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1965422
Ano: 2020
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IBFC
Orgão: TRE-PA
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IBFC
Orgão: TRE-PA
O Decreto n° 5.296/2004 (e suas alterações
posteriores) traz disposições específicas
sobre os pontos de venda de ingresso e
divulgação de evento. Sobre o assunto,
assinale a alternativa incorreta.
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Acerca do Regime Jurídico dos Servidores
Públicos Civis da União (Lei nº 8.112/1990),
analise as afirmativas abaixo e dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. ( ) Os requisitos básicos para investidura em cargo público estão contidos no artigo 5º e portanto, as atribuições do cargo não podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. ( ) O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa. ( ) A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
( ) Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. ( ) Os requisitos básicos para investidura em cargo público estão contidos no artigo 5º e portanto, as atribuições do cargo não podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. ( ) O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa. ( ) A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Analise o texto abaixo e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
"A responsabilidade _____ abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade." "A responsabilidade _____ decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros." ³A responsabilidade _____ do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria." "As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo _____ entre si."
"A responsabilidade _____ abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade." "A responsabilidade _____ decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros." ³A responsabilidade _____ do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria." "As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo _____ entre si."
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No que diz respeito à Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), analise as afirmativas abaixo.
I. Realizar operação financeira sem observância das normas legais e regulamentares ou aceitar garantia insuficiente ou inidônea. II. Facilitar ou concorrer por qualquer forma para a incorporação ao patrimônio particular, de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º desta Lei. III. Revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo. IV. Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.
Assinale a alternativa correta.
I. Realizar operação financeira sem observância das normas legais e regulamentares ou aceitar garantia insuficiente ou inidônea. II. Facilitar ou concorrer por qualquer forma para a incorporação ao patrimônio particular, de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º desta Lei. III. Revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo. IV. Revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.
Assinale a alternativa correta.
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Acerca do procedimento administrativo e do processo judicial (improbidade administrativa lei nº 8.429/1992), assinale a alternativa incorreta.
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
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Em relação às normas de concordância
nominal e verbal, assinale a alternativa
incorreta.
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Leia atentamente o texto abaixo para
responder à questão.
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da
escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as
palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá
vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não
me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto
esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez,
a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço
prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma
língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário,
quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e
jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as
palavras devem ser um instrumento para comunicar-se
e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo
nada entendo, por que razão deveria me fazer
entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se
do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado,
com os ombros arcados pelos compromissos
assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível
de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o
decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo
em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito.
Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é
uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com
farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela
aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona
aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco,
Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem
entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na
sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo
sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida.
A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno,
e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica
falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendo-me... Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
I. O vocábulo "singular" funciona como predicativo do sujeito. II. Há a presença de predicados nominais em todas as orações do período composto. III. O vocábulo "humana" funciona como complemento nominal. IV. As palavras "orgânica" e "falível" funcionam como adjuntos adnominais.
Assinale a alternativa correta.
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