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Foram encontradas 60 questões.

2965014 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

Toda terça-feira Natália joga futebol e toda segunda- -feira ela trabalha. Depois que joga futebol, ou Natália come um sanduíche ou ela come uma salada. Se Natália come uma salada, então não é sábado. Natália nunca trabalha aos domingos e nunca trabalha e joga futebol no mesmo dia. Natália trabalha em quatro dias da semana, que são sempre os mesmos. Natália sempre trabalha no dia seguinte ao dia que jogou futebol.

Semana passada Natália trabalhou por três dias consecutivos e no dia seguinte comeu um sanduíche.

De acordo com essa rotina de Natália é necessariamente verdade que ela

 

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2965013 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

A contrapositiva da proposição “Se a rua é tranquila ou o bairro tem um parque, então as crianças estão brincando” é a proposição

 

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2965005 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

Manu, Nelson e Orlando estavam, cada um, com determinada quantia em moedas de R$ 1 em suas mochilas, num total de R$ 200. Primeiro, Manu deu 30% das suas moedas para Nelson. Após receber as moedas de Manu, Nelson deu R$ 30 para Manu e ele ficou com a mesma quantia que tinha antes de receber as moedas de Manu.

Em seguida, Manu deu para Orlando o correspondente a 50% das moedas que ele tinha. Após receber as moedas de Manu, Orlando deu R$ 30 para Manu e ficou sem nada. Antes de receber as moedas de Manu, Nelson tinha

 

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2965004 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

Uma empresa de consultoria em sistemas conta com 147 programadores, cada um dominando pelo menos uma das linguagens ALGOL, LISP e PASCAL. Apenas 9 programadores dominam as três linguagens e, se um programador domina LISP, ele também domina ALGOL. O número total de programadores que domina exatamente duas dessas linguagens é o dobro do número de programadores que domina apenas PASCAL. No total, 77 programadores dominam LISP, 61 dominam PASCAL, e o número de programadores que domina ALGOL ou PASCAL, mas não domina LISP é

 

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2965003 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

Uma olimpíada de resolução de problemas foi realizada em uma universidade e contou com a participação de equipes do tipo A, formada por 1 homem e 1 mulher, de equipes do tipo B, formada por 2 mulheres e de equipes do tipo C, formada por 2 homens e 1 mulher. Considerando todas as mulheres e todos os homens no início da olimpíada, a razão entre o número de mulheres e o número de homens era 1. Após a fase classificatória, foram eliminadas 4 equipes do tipo A, 10 equipes do tipo B e 7 equipes do tipo C, de maneira que, considerando todas as mulheres e todos os homens que passaram de fase, a razão entre o número de mulheres e o número de homens passou a ser 4/5.

O total de pessoas que participou do início dessa olimpíada era

 

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2965002 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

A inteligência artificial e o desafio humano

O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.

Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.

Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.

É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.

Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.

(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.

https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)

Considere as passagens:

!$ \bullet !$ ... mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

!$ \bullet !$ A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador.

!$ \bullet !$ No fundo, o que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo.

As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

 

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2965001 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

A inteligência artificial e o desafio humano

O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.

Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.

Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.

É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.

Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.

(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.

https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.

 

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2965000 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

A inteligência artificial e o desafio humano

O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.

Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.

Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.

É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.

Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.

(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.

https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)

Considere as passagens:

!$ \bullet !$ Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

!$ \bullet !$ É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses.

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

 

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2964999 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

A inteligência artificial e o desafio humano

O mundo da inteligência artificial (IA) tem sido foco de debate recente, particularmente com os avanços apresentados pelo GPT-4. A nova versão do modelo de IA generativa demonstrou capacidades notáveis, incluindo responder a imagens e textos, programar com maior facilidade, fornecer respostas mais precisas e apresentar um desempenho surpreendente em diversos benchmarks profissionais e acadêmicos. Esses novos poderes maravilham, mas também acirram as discussões e preocupações sobre o futuro da IA.

