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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Leia as propostas de alteração dadas abaixo e assinale com 1 as que constituem um procedimento facultativo e com 2 as que constituem um procedimento incorreto.
( ) Retirar a vírgula.
( ) Acrescentar vírgula antes de é.
( ) Substituir as vírgulas por travessões.
( ) Acrescentar vírgula antes de que.
A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2374650 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
É possível aumentar a durabilidade de um concreto dosado para atingir uma resistência de 20 MPa aos 28 dias, ajustando o traço para manter a trabalhabilidade, porém sem alterar a resistência final do concreto endurecido, através
 

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2374635 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
A vazão máxima de projeto para uma área de drenagem de 0,5 km2 será determinada pelo Método Racional. A intensidade de chuva e o coeficiente de escoamento superficial são, respectivamente, 72 mm·h-1 e 0,60. A vazão máxima para estas condições será
 

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2374597 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
O diâmetro econômico de uma adutora de água por recalque, para uma vazão aduzida de 0,25 m3·s-1 e fator da fórmula de Bresse igual a 1,2, será
 

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2374576 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Das técnicas elencadas, a mais adequada para a projeção de dados em uma série histórica com 15 anos é
 

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2374511 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Precisa-se executar um aterro com volume compactado de 7.000 m3 e índice de vazios igual a 0,4. Para tal dispõe-se de cinco jazidas do mesmo material, porém com índices de vazios e custos unitários (incluindo escavação e transporte) diferentes, como mostrado na tabela abaixo.
Jazida Índice de vazios Custo unitário (R$/m3)
I 1,0 3,00
II 1,2 2,20
III 0,8 3,00
IV 2,0 1,80
V 1,5 2,00
O menor custo total para execução do referido aterro será alcançado mediante o emprego do material da jazida
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacionalem Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre expressões do texto, considere as afirmações abaixo.
I - A expressão o circo faz referência a “conferência internacional” em Teerã.
II - A expressão uma estupidez sem defesa faz referência a censura que reina no Ocidente.
III - A expressão onde faz referência a governo iraniano.
Quais estão corretas?
 

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Sobre a organização do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, assinale a alternativa correta.
 

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2374490 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Instrução: Os dados abaixo servem de base para as questão.
Suponha uma linha de transporte coletivo com 2 terminais (TC e TB) e 3 paradas intermediárias (P1, P2 e P3), com a seguinte disposição seqüencial: TC, P1, P2, P3, TB. Ainda, no sentido de TC para TB, são os seguintes os totais de embarques e desembarques por terminal/parada durante a hora pico: o primeiro valor representa o número de passageiros embarcando, e o segundo, o número de passageiros desembarcando em cada terminal/parada (200 / 0; 150 / 50; 170 / 40; 125 / 130; 0 / 425). Ainda, a linha é operada por veículos com capacidade para 40 passageiros sentados e 32 passageiros em pé, e o tempo de ciclo veicular completo é de 30 minutos (o tempo de ciclo veicular completo leva em conta tanto o tempo de deslocamento na ida e na volta como o tempo gasto em todas as paradas e terminais).
Qual a frota necessária para operar a linha, considerando que todos os veículos percorram ciclos completos?
 

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2374466 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Na dosagem de misturas asfálticas usinadas a quente pelo Método Marshall, NÃO se leva em consideração
 

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