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Foram encontradas 62 questões.

1627972 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Além de hematomas e escoriações mais evidentes, há indicadores e tipos de comportamento, muitas vezes não aceitos pela sociedade como sendo normais, que podem certificar a violência cometida contra a criança/adolescente:
I. Doenças sexualmente transmissíveis.
II. Distúrbios afetivos e distúrbios de conduta.
III. Enurese noturna.
IV. Desnutrição.
Quais estão corretas?
 

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1624840 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Segundo Guerra, no que se refere à violência física no âmbito familiar, analise as afirmações abaixo.
I. O autor ressalta que o ato de punir ou bater em uma criança insere-se num só continuum de violência, que vai desde uma palmada até um espancamento.
II. Crianças agredidas pelos pais podem contribuir inadvertidamente para seus próprios maus tratos, porque são considerados pelos pais como criadoras de problemas.
III. O autor ressalta que, embora a violência doméstica permeie as diferentes classes sociais, as classes populares são as mais denunciadas ao poder do Estado quando perpetram violências, parecendo, num primeiro momento, que este fenômeno seja algo próprio delas.
Quais estão corretas?
 

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1599236 Ano: 2009
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
De acordo com o DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 que regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo em seu Artigo 4º- são funções do psicólogo:
I - Utilizar métodos e técnicas psicológicas com o objetivo de diagnostico psicológico; orientação e seleção profissional; orientação psicopedagógica e solução de problemas de ajustamento.
II - Dirigir serviços de Psicologia em órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares.
III - Ensinar as cadeiras ou disciplinas de Psicologia unicamente no ensino de nível superior, observadas as demais exigências da legislação em vigor.
IV - Realizar perícias e emitir pareceres sobre a matéria de Psicologia.
Quais estão corretas?
 

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1575968 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Na proposta de metodologia para a perícia forense, o primeiro contato do psicólogo com o advogado, com o juiz ou a leitura inicial do processo deverá fornecer as seguintes informações:
I. Os principais fatos que levaram à solicitação da intervenção do psicólogo.
II. As perguntas hipotéticas ou quesitos que terá que responder como perito.
III. A complexidade do caso, para o estabelecimento dos honorários e a forma de pagamento.
Quais estão corretas?
 

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1573611 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação a destituição do poder familiar, analise as afirmações abaixo.
I. A destituição do poder familiar independe da prévia colocação da criança ou do adolescente em família substituta.
II. O direito dos pais em ter os filhos em sua guarda e companhia não é absoluto e resulta do correto exercício do poder familiar.
III. A condição econômica dos pais pode ser o fator determinante da perda ou suspensão do poder familiar.
Quais estão corretas?
 

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1546431 Ano: 2009
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo - RESOLUÇÃO CFP Nº 010/05 – é INCORRETO afirmar que:
 

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1540306 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Segundo as Regras Mínimas das Nações Unidas para a Proteção dos Jovens Privados de Liberdade (Volpi), no que se refere à educação, formação profissional e trabalho, julgue os itens que seguem:
I. Todo jovem que efetue um trabalho terá direito a uma remuneração justa.
II. Todas as normas nacionais e internacionais de proteção aplicadas ao trabalho da criança e aos trabalhadores jovens deverão ser aplicados aos jovens privados de liberdade.
III. Todo jovem terá direito a receber formação para exercer uma profissão que o prepare para um futuro emprego, desde que lhe seja oferecida a condição para pagamento.
Quais estão corretas?
 

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1518970 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO - A questão refere-se ao texto ao seguir.

Sorrir para a vida
Moacyr Scliar

A Organização Mundial da Saúde define saúde como 'o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade'. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.

Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender. No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida. Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cultura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfação, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associadas com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.

Um estudo realizado na Universidade do Texas, em Galveston, com cerca de 4 mil pacientes, mostrou que pessoas idosas que se consideram felizes têm menor probabilidade de serem vítimas de acidente vascular cerebral. Outro estudo, desta vez na Universidade de Pittsburgh, mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas ao endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose. Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não.