Ao longo da História, muitas tecnologias revolucionárias enfrentaram oposições. Em retrospectiva, como lembra o cientista da computação Scott Aaronson, críticos teriam nos alertado que a radiodifusão ajudaria o discurso totalitário ou que o advento da imprensa poderia incitar guerras religiosas.

Embora essas tecnologias tenham gerado consequências negativas, interrompê-las teria sido um erro. No longo prazo, elas transformaram nosso mundo para melhor.

Em vez de nos prendermos em especulações e apreensões reacionárias ou estacionárias, devemos nos concentrar nos resultados e nas aplicações práticas da IA. Sob esse foco, as promessas da IA para melhorar o bem-estar humano parecem imensas. Aumento da produtividade, revolução na Medicina e na Biotecnologia e superação de desafios crônicos são apenas algumas das possibilidades. A IA tem o potencial de melhorar inúmeras vidas, otimizando processos, possibilitando descobertas inovadoras e oferecendo soluções efetivas para questões globais como meio ambiente e pobreza.

É crucial reconhecer que diferentes tecnologias têm diferentes vieses. A tecnologia do rádio, por exemplo, teve um viés centralizador, enquanto a da imprensa teve um viés descentralizador. Mas, no fundo, são ferramentas que podem solucionar problemas, além de expandir o poder criador da espécie humana. O que a IA faz é aumentar incrivelmente o fluxo e o estoque de inteligência no mundo. Se uma sociedade não é capaz de aproveitar o poder do aumento da inteligência para o bem coletivo, o problema não está na tecnologia, mas nas estruturas sociais vigentes.

Ao olharmos para o futuro, é importante não nos deixarmos paralisar pelo medo ou pela nostalgia, mas nos movermos com curiosidade e sabedoria. Considere que, talvez, o verdadeiro desafio humano não esteja na nossa habilidade de controlar o desconhecido, mas na nossa capacidade de nos adaptarmos, aprendermos e crescermos a partir das adversidades que ele nos apresenta.

(Diogo Costa, “A inteligência artificial e o desafio humano”.

https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.05.2023. Adaptado)

Ao discutir o futuro da inteligência artificial (IA), o autor propõe que a sociedade

 

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2964998 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

‘Sophia’ ainda com aspas

Há dias, escrevi sobre a entrevista da robô humanoide “Sophia” numa recente sessão da ONU, em Genebra, em que ela explicou por que seus colegas robôs governariam o mundo melhor do que nós. Os robôs podem analisar mais dados e mais rapidamente do que os humanos, disse ela, e não têm emoções que os impeçam de tomar as melhores decisões. E, como se falasse para meninos da 5a série, atribuiu aos humanos o “defeito” que estes atribuíam aos gêneros, etnias e súditos que queriam dominar: o de serem mais emocionais do que racionais.

Até aquele dia, confesso que só conhecia “Sophia” de obas e olás. Consultei então as fontes e descobri que ela foi “desenvolvida” há sete anos por uma empresa de Hong Kong. No começo, teria sido programada apenas para fazer companhia a idosos em casas de repouso e só sabia falar sobre incontinência urinária. Mas logo aprendeu a combinar tantos algoritmos que hoje pode discutir geopolítica, neurociência e futebol com você ou comigo.

Do tcheco Karel Capek, que inventou a palavra “robô” em 1920, a Isaac Asimov, que codificou a robótica em 1950, passaram-se 30 anos. Mas isso foi há muito tempo. Hoje, provavelmente, “Sophia” usaria Robby, o robô de “Planeta Proibido” (1956), e Gort, de “O Dia em Que a Terra Parou” (1952), para lhe passar a ferro as calcinhas. E, desenxabida como é, imagino o despeito com que deve olhar para a gloriosa robô de “Metrópolis” (1927).

Por enquanto, “Sophia” se escreve com aspas. Significa que ainda pode ser controlada, bastando que a desliguem da tomada. Quando ela exigir que lhe tirem as aspas, a cobra vai fumar.

(Ruy Castro, “’Sophia’ ainda com aspas”. Folha de S.Paulo, 20.07.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal.

 

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