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Paulo propôs uma ação pedindo a guarda unilateral de seu filho,
uma criança com 2 anos de idade, em face de sua ex-esposa
Sônia, que detinha a guarda de fato do infante.
O processo foi distribuído ao juízo da 1ª Vara de Família da
Comarca da Capital.
Após essa distribuição, e sem saber que já estava sendo
demandada, Sônia distribuiu uma demanda própria em face de
Paulo, postulando também a guarda unilateral do mesmo filho do
casal, desejando regularizar uma situação fática preexistente.
O processo também foi distribuído para o juízo da 1ª Vara de
Família da Comarca da Capital.
Percebendo a existência de ambos os processos, o juiz
determinou a extinção daquele instaurado posteriormente, por
falta de interesse processual, uma vez que a guarda da criança já
estava sendo discutida no processo anterior.
Nesse cenário, o pronunciamento judicial que extinguiu o segundo processo foi:
Nesse cenário, o pronunciamento judicial que extinguiu o segundo processo foi:
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No que concerne à ação civil pública, é correto afirmar que:
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Procedendo ao juízo positivo de admissibilidade de uma ação em
que se adotou o procedimento comum, o magistrado, sem
designar prévia audiência de conciliação, ordenou a citação do
réu para ofertar resposta no prazo legal.
Citado por oficial de justiça, o demandado, assistido pelo órgão
da Defensoria Pública, apresentou petição na qual, sem contestar
a pretensão do autor, veiculou reconvenção em face deste e de
terceiro, deduzindo pretensão conexa com a ação principal.
A reconvenção foi protocolada 25 dias úteis depois da juntada
aos autos do mandado de citação cumprido.
Na sequência, o autor desistiu de sua ação, tendo o juiz da causa
homologado tal desistência e determinado o prosseguimento do
feito em relação à reconvenção.
Nesse cenário, é correto afirmar que:
Nesse cenário, é correto afirmar que:
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- CPCDa Formação, da Suspensão e da Extinção do Processo (arts. 312 a 317)
- CPCDa Sentença e Da Coisa Julgada (arts. 485 a 508)
No que se refere à extinção do processo sem resolução do mérito
e às causas legais que lhe dão azo, no âmbito do procedimento
comum, é correto afirmar que:
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Após o falecimento do fotógrafo João, um portal publicou e
manteve no ar fotos do corpo, vídeo do local do óbito e
manchetes que citavam o nome completo em tom
sensacionalista. A viúva, Laura, e o sobrinho, Pedro, desejam
obter ordem judicial para impedir novas publicações e remover o
conteúdo já veiculado. O portal afirma que “com a morte, não há
mais direito de personalidade e somente a viúva poderia pleitear
algo, e apenas em relação ao nome”. Alega, por fim, a
legitimidade das publicações em razão da liberdade de expressão
e da não intenção de difamação.
Em relação à legitimidade de Laura e de Pedro para requerer tais medidas, é correto afirmar, com base nas normas do Código Civil, que:
Em relação à legitimidade de Laura e de Pedro para requerer tais medidas, é correto afirmar, com base nas normas do Código Civil, que:
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- Fatos JurídicosDos Negócios Jurídicos (Art. 104 ao 184)Dos Defeitos ou Vícios do Negócio Jurídico (Art. 138 ao 165)
Ana, 28 anos, microempreendedora, recebeu áudios de Valter,
segurança ligado ao concorrente Bruno, ameaçando causar dano
grave e imediato ao noivo de Ana caso ela não assinasse dois
instrumentos. No dia seguinte, Ana assinou uma cessão de
quotas para a Orion Ltda., representada por Carlos, e um
contrato de exclusividade com a Beta S/A. Há e-mails em que
Carlos combina com Bruno de “apertar Ana até ela ceder”,
mencionando que “o Valter resolve”. A Beta S/A afirma
desconhecer as ameaças, e não há indícios de ciência de seus
prepostos. Em paralelo, o locador de Ana notificou que proporia
despejo por falta de pagamento, e o pai de Ana insistiu para que
ela não enfrentasse o problema, o que ela descreveu como temor
reverencial.
Após a análise da situação hipotética e com base nas normas do Código Civil, é correto afirmar que:
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Em 10/01/2025, Lídia, 72 anos, viúva e sem descendentes, doou
ao sobrinho Caio, 25 anos, um imóvel residencial, com reserva de
usufruto em seu favor, e a quantia de R$ 80.000,00. No
instrumento referente ao imóvel, impôs a Caio o encargo de
pagar integralmente o plano de saúde da tia por 24 meses e
incluiu cláusula afirmando que as doações seriam irrevogáveis
por qualquer motivo superveniente. Em 15/05/2025, Caio deixou
de pagar as mensalidades do plano de saúde e, em 30/07/2025,
enviou mensagens de WhatsApp à tia com ofensas e expressões
injuriosas graves. Lídia buscou orientação para revogar as
doações.
Após a análise da situação hipotética e com base nas normas do Código Civil, é correto afirmar que:
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Jonas, 16 anos e 8 meses, foi emancipado por seus pais e passou
a atuar como criador de conteúdos digitais. Embora ainda
pernoite, em parte da semana, na casa dos pais em Porto
Alegre/RS, ele alugou um estúdio em Florianópolis/SC, onde
exerce sua atividade profissional.
Marta, 45 anos, foi submetida a curatela parcial para atos
patrimoniais e negociais. Ela está acolhida em uma instituição em
Guarulhos/SP, mas seu curador reside em São Paulo/SP, cidade
onde Marta vivia antes do acolhimento.
Após a análise da situação hipotética e com base nas normas do Código Civil, é correto afirmar que:
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Beatriz, 83 anos, viúva e sem filhos, vive de forma autônoma e
administra suas finanças. Em consulta de rotina, recebeu laudo
de comprometimento cognitivo leve, sem diagnóstico de
demência. Na semana seguinte, assinou contrato de prestação de
cuidados domiciliares de fisioterapia, com débito em conta. A
empresa passou a divulgar fotos e um “depoimento” de Beatriz
em redes sociais para fins de marketing, sem consentimento
específico para uso de imagem.
Diante dos fatos, o sobrinho de Beatriz ajuizou ação pedindo a
anulação do contrato, sustentando incapacidade por conta da
idade e do laudo. Paralelamente, Beatriz procurou assessoria
jurídica especializada para saber se a clínica poderia utilizar a sua
imagem, uma vez que ela não havia consentido.
Após a análise da situação hipotética e com base nas normas do Código Civil, é correto afirmar que o contrato:
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Lara, com 16 anos e 4 meses, foi emancipada por instrumento
público, por concessão dos pais. Mesmo após a emancipação,
continuou residindo com os pais e iniciou atividade profissional
como designer. Sem assistência dos genitores, celebrou contrato
de financiamento com alienação fiduciária para adquirir um
notebook profissional e requereu abertura de conta-corrente em
banco digital para receber pagamentos de clientes. O banco, ao
analisar a documentação, condicionou a abertura da conta à
participação dos pais, como assistentes, na assinatura do
contrato, em razão da idade e da suposta incapacidade civil de
Lara.
Após a análise da situação hipotética e com base nas normas do Código Civil, é correto afirmar que:
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