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Melancolia e criatividade

Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas.

Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso.

Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.

(Humberto Couto Villares, a publicar)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:

 

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Melancolia e criatividade

Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza(a) que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas.

Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima(b) de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno(c) para a nitidez da forma artística bem iluminada.

Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo,(d) que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso.

Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.(e)

(Humberto Couto Villares, a publicar)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

 

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Melancolia e criatividade

Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas.

Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso.

Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.

(Humberto Couto Villares, a publicar)

No parágrafo, a personagem Carlitos é invocada para

 

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Melancolia e criatividade

Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas.

Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso.

Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.

(Humberto Couto Villares, a publicar)

Afirma-se no parágrafo do texto que a negatividade da melancolia

 

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Melancolia e criatividade

Desde sempre o sentimento da melancolia gozou de má fama. O melancólico é costumeiramente tomado como um ser desanimado, depressivo, “pra baixo”, em suma: um chato que convém evitar. Mas é uma fama injusta: há grandes melancólicos que fazem grande arte com sua melancolia, e assim preenchem a vida da gente, como uma espécie de contrabando da tristeza que a arte transforma em beleza. “Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza”, já defendeu o poeta Vinícius de Moraes, na letra de um conhecido samba seu.

Mas a melancolia não para nos sambas: ela desde sempre anima a literatura, a música, a pintura, o cinema, as artes todas.

Anima, sim: tanto anima que a gente gosta de voltar a ver um bom filme melancólico, revisitar um belo poema desesperançado, ouvir uma vez mais um inspirado noturno para piano. Ou seja: os artistas melancólicos fazem de sua melancolia a matéria-prima de uma obra-prima. Sorte deles, nossa e da própria melancolia, que é assim resgatada do escuro do inferno para a nitidez da forma artística bem iluminada.

Confira: seria possível haver uma história da arte que deixasse de falar das grandes obras melancólicas? Por certo se perderia a parte melhor do nosso humanismo criativo, que sabe fazer de uma dor um objeto aberto ao nosso reconhecimento prazeroso.

Charles Chaplin, ao conceber Carlitos, dotou essa figura humana inesquecível da complexa composição de fracasso, melancolia, riso, esperteza e esperança. O vagabundo sem destino, que vive a apanhar da vida, ganhou de seu criador o condão de emocionar o mundo não com feitos gloriosos, mas com a resistente poesia que o faz enfrentar a vida munido da força interior de um melancólico disposto a trilhar com determinação seu caminho, ainda que no rumo a um horizonte incerto.

(Humberto Couto Villares, a publicar)

No parágrafo do texto, justifica-se a relação possível entre melancolia e criatividade quando se afirma que

 

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2327089 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: TRT-23

No balancete de verificação abaixo, são apresentadas as contas de balanço em 31 de dezembro de 20X2 e as contas de resultado correspondentes ao ano 20X2 da empresa Abrakadabra S.A.

Balancete de verificação

Contas

Saldo (em R$)

Devedor

Credor

Despesa com créditos de liquidação duvidosa

1.500

Contas a receber

13.400

Despesa com seguros

250

Despesa de depreciação dos móveis do escritório

500

Provisão de processos trabalhistas

5.000

Custo da mercadoria vendida

4.200

Reserva de lucros

7.500

Adiantamentos aos fornecedores

200

Depreciação acumulada (veículos)

1.800

Receita de prestação de serviços

12.000

Receita de vendas de produtos

16.000

Fornecedores

2.050

Despesa com publicidade e propaganda

3.500

Caixa e Equivalentes

4.600

Custo do serviço prestado

5.000

Despesa de salários

1.100

Veículos

45.000

Estoques

2.000

Despesas com comissões de vendas

3.500

Resultado na venda de ativo imobilizado

1.150

Capital social

26.250

Receitas antecipadas

11.000

Perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa

2.400

Investimentos

400

Total

85.150 85.150

O valor do total do ativo da empresa é, em reais,

 

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2327088 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FCC
Orgão: TRT-23

Receita Orçamentária Prevista: ........................................................................................................... R$ 155.560.000,00

