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- Legislação e NormasNormas ArquivísticasISAAR (CPF): Norma Internacional Registro de Autoridade Arquivística p/ Pessoas
Observe as afirmações abaixo sobre a ISAAR (CPF).
I - Pretende apoiar o compartilhamento de registros de autoridade arquivística ao promover a preparação de descrições consistentes, apropriadas e autoexplicativas de entidades coletivas, pessoas e famílias que produzem documentos.
II - Os registros de autoridade arquivística são semelhantes aos registros de autoridade bibliográfica, na medida em que ambas as formas de registro de autoridade precisam apoiar a criação de pontos de acesso normalizados em descrições e devem conter as mesmas informações que os registros de autoridade bibliográfica.
III - A descrição de produtores de documentos é uma atividade essencial dos arquivistas, independente do fato de as descrições serem mantidas em sistemas manuais ou automáticos. Isso requer plena documentação e contínua manutenção do contexto de produção e uso dos documentos, principalmente a proveniência dos arquivos e documentos.
Quais estão corretas?
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INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere a planilha MS-Excel abaixo. Para facilitar a visualização, foram feitas algumas formatações.

Para se obter o número de candidatos por vaga (coluna D), foi digitada uma fórmula na célula D2. Essa fórmula servirá de base para ser copiada e colada para as células D3 até D5. Qual é essa fórmula?
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Mais do que combater as teses racistas que são difundidas em muitos países e sociedades que afirmam serem superiores em relação às outras no que concerne à etnia, devemos voltar nosso olhar para outras vertentes preconceituosas nas sociedades que se consideram avançadas, seja no âmbito tecnológico, ou até mesmo na linguagem e na escrita.
Essa tendência refere-se à superioridade cultural de uma civilização ou grupo em relação a outros que são compreendidos como inferiores e tratados como obsoletos e desvalorizados em todos os seus aspectos culturais.
As sociedades que, durante toda a história da humanidade, foram exploradas, embora perdessem traços culturais, não deixaram de lado suas principais circunscrições que as identificam, assim como seus costumes, crenças e modo de vida próprio. No entanto, as civilizações exploradoras conseguiram desviar o foco dos problemas ocasionado pela exploração, para uma “terrível” imagem dos povos que não se adequaram ao seu estilo de vida, fazendo-nos acreditar que essas civilizações não têm nenhuma relevância cultural no cenário mundial.
Nossas convicções ideológicas pessoais prevalecem muito mais do que qualquer relação social com povos que não pensam como nós pensamos e que fogem de nossos padrões de vida. Somos levados a querer que o outro grupo seja o reflexo ideal do nosso próprio conceito de “sociedade ideal”, caso contrário rotulamos o outro grupo como inferior e irrelevante para o progresso da humanidade.
Ao julgarmos uma cultura em relação à nossa e afirmar sua inferioridade, não devemos partir de valores como avanços tecnológicos e científicos, pois nenhuma civilização é tão “inferior” que não tenha nenhuma característica específica que a nossa ainda não conseguiu desenvolver. Desse modo, se consideramos o diferente como inferior, também podemos cair no mesmo grau de inferioridade, na medida em que o outro grupo nos terá como sendo também inferiores em determinados aspectos.
Adaptado de: LIMA, Fabiano de Albuquerque. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/noticiasse cundarias/artigos/2013/09/17/noticiajornaldoleitorartigos,- 3131118/a-pretensao-de-uma-superioridadecultural.shtml>. Acessado em 07 jul. 2014.
Quanto à classificação das palavras usadas no texto, é correto afirmar que
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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
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A Arquivologia se caracteriza como um campo de conhecimento ainda por se consolidar, na abrangência da comunidade internacional. Observe as afirmações abaixo, em relação à dimensão científica da Arquivologia.
I - A emergência de novos padrões de produção e o uso de transferência da informação contribuíram para uma série de confrontos na Arquivologia.
II - O funcionamento dos serviços de informação arquivística e a identidade profissional do arquivista constituem confrontos em dimensões interrelacionadas.
III - A memória constitui uma dimensão inerente ao campo arquivístico, por isso os arquivos são essencialmente “lugares de memória”.
IV - Com os avanços tecnológicos, a Arquivologia se tornou uma disciplina autônoma na área das Ciências da Informação.
Quais estão corretas?
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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Com a expressão esconderijos insólitos, o narrador faz referência aos locais
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Considere a planilha MS-Excel abaixo, que contém duas datas.

A célula D5 foi formatada para conter número com 0 (zero) casas decimais. Nessa célula, foi digitada uma fórmula para calcular a diferença entre as duas datas (Data 2 - Data 1). Qual é essa fórmula?
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INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere a planilha MS-Excel abaixo. Para facilitar a visualização, foram feitas algumas formatações.

Para se obter a percentagem sobre o total de inscritos (coluna E), foi digitada uma fórmula em E2, que foi copiada e colada para as células E3 até E5. Após, foi utilizada uma formatação sobre as células E2 até E6. Qual é a fórmula e a formatação usadas, respectivamente?
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Schellenberg (1974) acreditava serem funções do profissional arquivista: organizar a documentação administrativa, solucionar e eliminar a documentação, apresentando as necessidades administrativas modernas e propondo soluções para uma nova concepção de arquivos e de seus profissionais. Essa visão preservava as metodologias advindas de
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Em um slide do MS-Power Point, pode-se usar recursos de animação para um ou mais objetos: textos, figuras, formas, etc. Com relação a esse recurso, assinale a alternativa INCORRETA.
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