Foram encontradas 60 questões.
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Discussão – o que é isso?
A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.
(COSTA, Teobaldo, inédito)
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Discussão – o que é isso?
A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.
(COSTA, Teobaldo, inédito)
I. No primeiro parágrafo, expõe-se a condição mínima para a ocorrência de uma discussão, sem que se mencione a ação de um entrave inicial que possa dificultá-la. II. No segundo parágrafo, aponta-se, como elemento frequente em algumas discussões, a intolerância, que não me deixa reconhecer os argumentos da pessoa a quem já julguei. III. No terceiro parágrafo, estabelece-se uma conexão entre diferentes culturas e diferentes formas de discussão, concluindo-se que um acordo é mais fácil nas contendas mais acaloradas.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
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Atenção: A questão a seguir, refere-se ao conteúdo de Noções de Direito Eleitoral.
De acordo com o Código Eleitoral brasileiro, os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo justificado, servirão,
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Atenção: A questão a seguir, refere-se ao conteúdo de Noções de Direito Eleitoral.
Segundo o Código Eleitoral brasileiro, compete, privativamente, ao Tribunal Superior Eleitoral,
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- Comunicação Organizacional nas Relações Públicas
- Assessoria de Comunicação nas Relações Públicas
- Comunicação OrganizacionalResponsabilidade Social
- Comunicação OrganizacionalResponsabilidade Corporativa
- Assessoria de ComunicaçãoInteresse Público
Leia as proposições abaixo.
I. Os dados divulgados no balanço social não trazem à empresa boa reputação
POIS
II. o balanço social é um relatório anual produzido pela empresa após um esforço de auditoria interna que mapeia seu grau de responsabilidade social, portanto é consequência da sua identidade.
Nesse caso,
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- Comunicação Organizacional nas Relações Públicas
- PúblicoSegmentação de Públicos
- PúblicoComunicação Dirigida
- Comunicação Pública nas Relações Públicas
No site de uma instituição pública, no canal NOTÍCIAS há links para:
− chamada com as datas das rodadas para o acordo coletivo.
− nota sobre o pagamento de fornecedores da empresa terceirizada de limpeza.
− nota com explicações de credenciamento para a coletiva de imprensa que a presidência dará na próxima semana.
Sobre estes links, considere:
I. Os sindicatos, um dos públicos da chamada com as datas das rodadas para o acordo coletivo, é considerado público não-essencial.
II. As empresas terceirizadas de limpeza são consideradas como público de redes de interferência da nota sobre pagamento de fornecedores.
III. Fornecedores que contribuem para a viabilização da organização, como as empresas terceirizadas de limpeza, são considerados públicos de sustentação secundários.
IV. A nota com explicações sobre a coletiva tem como um dos públicos a rede de comunicação de massa, que não é considerado público de redes de interferência, mas público essencial.
Está correto o que consta APENAS em
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- Comunicação Organizacional nas Relações Públicas
- Processos e Fluxos Comunicacionais em RPCampanhas
- Processos e Fluxos Comunicacionais em RPComunicação Digital
- PúblicoSegmentação de Públicos
- PúblicoComunicação Dirigida
- Comunicação Pública nas Relações Públicas
- Expressão nas Relações PúblicasDiscurso, Retórica e Argumentação
Considere as proposições abaixo.
I. Os cidadãos homens, entre 18 e 40 anos, que justificam o voto apenas no segundo turno, fazem parte de um dos público-salvo de uma campanha de vídeos em um canal de internet
POIS
II. o público-alvo é um público específico a ser influenciado dentro da audiência por possuir características ou atributos mensuráveis.
Nesse caso,
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- Comunicação Organizacional nas Relações Públicas
- Teorias da ComunicaçãoTécnicas do Pensamento Comunicacional
- Teorias da ComunicaçãoConstrução social da realidade
- PúblicoOpinião Pública
- PúblicoPesquisa de Opinião
- Comunicação Pública nas Relações Públicas
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