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Foram encontradas 62 questões.

1595091 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação à insuficiência cardíaca, correlacione as duas colunas.
1 – Disfunção sistólica
2 – Disfunção diastólica
3 – Anormalidades mecânicas
4 – Distúrbios da freqüência e do ritmo
5 – Estados de alto débito
( ) Doença valvar obstrutiva
( ) Isquemia miocárdica persistente
( ) Anemia crônica
( ) Envelhecimento
( ) Disfunção do nó sinusal
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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1594988 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Pode-se afirmar, em relação à Síndrome Nefrótica, que:
 

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1594452 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação às hepatites virais, assinale a afirmação INCORRETA.
 

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1570661 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Um paciente de 18 anos, com história de asma há 2 anos, surdo-mudo, sem alterações do sono, gasta até 8 tubos de 200 doses de broncodilatador por ano. Os testes de função pulmonar foram próximos do normal. Como você classificaria a gravidade da asma desse paciente?
 

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1554944 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação ao uso de álcool, pode-se afirmar que:
I – Uma dose padrão contem 12 gramas de álcool puro, o que equivale a 150 ml de vinho, 350ml de cerveja ou 45 ml de destilado.
II – Para homens de até 65 anos de idade, consumo de risco significa mais de 14 doses por semana ou mais de 4 doses por ocasião.
III – Indivíduos com uso recorrente, em situações perigosas, são caracterizados como tendo uso nocivo de álcool.
Quais estão corretas?
 

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Não é considerado órgão do Poder Judiciário do Estado:
 

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De acordo com o disposto na Lei do Divórcio (Lei nº 6515/77), é correto afirmar que:
 

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1535838 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Alterações cardiovasculares como insuficiência aórtica ou aneurisma aórtico, assim como manifestações neurológicas do tipo meningite ou pupilas pequenas sem constricção ao estímulo luminoso, são algumas das manifestações que podem ocorrer na
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Avareza na ficção

Moacyr Scliar

Embora muitos já tenham esquecido, o Brasil viveu períodos de grandes surtos inflacionários, nos quais o dinheiro perdia rapidamente o seu valor. Era muito comum ver moedas nas sarjetas das ruas; ali ficavam porque valiam tão pouco que ninguém se dava ao trabalho de abaixar-se para apanhá-las. Isso nos remete a um fato básico da economia e da vida social: a rigor, o dinheiro é uma ficção. Mas exatamente por causa desse ângulo, digamos, ficcional, ele assume também caráter altamente simbólico. E não muito agradável, segundo Freud. Observando que ao longo da história o dinheiro foi frequentemente (e ainda é) associado à sujeira, o pai da psicanálise postulou que a proposital retenção de fezes, característica da chamada fase anal do desenvolvimento infantil, teria continuidade, no adulto, com a preocupação com o dinheiro. O avarento é um exemplo caricatural disso.

Aos escritores essas coisas não poderiam passar despercebidas, mesmo porque muitos deles tinham, e têm, problemas com dinheiro; Honoré de Balzac (1799 -1850) e Fiódor Dostoievski (1821 - 1881) viviam atolados em dívidas, sobretudo o escritor russo, que era um jogador compulsivo. Não é de admirar que avarentos tenham dado grandes personagens da ficção. O primeiro exemplo é, naturalmente, o Shylock, de William Shakespeare (1564 -1616) na comédia O mercador de Veneza, do fim do século XVI. Shylock era um agiota. Na Idade Média, o empréstimo a juros era proibido aos cristãos e reservado ao desprezado e marginal grupo dos judeus. Um arranjo perfeito: quando o senhor feudal não queria ou não podia pagar dívidas contraídas com os agiotas, desencadeava um massacre de judeus, um grupo desprezado e marginalizado, e resolvia o problema. Shylock sente-se desprezado e quando empresta dinheiro a Antonio, um mercador cristão, pede em garantia uma libra da carne do devedor: ele quer que este se revele inadimplente e pague a dívida com a matéria de seu próprio corpo: um esforço desesperado e grotesco para ser respeitado.

Outro usurário que aparece na peça O avarento (1668), de Jean-Baptiste Molière (1622 - 1673), é Harpagon. Quanto mais rico fica, mais mesquinho se torna, e mais faz sofrer os filhos, o jovem Cléante, apaixonado por Mariane, moça pobre – Harpagon obviamente se opõe ao namoro – e a filha Élise, que ele quer casar com o velho Anselme. Além das brigas com os filhos, Harpagon tem outros motivos para se inquietar: enterrou em seu jardim uma caixa com dez mil escudos de ouro e é constantemente perseguido pela ideia de que sua fortuna será roubada. No fim, a avareza é castigada, e Cléante e Élise podem se unir às pessoas que amam.

Avarentos também não faltam nos romances de Charles Dickens (1812-1870), um dos mais conhecidos é o personagem Ebenezer Scrooge de Um conto de Natal (1843), um homem velho, egoísta, insensível, que odeia tudo – até o Natal – uma festa que evoca bondade e generosidade. Scrooge maltrata seu empregado Bob Cratchit, que tem um filho deficiente físico, o Pequeno Tim, mas na noite de Natal é visitado por misteriosas entidades, os Espíritos do Natal, e muda por completo, tornando-se generoso, ajudando Cratchit e sua família. Em Silas Marner, novela de George Eliot (1819-1880) que usava o pseudônimo de Mary Ann Evans, o personagem, um misantropo que prefere o ouro às pessoas, aprenderá, assim como Scrooge, a sua lição. Ele é roubado, mas, ao tomar sob seus cuidados o menino Eppie, mudará, tornando-se um homem melhor. Em Eugénie Grandet (1900), de Balzac, somos apresentados a Félix Grandet, um rico e sovina mercador de vinhos, que se opõe à paixão da filha pelo sobrinho pobre.

Como se pode ver em todas essas obras, a obsessão pelo dinheiro resulta de uma personalidade repulsiva ou patética. Freud tinha razão: o poder simbólico do vil metal não é pequeno e tem atravessado os séculos incólume.

Texto adaptado de: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos - Acesso em 04/06/2009

Instrução – Considere a seguinte frase, retirada do texto, para resolver a questão.

Não é de admirar que avarentos tenham dado grandes personagens da ficção. (linha 10 do texto)

A expressão que substitui Não é de admirar que, mantendo seu valor semântico, é

 

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1515276 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em se tratando de pancreatite aguda, quais dos listados abaixo NÃO se encontra entre os critérios de Ranson para o prognóstico dessa enfermidade?
 

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