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Foram encontradas 70 questões.

2374048 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Os custos indiretos considerados na determinação do percentual de BDI a ser aplicado no orçamento de uma obra de edificação são
 

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2374025 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Pretende-se melhorar as características sonoras de um consultório médico, através do uso de diversas placas iguais de um componente disponível, que serão justapostas (uma colada sobre a outra). Cada placa determina, individualmente, um isolamento acústico de 15 dB. Quantas placas deste componente serão necessárias para obter um isolamento acústico igual ou superior a 30 dB?
 

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2374009 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Com relação à tensão trativa, assinale a alternativa correta.
 

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2373980 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
A temperatura da água, vazão, concentrações de DBO e de Oxigênio Dissolvido (OD) de um rio são, respectivamente, 20ºC, 10 ms-1, 1,0 mg·L-1 e 6,0 mg·L-1. Estas condições ocorrem em um ponto imediatamente anterior à descarga de esgotos sanitários não tratados de uma cidade. Os esgotos têm temperatura, vazão, concentrações de DBO e de OD iguais a, respectivamente, 20ºC, 2,0 m3·s-1, 300 mg·L-1 e zero mg·L-1. Ao receber os esgotos não tratados da cidade, o oxigênio dissolvido do rio é consumido até atingir uma concentração mínima de 2,5 mg·L-1 em um trecho situado 25 km a jusante do local de mistura, após a qual a concentração de OD passa a subir novamente. Qual é o déficit de oxigênio dissolvido na seção de mistura entre a água do rio e o esgoto e o déficit crítico de OD? Admita que a concentração de saturação de oxigênio dissolvido a 20ºC é 9,2 mg·L-1.
 

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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 06, 14 e 20, respectivamente.
 

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2373912 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Tem-se uma planilha eletrônica com as áreas totais dos apartamentos de um prédio em incorporação. Deseja- se calcular a fração ideal para cada apartamento a partir de suas áreas totais. No exemplo a seguir, foi digitada uma fórmula, na célula C2, e posteriormente esta foi copiada e colada para as células C3 até C6.
Enunciado 2628869-1
A fórmula que deve ser digitada na célula C2 para que se obtenha o resultado acima é
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a utilização de aspas no texto, considere as afirmações abaixo.
I - O uso de aspas em “problema judaico” serve para indicar que é expressão já consagrada no debate sobre a constituição do Estado de Israel.
II - O uso de aspas em “conferência internacional” e em “especialistas” tem a função de fazer uma ironia.
III - O uso de aspas em “O Holocausto equivale a uma mentira. Conseqüentemente, Israel é uma mentira” tem a função de colocar sob suspeição a comunicação realizada por Frederick Toben, mencionada nas linhas 53 e 54.
Quais estão corretas?
 

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2373831 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Instrução: Os dados abaixo servem de base para as questão.
Suponha uma linha de transporte coletivo com 2 terminais (TC e TB) e 3 paradas intermediárias (P1, P2 e P3), com a seguinte disposição seqüencial: TC, P1, P2, P3, TB. Ainda, no sentido de TC para TB, são os seguintes os totais de embarques e desembarques por terminal/parada durante a hora pico: o primeiro valor representa o número de passageiros embarcando, e o segundo, o número de passageiros desembarcando em cada terminal/parada (200 / 0; 150 / 50; 170 / 40; 125 / 130; 0 / 425). Ainda, a linha é operada por veículos com capacidade para 40 passageiros sentados e 32 passageiros em pé, e o tempo de ciclo veicular completo é de 30 minutos (o tempo de ciclo veicular completo leva em conta tanto o tempo de deslocamento na ida e na volta como o tempo gasto em todas as paradas e terminais).
Qual é o trecho crítico na hora pico em termos de carregamento de passageiros?
 

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2373806 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Com relação à disposição final de resíduos sólidos, assinale a alternativa correta.
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a expressão mentira e conseqüência, presente no título e no corpo do texto, é correto afirmar que
 

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