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Foram encontradas 60 questões.

enunciado 434481-1
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
 

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enunciado 434478-1
O autor faz ver que, no afã de defenderem suas convicções, os doutores do pessimismo
 

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enunciado 434475-1
Atente para as seguintes afirmações:

I. Embora ache saudável a denúncia das barbaridades do mundo, o autor se espanta com o prazer que isso dá a intelectuais e jornalistas que gostam de cultivar a desesperança.

II. Os doutores do pessimismo parecem atribuir a si mesmos, segundo o autor do texto, a qualidade de realistas, que fazem questão de se opor a quem alimenta esperanças de um mundo melhor.

III. No último parágrafo, com alguma ironia, o autor apresenta uma réplica à ideia de que todos os seres humanos estão, igualmente, condenados à infelicidade.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
 

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enunciado 434473-1
O autor do texto insurge-se contra intelectuais e jornalistas que
 

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enunciado 434482-1
Uma nova e correta redação da frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:

I. O egoísmo humano, segundo nos lembra um dos contos machadianos, exemplifica-se bem nas iniciativas em que é a maior rentabilidade individual o motivo mesmo da criação de associações.

II. O fato de serem excessivamente pessimistas as considerações machadianas sobre os interesses humanos acaba resultando em que suas lições despertam interesse diminuído a cada dia.

III. Se as convicções de Machado se mostrarem cada vez mais acertadas, servirão de argumento para quem deseje sustentar o desprendimento pressuposto ao sistema capitalista.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

Depreende-se da leitura do texto que o autor, ao analisar a contribuição de Machado de Assis, conclui que é boa lição
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

É correto afirmar, analisando o desenvolvimento do texto, que o autor,
 

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enunciado 434464-1
Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
 

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Entre ações e acionistas

Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar

lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem

anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo

cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização,

sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos.

Melancolicamente, isso também significa que a história da

humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de

desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo.

Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os

homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em

associações empresariais, mas cada um dos acionistas não

cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo

alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de

contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de

agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal

que nos põe em marcha na direção de um objetivo

supostamente coletivo.

Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração

machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigando-

nos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes

promovemos agrupamentos e colaborações. É como se

Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto

desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão

verdadeira de cada ato.

Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor

pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema

econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A

crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos,

com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem

ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo

acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor

torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.

(Júlio Ribamar de Castilho, inédito)

A pontuação está inteiramente adequada na seguinte frase:
 

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