Receita Orçamentária Lançada: .......................................................................................................... R$ 89.000.000,00

Receita Orçamentária Arrecadada: ...................................................................................................... R$ 181.800.000,00

Dotação Orçamentária Inicial: .............................................................................................................. R$ 155.560.000,00

Dotação Orçamentária Atualizada: ...................................................................................................... R$ 164.420.000,00

Despesa Orçamentária Empenhada: ................................................................................................... R$ 150.700.000,00

Despesa Orçamentária Liquidada: ....................................................................................................... R$ 148.300.000,00

Despesa Orçamentária Paga: .............................................................................................................. R$ 142.100.000,00

Depósitos Restituíveis e Valores Vinculados Recebidos: .................................................................... R$ 480.000,00

Restos a Pagar Não Processados Inscritos em 31/12/2021: ............................................................... R$ 2.400.000,00

Restos a Pagar Processados Inscritos em 31/12/2021: ....................................................................... R$ 6.200.000,00

Pagamento de Restos a Pagar Processados Inscritos em 31/12/2020: ............................................... R$ 3.220.000,00

Reconhecimento de Variações Patrimoniais Aumentativas Financeiras: ............................................. R$ 900.000,00

Reconhecimento de Desvalorização e Perdas de Ativos e Incorporação de Passivos: ....................... R$ 95.560,00

Com base nesses dados tomados em conjunto e de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, os totais dos Recebimentos Extraorçamentários e dos Pagamentos Extraorçamentários evidenciados no Balanço Financeiro referente ao ano de 2021 do referido ente público foram, respectivamente, em reais,

 

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2327087 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FCC
Orgão: TRT-23

Receita Orçamentária Prevista: ........................................................................................................... R$ 155.560.000,00

Receita Orçamentária Lançada: .......................................................................................................... R$ 89.000.000,00

Receita Orçamentária Arrecadada: ...................................................................................................... R$ 181.800.000,00

Dotação Orçamentária Inicial: .............................................................................................................. R$ 155.560.000,00

Dotação Orçamentária Atualizada: ...................................................................................................... R$ 164.420.000,00

Despesa Orçamentária Empenhada: ................................................................................................... R$ 150.700.000,00

Despesa Orçamentária Liquidada: ....................................................................................................... R$ 148.300.000,00

Despesa Orçamentária Paga: .............................................................................................................. R$ 142.100.000,00

Depósitos Restituíveis e Valores Vinculados Recebidos: .................................................................... R$ 480.000,00

Restos a Pagar Não Processados Inscritos em 31/12/2021: ............................................................... R$ 2.400.000,00

Restos a Pagar Processados Inscritos em 31/12/2021: ....................................................................... R$ 6.200.000,00

Pagamento de Restos a Pagar Processados Inscritos em 31/12/2020: ............................................... R$ 3.220.000,00

Reconhecimento de Variações Patrimoniais Aumentativas Financeiras: ............................................. R$ 900.000,00

Reconhecimento de Desvalorização e Perdas de Ativos e Incorporação de Passivos: ....................... R$ 95.560,00

Com base nesses dados tomados em conjunto e de acordo com a Lei nº 4.320/1964, o superávit de execução orçamentária referente ao exercício financeiro de 2021 do referido ente público foi, em reais,

 

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2327022 Ano: 2022
Disciplina: Auditoria
Banca: FCC
Orgão: TRT-23

Nos termos da NBC TA 200,

 

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2327021 Ano: 2022
Disciplina: Auditoria
Banca: FCC
Orgão: TRT-23

Considere os seguintes itens:

I. Manipulação, falsificação (inclusive de assinatura) ou alteração de registros contábeis ou documentos comprobatórios que serviram de base à elaboração de demonstrações contábeis.

II. Mentira ou omissão intencional nas demonstrações contábeis de eventos, operações ou outras informações significativas.

III. Aplicação incorreta intencional dos princípios contábeis relativos a valores, classificação, forma de apresentação ou divulgação.

De acordo com a NBC TA 240, essas ações dão causa a informações contábeis

 

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