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Acerca do diabetes melito (DM), julgue os itens subsequentes.
No DM tipo 2, o curso clínico é insidioso e muitas vezes a pessoa não apresenta sintomas. Geralmente, suspeita-se da doença pela presença de uma complicação tardia, como proteinuria, retinopatia, neuropatia periférica, doença arteriosclerótica ou por infecções de repetição.
No DM tipo 2, o curso clínico é insidioso e muitas vezes a pessoa não apresenta sintomas. Geralmente, suspeita-se da doença pela presença de uma complicação tardia, como proteinuria, retinopatia, neuropatia periférica, doença arteriosclerótica ou por infecções de repetição.
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Uma mulher, branca, de quarenta e um anos de idade, procurou o serviço de urgência, queixando-se de astenia, cansaço — desencadeado por esforços mínimos —, cefaleias — com agravamento progressivo —, além de icterícia e colúria, que evoluíram havia três dias. A paciente relatou que, havia dois anos, vinha utilizando fluoxetina e clonazepam para tratamento de quadro depressivo. Referiu, ainda, ser ex-fumante, não possuir hábitos alcoólicos e não consumir drogas ilícitas. Por fim, ao ser indagada sobre doenças na família, a paciente informou que sua sobrinha apresentava histórico de anemia não esclarecido. Ao exame físico, apresentou-se consciente, eupneica, hemodinamicamente estável, com icterícia na pele e escleróticas, abdome flácido, depressível, indolor à palpação e sem hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 7,2 g/dL; bilirrubina = 14,7 mg/dL (bilirrubina direta de 0,88 mg/dL) e LDH = 341 UI/dL. Os demais exames complementares mostraram parâmetros bioquímicos de avaliação da função hepática e renal sem alterações, bem como indicaram tempo de coagulação normal. A ecografia abdominal revelou fígado e baço com estrutura e dimensões dentro dos parâmetros da normalidade, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
No caso em apreço, não existe a possibilidade de a paciente ser portadora de anemia devido à deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, já que, como essa patologia está relacionada ao cromossomo sexual, ela afeta somente pessoas do sexo masculino.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
No caso em apreço, não existe a possibilidade de a paciente ser portadora de anemia devido à deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, já que, como essa patologia está relacionada ao cromossomo sexual, ela afeta somente pessoas do sexo masculino.
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Acerca do diabetes melito (DM), julgue os itens subsequentes.
A diferenciação clínica entre o DM tipo 1 e o DM tipo 2 é simples, uma vez que o diagnóstico laboratorial pode ser realizado tanto a partir da análise dos níveis de anticorpos anti-GAD quanto a partir da avaliação da reserva de insulina pancreática. Esta ocorre por meio da medida de peptídeo-C plasmático, que, quando se apresenta elevada, sugere DM tipo 2.
A diferenciação clínica entre o DM tipo 1 e o DM tipo 2 é simples, uma vez que o diagnóstico laboratorial pode ser realizado tanto a partir da análise dos níveis de anticorpos anti-GAD quanto a partir da avaliação da reserva de insulina pancreática. Esta ocorre por meio da medida de peptídeo-C plasmático, que, quando se apresenta elevada, sugere DM tipo 2.
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Julgue os itens seguintes, relativos à fisiopatologia das doenças infecciosas e metabólicas, dos órgãos dos sentidos, do sistema imunológico e do psiquismo.
A lesão isquêmica é a expressão clínica mais comum da lesão celular por privação de oxigênio. A reperfusão do tecido, mesmo ocorrendo antes do infarto isquêmico, poderá contribuir para a ampliação da lesão tecidual.
A lesão isquêmica é a expressão clínica mais comum da lesão celular por privação de oxigênio. A reperfusão do tecido, mesmo ocorrendo antes do infarto isquêmico, poderá contribuir para a ampliação da lesão tecidual.
