Foram encontradas 100 questões.

O Texto 2 traz uma crítica, embora implícita e meio velada:
Provas

O Texto 2, pela forma como está desenvolvido, é:
1) um texto narrativo: uma sucessão de fatos vai sendo apresentada em seqüência.
2) um texto descritivo: sua composição gira em torno da apresentação de um objeto.
3) um texto dissertativo: está construído à volta de uma idéia central e outras secundárias.
4) um texto explicativo: aparecem conceitos teóricos que vão sendo aos poucos expostos.
Está(tão) corretas:
Provas
A palavra 'mobilização' apresenta um radical cujo significado tem a ver com:
Provas
O Texto 1 começa falando em "assuntos recorrentes". Na verdade, "assuntos recorrentes" são assuntos:
Provas
Com a expressão "doses maciças de cidadania", o autor quis se referir a intervenções:
Provas
"Para os ricos, a culpa é do "povinho"; para os pobres, é das "elites"; para os profissionais liberais, a culpa é dos "funcionários públicos". Nesse trecho do Texto 1, fica evidente o propósito do autor de tocar no tema da:
Provas
Releia o trecho: "Não tomar jeito é sinônimo de não amadurecer, de não assumir a idade que se tem e as responsabilidades dela advindas." Nesse trecho, o segmento sublinhado se refere às responsabilidades:
Provas
Os dois "brasis" de que fala o Texto 1 são:
1) O Brasil privado, que mantemos, e o Brasil coletivo.
2) O Brasil em que cremos e o outro que "não tem jeito".
3) O Brasil desigual das "elites" e o Brasil do "povinho".
4) O Brasil de outrora e o outro que está sendo destruído atualmente.
Estão corretas:
Provas
TEXTO 1
O Brasil não tem juízo.
Um dos assuntos recorrentes neste país é saber se o Brasil tem jeito. O simples fato de se gastar tempo e energia especulando sobre o tema é uma comprovação da desconfiança que nós, brasileiros, temos com relação à nação em que vivemos. Dizemos que não tem jeito o filho do vizinho que se recusa a estudar; o cunhado que troca horas de trabalho pela sinuca. Não tomar jeito é sinônimo de não amadurecer, de não assumir a idade que se tem e as responsabilidades dela advindas. Na verdade, desconfiamos todos que este nosso país, com milênios de ocupação humana e mais de 500 anos de contato com a civilização ocidental, ainda não tenha atingido sua maturidade. E, o que é pior, parece temermos que nunca venha a atingir.
Como não somos responsáveis pelo filho do vizinho, nem pelo cunhado folgado, constatar sua irresponsabilidade é um simples exercício de observar o outro, o de fora. Já com relação ao país em que vivemos, a coisa se complica: como não podemos atribuir imaturidade às montanhas, aos rios ou vales, ou falta de juízo às estradas, matas e nascentes, quando nos referimos ao Brasil, estamos falando de seus habitantes, todos eles, incluindo nós mesmos. Mas, não é isso que acontece. Falamos do Brasil, apenas, como se não estivéssemos incluídos nele, como se ele fosse uma entidade externa, uma figura mítica, a respeito da qual, obviamente, não temos a menor responsabilidade.
É como se tivéssemos dois brasis, um nosso, privado, que com galhardia, tentamos sustentar, e o outro, coletivo, aquele que “não tem jeito”, que está sendo, historicamente, destruído pelo conjunto de brasileiros (menos nós). Para os ricos, a culpa é do “povinho”; para os pobres, é das “elites”; para os profissionais liberais, a culpa é dos “funcionários públicos”.
Para esses, de fato, o Brasil nunca conseguirá ter jeito. Doses maciças de cidadania e mobilização talvez possam alertar os brasileiros para a responsabilidade de cada um na busca de um Brasil que pode tomar juízo, ou seja, de um Brasil comprometido com o desenvolvimento integral de seu povo.
(Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, pp. 17-18. Adaptado.).
No Texto 1, aparece uma alusão à vinculação do Brasil com a história portuguesa. Isso está presente no trecho:
Provas
TEXTO 1
O Brasil não tem juízo.
Um dos assuntos recorrentes neste país é saber se o Brasil tem jeito. O simples fato de se gastar tempo e energia especulando sobre o tema é uma comprovação da desconfiança que nós, brasileiros, temos com relação à nação em que vivemos. Dizemos que não tem jeito o filho do vizinho que se recusa a estudar; o cunhado que troca horas de trabalho pela sinuca. Não tomar jeito é sinônimo de não amadurecer, de não assumir a idade que se tem e as responsabilidades dela advindas. Na verdade, desconfiamos todos que este nosso país, com milênios de ocupação humana e mais de 500 anos de contato com a civilização ocidental, ainda não tenha atingido sua maturidade. E, o que é pior, parece temermos que nunca venha a atingir.
Como não somos responsáveis pelo filho do vizinho, nem pelo cunhado folgado, constatar sua irresponsabilidade é um simples exercício de observar o outro, o de fora. Já com relação ao país em que vivemos, a coisa se complica: como não podemos atribuir imaturidade às montanhas, aos rios ou vales, ou falta de juízo às estradas, matas e nascentes, quando nos referimos ao Brasil, estamos falando de seus habitantes, todos eles, incluindo nós mesmos. Mas, não é isso que acontece. Falamos do Brasil, apenas, como se não estivéssemos incluídos nele, como se ele fosse uma entidade externa, uma figura mítica, a respeito da qual, obviamente, não temos a menor responsabilidade.
É como se tivéssemos dois brasis, um nosso, privado, que com galhardia, tentamos sustentar, e o outro, coletivo, aquele que “não tem jeito”, que está sendo, historicamente, destruído pelo conjunto de brasileiros (menos nós). Para os ricos, a culpa é do “povinho”; para os pobres, é das “elites”; para os profissionais liberais, a culpa é dos “funcionários públicos”.
Para esses, de fato, o Brasil nunca conseguirá ter jeito. Doses maciças de cidadania e mobilização talvez possam alertar os brasileiros para a responsabilidade de cada um na busca de um Brasil que pode tomar juízo, ou seja, de um Brasil comprometido com o desenvolvimento integral de seu povo.
(Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, pp. 17-18. Adaptado.).
A finalidade pretendida pelo Texto 1 é mostrar que o Brasil "tomará jeito" se:
Provas
Caderno Container