Foram encontradas 70 questões.
Um supervisor solicitou a um funcionário que procedesse à adaptação de uma placa de rede e uma de som na placa-mãe de seu microcomputador. Considerando que na placa-mãe existem encaixes próprios para tal, o funcionário
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− Todo escriturário deve ter noções de Matemática.
− Alguns funcionários do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo são escriturários.
Se as duas afirmações são verdadeiras, então é correto afirmar que:
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| 1 | 1 | 3 | 1 | 5 | 1 |
| 2 | 2 | 2 | 4 | 2 | 5 |
| 1 | 3 | 3 | 3 | 4 | |
| 4 | 2 | 4 | 3 | ||
| 1 | 5 | 2 | |||
| 6 | 1 |
Completando corretamente esse quadro de acordo com tal critério, a soma dos números que estão faltando é
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Considerando que o alfabeto é o oficial, a palavra que, de acordo com o padrão estabelecido, poderia substituir o ponto de interrogação é
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.
No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.
Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!
Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.
Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".
(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)
A alimentação diária, ...... base de feijão com arroz, fornece ...... população brasileira os nutrientes necessários...... uma boa saúde.
As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.
No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.
Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!
Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.
Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".
(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)
Considere as substituições, por pronomes, dos segmentos grifados:
I. ... incas, maias e astecas já conheciam o feijão = já lhe conheciam.
II. Greco-romanos usavam feijões = usavam-nos.
III. ... que consideram o feijão = que o consideram.
A substituição está feita de modo correto em:
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.
No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.
Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!
Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.
Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".
(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)
A ÚNICA palavra que NÃO exprime o sentido da expressão não vale o feijão que come, no 2º parágrafo, é
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Antes de Colombo aportar na América, incas, maias e astecas já conheciam o feijão, primo da lentilha, da ervilha, da soja. Também na velha Europa o cultivavam. Greco-romanos usavam feijões, inclusive para votar: branco significava sim, preto significava não.
No Brasil, tornou-se parte da identidade nacional. Feijão com arroz, mais uma "mistura", é o prato nosso de cada dia. Em nosso falar cotidiano, ele surge em saborosas expressões, como quando se diz de alguém: não vale o feijão que come.
Há as variações sobre ele: a nacional feijoada, o gaúcho feijão tropeiro, virado à paulista, tutu à mineira. Mocotó e dobradinha com feijão branco. Acarajé, fritura de massa de feijão-fradinho. Abará, outro bolinho, este cozido no vapor. E está na salada, seja o grão cozido, seja o broto. Até doce se faz!
Das centenas de variedades, cada lugar tem o seu predileto. No Nordeste e na Amazônia, é o feijão-de-corda. Em Salvador, o mulatinho ou carioquinha – usam até na feijoada! Em Florianópolis, o vermelho. Em Porto Alegre e no Rio de Janeiro, o preto.
Não à toa, em Sobrados e Mucambos, Gilberto Freyre se inclui entre os estudiosos que consideram o feijão "fator de unificação brasileira".
(Mylton Severiano. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato comunicação e cultura, janeiro 2009, ano 10, nº 117, p. 30, com adaptações)
O texto deixa evidente
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