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Uma mulher, branca, de quarenta e um anos de idade, procurou o serviço de urgência, queixando-se de astenia, cansaço — desencadeado por esforços mínimos —, cefaleias — com agravamento progressivo —, além de icterícia e colúria, que evoluíram havia três dias. A paciente relatou que, havia dois anos, vinha utilizando fluoxetina e clonazepam para tratamento de quadro depressivo. Referiu, ainda, ser ex-fumante, não possuir hábitos alcoólicos e não consumir drogas ilícitas. Por fim, ao ser indagada sobre doenças na família, a paciente informou que sua sobrinha apresentava histórico de anemia não esclarecido. Ao exame físico, apresentou-se consciente, eupneica, hemodinamicamente estável, com icterícia na pele e escleróticas, abdome flácido, depressível, indolor à palpação e sem hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 7,2 g/dL; bilirrubina = 14,7 mg/dL (bilirrubina direta de 0,88 mg/dL) e LDH = 341 UI/dL. Os demais exames complementares mostraram parâmetros bioquímicos de avaliação da função hepática e renal sem alterações, bem como indicaram tempo de coagulação normal. A ecografia abdominal revelou fígado e baço com estrutura e dimensões dentro dos parâmetros da normalidade, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Nesse caso clínico, como não há necessidade de hemotransfusão, o tratamento adequado consiste na realização de uma dieta que não inclua certos tipos de leguminosas. Para a referida paciente, está contraindicado o uso de certos tipos de medicamentos, como, por exemplo, nitrofurantoína e fenilhidrazina.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Nesse caso clínico, como não há necessidade de hemotransfusão, o tratamento adequado consiste na realização de uma dieta que não inclua certos tipos de leguminosas. Para a referida paciente, está contraindicado o uso de certos tipos de medicamentos, como, por exemplo, nitrofurantoína e fenilhidrazina.
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Um paciente de setenta e oito anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial e de diabetes melito, procurou atendimento médico, queixando-se de dispneia, desencadeada por esforços, e dispneia paroxística noturna. Ele relatou, ainda, a ocorrência de episódios de síncope. Ao exame físico, o paciente não apresentou hepatomegalia nem edema nos membros inferiores.
Com base nesse caso clínico, julgue o item abaixo.
O diagnóstico mais provável do referido paciente é insuficiência cardíaca congestiva devido à insuficiência ventricular esquerda secundária à hipertensão arterial. Nesse caso, como há diabetes melito, todos os agentes anti-hipertensivos podem ser utilizados, entretanto, os betabloqueadores e os diuréticos tiazídicos aumentam o risco de hiperglicemia se comparados a outros anti-hipertensivos.
Com base nesse caso clínico, julgue o item abaixo.
O diagnóstico mais provável do referido paciente é insuficiência cardíaca congestiva devido à insuficiência ventricular esquerda secundária à hipertensão arterial. Nesse caso, como há diabetes melito, todos os agentes anti-hipertensivos podem ser utilizados, entretanto, os betabloqueadores e os diuréticos tiazídicos aumentam o risco de hiperglicemia se comparados a outros anti-hipertensivos.
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Uma mulher, branca, de quarenta e um anos de idade, procurou o serviço de urgência, queixando-se de astenia, cansaço — desencadeado por esforços mínimos —, cefaleias — com agravamento progressivo —, além de icterícia e colúria, que evoluíram havia três dias. A paciente relatou que, havia dois anos, vinha utilizando fluoxetina e clonazepam para tratamento de quadro depressivo. Referiu, ainda, ser ex-fumante, não possuir hábitos alcoólicos e não consumir drogas ilícitas. Por fim, ao ser indagada sobre doenças na família, a paciente informou que sua sobrinha apresentava histórico de anemia não esclarecido. Ao exame físico, apresentou-se consciente, eupneica, hemodinamicamente estável, com icterícia na pele e escleróticas, abdome flácido, depressível, indolor à palpação e sem hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 7,2 g/dL; bilirrubina = 14,7 mg/dL (bilirrubina direta de 0,88 mg/dL) e LDH = 341 UI/dL. Os demais exames complementares mostraram parâmetros bioquímicos de avaliação da função hepática e renal sem alterações, bem como indicaram tempo de coagulação normal. A ecografia abdominal revelou fígado e baço com estrutura e dimensões dentro dos parâmetros da normalidade, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
No caso em consideração, é possível que a paciente tenha deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, doença que, geralmente, é assintomática e cujos primeiros sintomas ocorrem na infância, mas que, em alguns casos, podem ocorrer somente na idade adulta.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
No caso em consideração, é possível que a paciente tenha deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, doença que, geralmente, é assintomática e cujos primeiros sintomas ocorrem na infância, mas que, em alguns casos, podem ocorrer somente na idade adulta.
