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Foram encontradas 118 questões.

Na prática odontológica, os exames clínico e radiográfico são rotineiros no atendimento e acompanhamento dos pacientes. Acerca do exame radiológico, julgue os itens a seguir.

A radiografia panorâmica é menos eficiente do que a intrabucal para identificar lesões osteolíticas e escleróticas periapicais.

 

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Um paciente com 14 anos de idade, procurou atendimento odontológico após sofrer queda, queixando-se de dor na região ântero-superior, edema e sangramento no lábio superior, mobilidade dentária nos dentes incisivos superiores e fratura coronária dos dentes 21 e 22. No exame clínico, foi observado que havia ocorrido corte profundo do lábio superior na parte interna e que o sangramento era proveniente desse ferimento. A fratura do dente 21 era no terço médio, envolvendo os dois ângulos e mobilidade leve, sem sinais de deslocamento dentário. O dente 22 apresentou fratura do ângulo mesial, envolvendo esmalte e dentina, mas sem mobilidade. Os demais dentes não apresentaram sinais clínicos de fratura ou mobilidade. O exame radiográfico revelou que a fratura do dente 21 atingiu o terço médio da coroa e não havia imagem compatível com fratura radicular ou mesmo deslocamento da raiz. No dente 22, também não havia evidência de fratura radicular ou deslocamento. Entretanto, no dente 11, foi observada linha de fratura transversal na altura do terço médio, sem deslocamento de fragmentos.

Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

No caso descrito e em outros semelhantes, a radiografia panorâmica pode ser usada como um primeiro exame, mas são necessárias outras radiografias complementares, como as periapicais e as oclusais, para pesquisa de traços de fraturas dentárias e(ou) alveolares.

 

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Um paciente com 14 anos de idade, procurou atendimento odontológico após sofrer queda, queixando-se de dor na região ântero-superior, edema e sangramento no lábio superior, mobilidade dentária nos dentes incisivos superiores e fratura coronária dos dentes 21 e 22. No exame clínico, foi observado que havia ocorrido corte profundo do lábio superior na parte interna e que o sangramento era proveniente desse ferimento. A fratura do dente 21 era no terço médio, envolvendo os dois ângulos e mobilidade leve, sem sinais de deslocamento dentário. O dente 22 apresentou fratura do ângulo mesial, envolvendo esmalte e dentina, mas sem mobilidade. Os demais dentes não apresentaram sinais clínicos de fratura ou mobilidade. O exame radiográfico revelou que a fratura do dente 21 atingiu o terço médio da coroa e não havia imagem compatível com fratura radicular ou mesmo deslocamento da raiz. No dente 22, também não havia evidência de fratura radicular ou deslocamento. Entretanto, no dente 11, foi observada linha de fratura transversal na altura do terço médio, sem deslocamento de fragmentos.

Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

As crianças e os adolescentes do sexo masculino são mais freqüentemente expostos ao risco de traumatismos dentofaciais.

 

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Um paciente com 14 anos de idade, procurou atendimento odontológico após sofrer queda, queixando-se de dor na região ântero-superior, edema e sangramento no lábio superior, mobilidade dentária nos dentes incisivos superiores e fratura coronária dos dentes 21 e 22. No exame clínico, foi observado que havia ocorrido corte profundo do lábio superior na parte interna e que o sangramento era proveniente desse ferimento. A fratura do dente 21 era no terço médio, envolvendo os dois ângulos e mobilidade leve, sem sinais de deslocamento dentário. O dente 22 apresentou fratura do ângulo mesial, envolvendo esmalte e dentina, mas sem mobilidade. Os demais dentes não apresentaram sinais clínicos de fratura ou mobilidade. O exame radiográfico revelou que a fratura do dente 21 atingiu o terço médio da coroa e não havia imagem compatível com fratura radicular ou mesmo deslocamento da raiz. No dente 22, também não havia evidência de fratura radicular ou deslocamento. Entretanto, no dente 11, foi observada linha de fratura transversal na altura do terço médio, sem deslocamento de fragmentos.

Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

A utilização de protetores bucais durante a prática de esportes reduz significativamente o risco de fraturas do tipo em questão.

 

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Um paciente com 14 anos de idade, procurou atendimento odontológico após sofrer queda, queixando-se de dor na região ântero-superior, edema e sangramento no lábio superior, mobilidade dentária nos dentes incisivos superiores e fratura coronária dos dentes 21 e 22. No exame clínico, foi observado que havia ocorrido corte profundo do lábio superior na parte interna e que o sangramento era proveniente desse ferimento. A fratura do dente 21 era no terço médio, envolvendo os dois ângulos e mobilidade leve, sem sinais de deslocamento dentário. O dente 22 apresentou fratura do ângulo mesial, envolvendo esmalte e dentina, mas sem mobilidade. Os demais dentes não apresentaram sinais clínicos de fratura ou mobilidade. O exame radiográfico revelou que a fratura do dente 21 atingiu o terço médio da coroa e não havia imagem compatível com fratura radicular ou mesmo deslocamento da raiz. No dente 22, também não havia evidência de fratura radicular ou deslocamento. Entretanto, no dente 11, foi observada linha de fratura transversal na altura do terço médio, sem deslocamento de fragmentos.

Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

Para a restauração do dente 22 é recomendável a utilização de resina composta microparticulada, pois o paciente é jovem e o dente necessita de uma resina com mais carga e menos matriz.

 

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Um paciente com 14 anos de idade, procurou atendimento odontológico após sofrer queda, queixando-se de dor na região ântero-superior, edema e sangramento no lábio superior, mobilidade dentária nos dentes incisivos superiores e fratura coronária dos dentes 21 e 22. No exame clínico, foi observado que havia ocorrido corte profundo do lábio superior na parte interna e que o sangramento era proveniente desse ferimento. A fratura do dente 21 era no terço médio, envolvendo os dois ângulos e mobilidade leve, sem sinais de deslocamento dentário. O dente 22 apresentou fratura do ângulo mesial, envolvendo esmalte e dentina, mas sem mobilidade. Os demais dentes não apresentaram sinais clínicos de fratura ou mobilidade. O exame radiográfico revelou que a fratura do dente 21 atingiu o terço médio da coroa e não havia imagem compatível com fratura radicular ou mesmo deslocamento da raiz. No dente 22, também não havia evidência de fratura radicular ou deslocamento. Entretanto, no dente 11, foi observada linha de fratura transversal na altura do terço médio, sem deslocamento de fragmentos.

Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

É recomendável a utilização de antiinflamatórios e analgésicos para controle do edema e da dor.

 

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Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

Os dentes 11 e 21 devem ser submetidos a terapia endodôntica assim que o edema do lábio desaparecer.

 

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Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

A imobilização com contenção rígida é recomendada.

 

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Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

Os dentes lesionados devem ser imediatamente restaurados, na primeira sessão, com resina composta.

 

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Frente ao quadro acima descrito, julgue os itens que se seguem, acerca da conduta clínica a ser seguida.

A primeira providência a ser tomada é controlar o sangramento do lábio mediante sutura dos tecidos moles.

 

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