O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença. O inverso também é verdadeiro: se felicidade traz saúde, saúde também traz felicidade. Um estudo realizado na Holanda, em 2004, com pessoas de 18 anos de idade ou mais, procurou correlacionar felicidade com vários fatores: renda, situação social e outros. A saúde ganha longe. Um quarto das pessoas que não se consideram sadias também não se considera feliz; mas, das pessoas sadias, apenas 8% .

Quanto ao dinheiro, faz diferença nos países muito pobres, porque aí pode ser condição de sobrevivência. Mas, quanto mais afluente é o país, menos pesa a renda em termos de felicidade. Um levantamento feito com os cem americanos mais ricos mostrou que eles são apenas um pouco mais felizes que a média da população. 'Sorria' pode ser, portanto, um bom conselho, à medida que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. A propósito, recentemente pesquisadores da Universidade de Amsterdã examinaram o famoso sorriso da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, com a ajuda de um programa de computador capaz de correlacionar expressões faciais com emoções e sentimentos. Resultado: 83% do sorriso de felicidade (e 9% de desdém - afinal, Mona Lisa também tem direito a desdenhar). Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária. E todos têm direito a ela.

Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde - e a Constituição brasileira de 1988 isso nos garante -, por que não teríamos direito à felicidade, ao sorriso?

Texto adaptado de http://moacyrscliar.blogspot.com - Acesso em 11/06/2009

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas de traço contínuo das linhas, na ordem em que aparecem.

 

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1518885 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO – A questão refere-se ao texto a seguir.

Pacientes internautas

Você já procurou na internet a solução para algum problema de saúde? Se a resposta for “sim”, você pode fazer parte do grupo dos “pacientes experts”, que usam a rede para se informar sobre doenças. Para descobrir como o acesso a tanta informação está influenciando as relações entre médicos e pacientes, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisaram diversos artigos estrangeiros que tratam do tema e concluíram que, para os profissionais de medicina, é hora de se atualizar.

O estudo, desenvolvido por Helena Beatriz da Rocha Garbin, Maria Cristina Rodrigues Guilam e André de Faria Pereira Neto, comparou 15 artigos publicados entre 1997 e 2006 nos periódicos britânicos Social Science and Medicine e Sociology of Health & Illness. O período de publicação dos artigos foi definido pelo início da democratização da internet, motivo pelo qual teria surgido esse fenômeno, ainda muito recente e pouco estudado no Brasil. Os pesquisadores se depararam com três interpretações bastante distintas do fenômeno dos “pacientes experts”: enquanto alguns artigos defendem que pacientes mais informados valorizam o papel do médico, outros dizem que o livre acesso à informação leva a uma “desprofissionalização” do médico. Já um terceiro ponto de vista sustenta que, mesmo questionando certas posições dos médicos, pacientes mais interessados possibilitariam um diálogo mais profundo sobre os temas.

Para a equipe, o novo panorama exige que os profissionais da saúde se mantenham atualizados. Isso é possível pesquisando e conhecendo melhor esse universo em que se insere o paciente. “Tradicionalmente existe uma relação patriarcal entre médicos e pacientes. É preciso compreender que esse poder está se equilibrando: os profissionais devem trabalhar com o paciente, em vez de para ele”, afirma a médica Helena Garbin, coautora do estudo.

Mas é preciso tomar cuidado com o que se encontra na rede. “Muitas páginas podem ser escritas sem nenhum embasamento, ou serem simplesmente veículos de empresas comerciais, interessadas na divulgação de medicamentos”, afirma Garbin, que alerta para as possíveis más interpretações da linguagem médica por leigos e a questão da automedicação, hoje considerada um problema de saúde pública.

Texto adaptado de: http://cienciahoje.uol.com.br – Acesso em 05/06/2009

Considere os seguintes segmentos do texto e as solicitações de alterações propostas.

I - Para a equipe, o novo panorama exige que os profissionais da saúde se mantenham atualizados. (linha 12) – Passar o verbo sublinhado para o Futuro do Pretérito do Indicativo.

