Foram encontradas 100 questões.
Em reportagem publicada na internet no final de fevereiro
de 2023, uma agência de notícias informou que a receita
com as vendas de smartphones no varejo mundial, em
2022, foi de US$ 330 bilhões, cerca de 10% menor, quando comparada à receita de 2021. Isso significa que, das
alternativas a seguir, aquela que contém o valor que mais
se aproxima da receita com a venda de smartphones no
varejo mundial, em 2021, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A tabela apresentada a seguir, publicada pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresenta o
peso mensal da variação dos grupos de produtos e serviços no índice geral do IPCA (Índice Nacional de Preços
ao Consumidor Amplo), do mês de janeiro de 2023, com
exceção do grupo Educação.
IPCA – janeiro 2023 Grupos de produtos e serviços Peso mensal no índice geral (%) Alimentação e bebidas 21,86 Habitação 15,26 Artigos de residência 3,95 Vestuário 4,84 Transportes 20,44 Saúde e cuidados pessoais 13,05 Despesas pessoais 10,07 Educação Comunicação 4,88
(IBGE. Adaptado)
Sabendo-se que todos os grupos de produtos e serviços que são considerados para o cálculo da variação do referido índice constam na tabela, o peso mensal do grupo Educação, no IPCA de janeiro de 2023, foi de:
IPCA – janeiro 2023 Grupos de produtos e serviços Peso mensal no índice geral (%) Alimentação e bebidas 21,86 Habitação 15,26 Artigos de residência 3,95 Vestuário 4,84 Transportes 20,44 Saúde e cuidados pessoais 13,05 Despesas pessoais 10,07 Educação Comunicação 4,88
(IBGE. Adaptado)
Sabendo-se que todos os grupos de produtos e serviços que são considerados para o cálculo da variação do referido índice constam na tabela, o peso mensal do grupo Educação, no IPCA de janeiro de 2023, foi de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, na reescrita da passagem – Curiosamente, as críticas não eram à versão Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem em si… (1º parágrafo) –, a forma verbal destacada confere sentido de conjectura ao enunciado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência nominal e verbal.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado, reescrito a partir das informações do texto, atende à norma-padrão de colocação pronominal.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
Identifica-se termo empregado em sentido figurado em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
Na frase que inicia o texto – A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria crítica lá dentro. –, o emprego do substantivo destacado reforça
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
De acordo com a autora, o perfil das princesas que atualmente é alvo de críticas construiu-se, ao longo dos tempos,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Infeliz Aniversário
A Branca de Neve de Disney fez 80 anos, com direito a
chamada na primeira página de um jornalão e farta matéria
crítica lá dentro. Curiosamente, as críticas não eram à versão
Disney cujo aniversário se comemorava, mas à personagem
em si, cuja data natalícia não se comemora porque pode estar no começo do século XVII, quando escrita pelo italiano
Gianbattista Basile, ou nas versões orais que se perdem na
névoa do tempo.
É um velho vício este de querer atualizar, podar, limpar,
meter em moldes ideológicos as antigas narrativas que nos
foram entregues pela tradição. A justificativa é sempre a mesma, proteger as inocentes criancinhas de verdades que poderiam traumatizá-las. A verdade é sempre outra, impingir às
criancinhas as diretrizes sociais em voga no momento.
E no momento, a crítica mais frequente aos contos de
fadas é a abundância de princesas suspirosas à espera do
príncipe. Mas a que “contos de fadas” se refere? Nos 212
contos recolhidos pelos irmãos Grimm, há muito mais do que
princesas suspirosas. Nos dois volumes de “The virago book
on fairy tales”, em que a inglesa Angela Carter registrou contos do mundo inteiro, não se ouvem suspiros. Nem suspiram
princesas entre as mulheres que correm com os lobos, de
Pinkola Estés.
As princesas belas e indefesas que agora estão sendo
criticadas foram uma cuidadosa e progressiva escolha social.
Escolha de educadores, pais, autores de antologias, editores. Escolha doméstica, feita cada noite à beira da cama.
Garimpo determinado selecionando, entre tantas narrativas,
aquelas mais convenientes para firmar no imaginário infantil
o modelo feminino que a sociedade queria impor.
Não por acaso Disney escolheu Branca de Neve para
seu primeiro longa-metragem de animação. O custo era altíssimo, não poderia haver erro. E, para garantir açúcar e êxito,
acrescentou o beijo.
Os contos maravilhosos, ou contos de fadas, atravessaram séculos, superaram inúmeras modificações sociais,
venceram incontáveis ataques. Venceram justamente pela
densidade do seu conteúdo, pela riqueza simbólica com que
retratam nossas vidas, nossas humanas inquietações. Querer, mais uma vez, sujeitá-los aos conceitos de ensino mais
rasteiros, às interpretações mais primárias, é pura manipulação, descrença no poder do imaginário.
(https://www.marinacolasanti.com/. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que os contos de fadas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão.
Leolinda Daltro (1859-1935) – A educadora é considerada uma das primeiras sufragistas e precursora do feminismo
no Brasil. Fundou o Partido Republicano Feminino, três jornais para as mulheres e foi uma das criadoras da Linha de
Tiro Feminino Orsina da Fonseca, onde elas treinavam com
armas de fogo. No fim do século 19, viajou pelo Brasil divulgando ideias como a educação laica e os direitos indígenas.
(https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais. Adaptado)
Na frase final do texto – No fim do século 19, viajou pelo Brasil divulgando ideias como a educação laica e os direitos indígenas. –, reescrevendo-se o trecho destacado e mantendo-se o sentido de finalidade, obtém-se:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container