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Leia o texto para responder a questão.

Invasão de danos


Como se resolver o problema do déficit habitacional já não fosse tarefa complexa, invasões orquestradas por movimentos de sem-teto em empreendimentos populares inacabados adicionam à equação dificuldades nada desprezíveis – e não apenas para as autoridades.

Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos que, à margem da lei, decidem se apossar de conjuntos habitacionais construídos com recursos públicos.
Na cidade de São Paulo, 1.427 famílias de baixa renda continuam à espera de moradias do programa federal devido a danos causados por invasores.
Não satisfeitos em ocupar ilegalmente unidades quase prontas, que dependiam apenas de ligações de água e de esgoto para serem entregues, os sem-teto depredaram e incendiaram instalações de oito condomínios quando a polícia comandou uma ação de reintegração de posse.
O vandalismo tornou necessário reformar os empreendimentos. Assim, não se sabe quando as unidades, em construção desde 2010, serão oferecidas às famílias. Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias.
Os próprios sem-teto agradeceriam se os recursos não precisassem ser aplicados duas vezes no mesmo apartamento.


(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)

Na passagem do primeiro parágrafo – … invasões orquestradas por movimentos de sem-teto… –, o termo em destaque significa
 

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Invasão de danos


Como se resolver o problema do déficit habitacional já não fosse tarefa complexa, invasões orquestradas por movimentos de sem-teto em empreendimentos populares inacabados adicionam à equação dificuldades nada desprezíveis – e não apenas para as autoridades.

Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos que, à margem da lei, decidem se apossar de conjuntos habitacionais construídos com recursos públicos.
Na cidade de São Paulo, 1.427 famílias de baixa renda continuam à espera de moradias do programa federal devido a danos causados por invasores.
Não satisfeitos em ocupar ilegalmente unidades quase prontas, que dependiam apenas de ligações de água e de esgoto para serem entregues, os sem-teto depredaram e incendiaram instalações de oito condomínios quando a polícia comandou uma ação de reintegração de posse.
O vandalismo tornou necessário reformar os empreendimentos. Assim, não se sabe quando as unidades, em construção desde 2010, serão oferecidas às famílias. Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias.
Os próprios sem-teto agradeceriam se os recursos não precisassem ser aplicados duas vezes no mesmo apartamento.


(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego e à colocação do pronome, conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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Leia a charge.
enunciado 193659-1

Analisando os sentidos estabelecidos na charge, a lacuna deve ser preenchida com:
 

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Invasão de danos


Como se resolver o problema do déficit habitacional já não fosse tarefa complexa, invasões orquestradas por movimentos de sem-teto em empreendimentos populares inacabados adicionam à equação dificuldades nada desprezíveis – e não apenas para as autoridades.

Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos que, à margem da lei, decidem se apossar de conjuntos habitacionais construídos com recursos públicos.
Na cidade de São Paulo, 1.427 famílias de baixa renda continuam à espera de moradias do programa federal devido a danos causados por invasores.
Não satisfeitos em ocupar ilegalmente unidades quase prontas, que dependiam apenas de ligações de água e de esgoto para serem entregues, os sem-teto depredaram e incendiaram instalações de oito condomínios quando a polícia comandou uma ação de reintegração de posse.
O vandalismo tornou necessário reformar os empreendimentos. Assim, não se sabe quando as unidades, em construção desde 2010, serão oferecidas às famílias. Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias.
Os próprios sem-teto agradeceriam se os recursos não precisassem ser aplicados duas vezes no mesmo apartamento.


(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)

As informações do texto permitem concluir que a ocupação de empreendimentos populares inacabados
 

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Invasão de danos


Como se resolver o problema do déficit habitacional já não fosse tarefa complexa, invasões orquestradas por movimentos de sem-teto em empreendimentos populares inacabados adicionam à equação dificuldades nada desprezíveis – e não apenas para as autoridades.

Também a população que vive em áreas de risco ou espera há anos por sua residência se vê prejudicada por intervenções de grupos que, à margem da lei, decidem se apossar de conjuntos habitacionais construídos com recursos públicos.
Na cidade de São Paulo, 1.427 famílias de baixa renda continuam à espera de moradias do programa federal devido a danos causados por invasores.
Não satisfeitos em ocupar ilegalmente unidades quase prontas, que dependiam apenas de ligações de água e de esgoto para serem entregues, os sem-teto depredaram e incendiaram instalações de oito condomínios quando a polícia comandou uma ação de reintegração de posse.
O vandalismo tornou necessário reformar os empreendimentos. Assim, não se sabe quando as unidades, em construção desde 2010, serão oferecidas às famílias. Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias.
Os próprios sem-teto agradeceriam se os recursos não precisassem ser aplicados duas vezes no mesmo apartamento.


(Folha de S.Paulo, 26.08.2014. Adaptado)

No período – Agrava-se, pois, a situação de quem hoje vive em condições precárias. – (5.º §), a conjunção em destaque tem o mesmo sentido que a destacada no trecho adaptado da matéria A diplomacia do skate (Época, 14.04.2014):
 

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Milhares de famílias deixam ocupação Copa do Povo


As lonas pretas e azuis de plástico e as toras de madeira começaram a ir para o chão. Se as primeiras faziam as vezes de teto e as outras, de pilastras, o que os ocupantes do terreno Copa do Povo, em Itaquera, na zona leste da capital, esperam encontrar em seu lugar são lajes com telhas e vigas de cimento armado.


(R7, 31/ago/2014. Disponível em http://goo.gl/w6qpGe.

Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)

A desocupação desse terreno ocorreu porque

 

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Termina neste sábado (2 de agosto) o prazo de quatro anos para as cidades brasileiras adequarem sua gestão do lixo às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
(G1, 2/ago/2014. Disponível em . Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)

As principais características da PNRS são
 

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A Prefeitura de São Paulo afirmou que pretende retirar até 40 mil vagas de estacionamento na cidade. A informação foi dada pelo secretário municipal de Transportes.
(Folha, 4/jun/2014. Disponível em http://goo.gl/kpwfeV. Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)
A medida está sendo adotada pela prefeitura para
 

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Planejado e desenhado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o parque, símbolo de área verde e espaço de lazer de São Paulo, completa nesta quinta-feira (21 de agosto) 60 anos de existência.
(UOL, 21/ago/2014. Disponível em http://goo.gl/v8sWzT. Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)
O trecho faz referência ao Parque
 

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Em protesto, integrantes do Ocupe Estelita acampam na Prefeitura

Cerca de 50 ativistas do movimento Ocupe Estelita ocuparam a Prefeitura, no centro da capital, em protesto, na manhã desta segunda (30 de junho). Eles pedem que integrantes do grupo e do Ministério Público sejam recebidos pelo prefeito nas novas negociações que estão sendo feitas em relação ao projeto. O movimento Ocupe Estelita é contrário ao projeto que prevê a construção de 12 torres residenciais e comerciais, com altura variando entre 20 e 41 andares, no terreno José Estelita, que tem uma área de 10 hectares (aproximadamente, equivalente a 10 campos de futebol).

(G1, 30/jun/2014. Disponível em . Último acesso: 6/set/2014. Adaptado)

A ocupação ocorreu
 

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