II - Muitas páginas podem ser escritas sem nenhum embasamento, ou serem simplesmente veículos de empresas comerciais, interessadas na divulgação de medicamentos” (linhas 16 a 17) – Transformar a expressão sublinhada em Uma página.

Assinale a alternativa que apresenta a resposta com as modificações corretas nos dois casos, respectivamente.

 

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1512052 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO - A questão refere-se ao texto ao seguir.

Sorrir para a vida
Moacyr Scliar

A Organização Mundial da Saúde define saúde como 'o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de enfermidade'. Os veteranos da área costumam dizer que essa é, na realidade, a definição de felicidade.

Pode ser. Mas a verdade é que os estudos científicos apontam, cada vez mais, para uma estreita relação entre saúde e a condição de ser feliz. O que não é de surpreender. No mundo em que vivemos, as doenças dependem muito de nosso estilo de vida. Estilo de vida que, por sua vez, é resultado de uma cultura que nos pressiona a consumir mais, a comer mais, a ficar sentados diante da tela da TV, a fumar, a consumir álcool e drogas. Tudo isso, paradoxalmente, traduz-se em insatisfação, porque esse tipo de apelo não tem limites. A insatisfação leva à tristeza, à depressão, associadas com várias doenças, como diabetes ou acidente vascular cerebral.

Um estudo realizado na Universidade do Texas, em Galveston, com cerca de 4 mil pacientes, mostrou que pessoas idosas que se consideram felizes têm menor probabilidade de serem vítimas de acidente vascular cerebral. Outro estudo, desta vez na Universidade de Pittsburgh, mostrou que mulheres deprimidas estão mais propensas ao endurecimento das artérias, conhecido como aterosclerose. Pergunta: por que isso acontece? É a felicidade uma poção mágica, uma panaceia contra doenças? Claro que não.

O que acontece é que as pessoas infelizes tendem a adotar, como compensação, o estilo de vida acima citado, que, este sim, causa doença. O inverso também é verdadeiro: se felicidade traz saúde, saúde também traz felicidade. Um estudo realizado na Holanda, em 2004, com pessoas de 18 anos de idade ou mais, procurou correlacionar felicidade com vários fatores: renda, situação social e outros. A saúde ganha longe. Um quarto das pessoas que não se consideram sadias também não se considera feliz; mas, das pessoas sadias, apenas 8% declaram-se infelizes.

Quanto ao dinheiro, faz diferença nos países muito pobres, porque aí pode ser condição de sobrevivência. Mas, quanto mais afluente é o país, menos pesa a renda em termos de felicidade. Um levantamento feito com os cem americanos mais ricos mostrou que eles são apenas um pouco mais felizes que a média da população. 'Sorria' pode ser, portanto, um bom conselho, à medida que o sorriso, atributo caracteristicamente humano, possa ser um indicador do sentimento de felicidade. A propósito, recentemente pesquisadores da Universidade de Amsterdã examinaram o famoso sorriso da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, com a ajuda de um programa de computador capaz de correlacionar expressões faciais com emoções e sentimentos. Resultado: 83% do sorriso provêm de felicidade (e 9% resultam de desdém - afinal, Mona Lisa também tem direito a desdenhar). Mas a conquista da felicidade não depende só da pessoa. Se a angústia é demasiada, a ajuda profissional pode ser necessária. E todos têm direito a ela.

Razão tem a Constituição americana de 1776, quando inclui, entre os direitos fundamentais, o pursuit of happiness, a busca da felicidade. Se temos direito à saúde - e a Constituição brasileira de 1988 isso nos garante -, por que não teríamos direito à felicidade, ao sorriso?

Texto adaptado de http://moacyrscliar.blogspot.com - Acesso em 11/06/2009

Assinale a opção em que a supressão da palavra ou expressão sublinhada, desconsideradas as possíveis necessidades de mudança na pontuação ou no uso de maiúsculas, provoca erro gramatical ou mudança de sentido.

 

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