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Julgue os itens seguintes, relativos à fisiopatologia das doenças infecciosas e metabólicas, dos órgãos dos sentidos, do sistema imunológico e do psiquismo.
Os órgãos e sistemas que podem ser acometidos pela tuberculose extrapulmonar, de maneira isolada ou em conjunto, incluem os linfonodos, o sistema urogenital, os ossos e as articulações, o fígado, o baço, o sistema nervoso central e a pele. Os sintomas dessa patologia variam conforme o órgão acometido e não estão relacionados ao estado imunológico do paciente.
Os órgãos e sistemas que podem ser acometidos pela tuberculose extrapulmonar, de maneira isolada ou em conjunto, incluem os linfonodos, o sistema urogenital, os ossos e as articulações, o fígado, o baço, o sistema nervoso central e a pele. Os sintomas dessa patologia variam conforme o órgão acometido e não estão relacionados ao estado imunológico do paciente.
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Acerca do diabetes melito (DM), julgue os itens subsequentes.
O diagnóstico laboratorial de DM tipo 2 é realizado com o teste de glicemia com o paciente em jejum e, caso seja necessário, com teste de tolerância à glicose. A hemoglobina glicada também é importante para estabelecer o diagnóstico e facilitar o seguimento de casos de DM, já que não é necessário que o paciente esteja em jejum para realizar o exame.
O diagnóstico laboratorial de DM tipo 2 é realizado com o teste de glicemia com o paciente em jejum e, caso seja necessário, com teste de tolerância à glicose. A hemoglobina glicada também é importante para estabelecer o diagnóstico e facilitar o seguimento de casos de DM, já que não é necessário que o paciente esteja em jejum para realizar o exame.
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Uma mulher, branca, de quarenta e um anos de idade, procurou o serviço de urgência, queixando-se de astenia, cansaço — desencadeado por esforços mínimos —, cefaleias — com agravamento progressivo —, além de icterícia e colúria, que evoluíram havia três dias. A paciente relatou que, havia dois anos, vinha utilizando fluoxetina e clonazepam para tratamento de quadro depressivo. Referiu, ainda, ser ex-fumante, não possuir hábitos alcoólicos e não consumir drogas ilícitas. Por fim, ao ser indagada sobre doenças na família, a paciente informou que sua sobrinha apresentava histórico de anemia não esclarecido. Ao exame físico, apresentou-se consciente, eupneica, hemodinamicamente estável, com icterícia na pele e escleróticas, abdome flácido, depressível, indolor à palpação e sem hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais revelaram hemoglobina = 7,2 g/dL; bilirrubina = 14,7 mg/dL (bilirrubina direta de 0,88 mg/dL) e LDH = 341 UI/dL. Os demais exames complementares mostraram parâmetros bioquímicos de avaliação da função hepática e renal sem alterações, bem como indicaram tempo de coagulação normal. A ecografia abdominal revelou fígado e baço com estrutura e dimensões dentro dos parâmetros da normalidade, sem dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico provável para a paciente em apreço é de anemia carencial ocasionada pela deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase. Nesse caso, deve-se afastar a hipótese de anemia hemolítica, visto que não há ocorrência de hepatoesplenomegalia.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico provável para a paciente em apreço é de anemia carencial ocasionada pela deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase. Nesse caso, deve-se afastar a hipótese de anemia hemolítica, visto que não há ocorrência de hepatoesplenomegalia.
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