Andrade. Indústria de diplomas e a falácia da inclusão. 12/6/2025. Internet: https://amp.dw.com (com adaptações).


Assinale a alternativa em que é apresentada uma reescrita gramaticalmente correta e com o mesmo sentido do seguinte trecho do texto: “dadas as grandes lacunas na educação básica” (linhas 55 e 56).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para a questão.  


"Tenho apenas uma hora livre por semana

para estudar. Não tenho tempo para ler materiais

acadêmicos. Não sei enviar um e-mail e tenho

dificuldades básicas com a norma culta da língua

portuguesa."

Temos a oportunidade perfeita e que encaixa

no seu perfil. Oferecemos uma graduação

inteiramente on-line em direito, sem necessidade de

prova para ingressar e por apenas 200 reais por mês.

Embora fictício, o diálogo acima revela uma

tendência real e preocupante no ensino superior

brasileiro: a banalização da formação, guiada por uma

parte da indústria privada de ensino superior que se

tornou fábrica de diplomas, em nome da inclusão

aparente.

Tudo que envolve o oferecimento de um

diploma universitário é positivo? Não.

Acredito que a inclusão passa por políticas de

cotas e reserva de vagas, para que o acesso de grupos

minoritários seja possível; por políticas de

permanência, como auxílio-transporte, moradia e

programas de bolsa; e também, por exemplo, pelo

oferecimento de cursos de reforço, como matemática

básica, gramática e até mesmo tecnologias digitais,

dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar

um e-mail.

Por outro lado, indo pelo extremo oposto, não

passa por oferecer um diploma de médico para

alguém que nunca assistiu a uma aula, pois fez uma

graduação remota, e que não sabe fazer uma simples

regra de três; tampouco passa por oferecer uma

formação sem a mínima infraestrutura, dado que a

preocupação é unicamente com a escala e,

consequentemente, com o lucro.

Perdoem-me a franqueza, mas não acho que

estamos diante de um cenário em que essas

instituições estão com boas intenções, mas apenas

errando o tom. A verdade é que estamos diante de

uma estratégia deliberada, que maquia a falta de

responsabilidade e ética de inclusão e

democratização.

Primeiramente, precisamos pensar no grande

público-alvo dessa indústria de diplomas. São pessoas

de baixa renda, boa parte já inserida no mercado de

trabalho e com baixa remuneração, com pouca

proximidade com o ensino superior e grandes déficits

na educação básica, como leitura e raciocínio lógico.

De modo geral, "presas fáceis". Indivíduos que

sonham em ter alguma mobilidade social e a vida,

minimamente, mais confortável. A associação entre

esse progresso e o ensino superior os motiva, mas a

verdade é que a maioria nem sabe que há

universidades públicas, ou simplesmente não se acha

capaz de entrar em uma, ou nem entende os meios

de ingresso. Outra parte, infelizmente, dadas as

grandes lacunas na educação básica, teria grandes

dificuldades com o Enem e demais vestibulares e

acaba desistindo de ingressar em uma pública ou

privada de excelência e séria — ainda bem, ainda

existem — via sistemas de bolsa.

O ensino superior precisa, sim, ser acessível e

ter seu acesso democratizado. Mas é covardia — e

também maldade e falta de ética — construir uma

narrativa falaciosa, em nome da inclusão, cujo único

objetivo é o lucro pelo lucro. Não há nada de inclusivo

em abandonar a responsabilidade com as

consequências de formar mal quem mais precisa de

uma educação de qualidade. A grande ironia é que a

falsa inclusão é, na verdade, uma sofisticada forma de

exclusão.

Vinícius de Andrade. Indústria de diplomas e a falácia da inclusão. 12/6/2025. Internet: https://amp.dw.com (com adaptações).


No texto, a palavra “falaciosa” (linha 64) veicula o mesmo sentido de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto para a questão.  


"Tenho apenas uma hora livre por semana

para estudar. Não tenho tempo para ler materiais

acadêmicos. Não sei enviar um e-mail e tenho

dificuldades básicas com a norma culta da língua

portuguesa."

Temos a oportunidade perfeita e que encaixa

no seu perfil. Oferecemos uma graduação

inteiramente on-line em direito, sem necessidade de

prova para ingressar e por apenas 200 reais por mês.

Embora fictício, o diálogo acima revela uma

tendência real e preocupante no ensino superior

brasileiro: a banalização da formação, guiada por uma

parte da indústria privada de ensino superior que se

tornou fábrica de diplomas, em nome da inclusão

aparente.

Tudo que envolve o oferecimento de um

diploma universitário é positivo? Não.

Acredito que a inclusão passa por políticas de

cotas e reserva de vagas, para que o acesso de grupos

minoritários seja possível; por políticas de

permanência, como auxílio-transporte, moradia e

programas de bolsa; e também, por exemplo, pelo

oferecimento de cursos de reforço, como matemática

básica, gramática e até mesmo tecnologias digitais,

dado que há discentes, já vi, que não sabem mandar

um e-mail.

Por outro lado, indo pelo extremo oposto, não

passa por oferecer um diploma de médico para

alguém que nunca assistiu a uma aula, pois fez uma

graduação remota, e que não sabe fazer uma simples

regra de três; tampouco passa por oferecer uma

formação sem a mínima infraestrutura, dado que a

preocupação é unicamente com a escala e,

consequentemente, com o lucro.

Perdoem-me a franqueza, mas não acho que

estamos diante de um cenário em que essas

instituições estão com boas intenções, mas apenas

errando o tom. A verdade é que estamos diante de

uma estratégia deliberada, que maquia a falta de

responsabilidade e ética de inclusão e

democratização.

Primeiramente, precisamos pensar no grande

público-alvo dessa indústria de diplomas. São pessoas

de baixa renda, boa parte já inserida no mercado de

trabalho e com baixa remuneração, com pouca

proximidade com o ensino superior e grandes déficits

na educação básica, como leitura e raciocínio lógico.

De modo geral, "presas fáceis". Indivíduos que

sonham em ter alguma mobilidade social e a vida,

minimamente, mais confortável. A associação entre

esse progresso e o ensino superior os motiva, mas a

verdade é que a maioria nem sabe que há

universidades públicas, ou simplesmente não se acha

capaz de entrar em uma, ou nem entende os meios

de ingresso. Outra parte, infelizmente, dadas as

grandes lacunas na educação básica, teria grandes

dificuldades com o Enem e demais vestibulares e

acaba desistindo de ingressar em uma pública ou

privada de excelência e séria — ainda bem, ainda

existem — via sistemas de bolsa.

O ensino superior precisa, sim, ser acessível e

ter seu acesso democratizado. Mas é covardia — e

também maldade e falta de ética — construir uma

narrativa falaciosa, em nome da inclusão, cujo único

objetivo é o lucro pelo lucro. Não há nada de inclusivo

em abandonar a responsabilidade com as

consequências de formar mal quem mais precisa de

uma educação de qualidade. A grande ironia é que a

falsa inclusão é, na verdade, uma sofisticada forma de

exclusão.

Vinícius de Andrade. Indústria de diplomas e a falácia da inclusão. 12/6/2025. Internet: https://amp.dw.com (com adaptações).


No trecho “ainda bem, ainda existem” (linhas 59 e 60), o autor faz referência à existência de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas