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De acordo com o Glossário de Conceitos Culturais de Sofrimento do DSM-5, há a descrição de um idioma de sofrimento e uma explicação cultural entre os Shona do Zimbábue. Como explicação cultural, é considerado causador de ansiedade, depressão e problemas somáticos (p.ex., meu coração está doendo porque penso demais). Como idioma de sofrimento psicossocial, é indicativo de dificuldades interpessoais e sociais (p. ex., problemas conjugais, não ter dinheiro para cuidar dos filhos). Envolve ruminação de pensamentos angustiantes, particularmente preocupações. Está associado a uma série de psicopatologias, incluindo sintomas de ansiedade, preocupação excessiva, ataques de pânico, sintomas depressivos e irritabilidade.
A condição acima é conhecida como
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Um homem de 55 anos, que trabalhou nos últimos 20 anos com extração do mineral mercúrio e seus compostos, começou a apresentar quadro caracterizado por irritabilidade, explosões de extrema cólera, desânimo, insônia, dificuldade de concentração e mudanças de personalidade.
Foi avaliado por um psiquiatra especializado em saúde ocupacional, que identificou se tratar de um caso de
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Um motorista de caminhão que trabalhava para uma empresa entregando mercadorias eletrônicas por todo o Brasil informou ao seu psiquiatra que começou a fazer uso de estimulantes para conseguir permanecer acordado durante as madrugadas, a fim de cumprir as metas que eram estabelecidas por seu patrão. O médico pôde constatar que o motorista desenvolveu transtorno por uso de estimulantes, e, no momento da avaliação, estava há 2 dias sem consumi-los, manifestando sinais de abstinência.
Quando o motorista foi renovar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o médico solicitou exame toxicológico de amostras de cabelo, que podem ser usadas para detectar a presença de estimulantes tipo anfetamina por até
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Um motorista de caminhão que trabalhava para uma empresa entregando mercadorias eletrônicas por todo o Brasil informou ao seu psiquiatra que começou a fazer uso de estimulantes para conseguir permanecer acordado durante as madrugadas, a fim de cumprir as metas que eram estabelecidas por seu patrão. O médico pôde constatar que o motorista desenvolveu transtorno por uso de estimulantes, e, no momento da avaliação, estava há 2 dias sem consumi-los, manifestando sinais de abstinência.
Entre as características diagnósticas da abstinência de estimulantes NÃO consta:
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Em caso de internação involuntária de um paciente com 65 anos, com diagnóstico de demência na doença de Alzheimer, já em fase moderada/avançada, que chega ao pronto-socorro acompanhado dos pais, da esposa, dos filhos e netos, que divergem entre si quanto à internação − uns sendo a favor, e outros, contra − possui precedência para deliberar por ele:
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A síndrome de Burnout é composta por três dimensões que compreendem:
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De acordo com a Lei nº 13.840/2019, a internação involuntária de um paciente com dependência química pode durar, no máximo:
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Um famoso empresário e ex-futebolista inglês enfrentou recentemente uma disputa judicial com uma mulher que passou a persegui-lo e a assediá-lo. Ela lhe escrevia cartas, destacando o amor que lhe dedicava desde a infância, sabia onde o empresário morava, exigia encontrá-lo para uma conversa no Tribunal. Os tons de ameaça foram aumentando com o tempo. A mulher acreditava que estava em um relacionamento com o ex-jogador, que a filha dele com a esposa era, na verdade, fruto de um relacionamento seu com ele, e que havia um complô do casal para lhe roubar os óvulos. O ex-futebolista afirmou nunca a ter conhecido. Segundo a imprensa, foi constatado que a mulher sofria de transtorno mental.
A síndrome sugestiva do quadro clínico apresentado é:
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DAV, 40 anos, sexo feminino, casada, apresenta diagnóstico de esquizofrenia paranoide desde os 28 anos, tendo sido internada em instituição psiquiátrica por 3 vezes ao longo da vida. Não está mais em acompanhamento ambulatorial e parou de fazer uso de suas medicações psicotrópicas, por achar que seria envenenada caso as ingerisse. Chega ao pronto-socorro acompanhada dos pais e do marido. Encontra-se agitada, heteroagressiva, com discurso delirante de cunho persecutório. Não apresenta crítica quanto à morbidez. Juízo de realidade prejudicado. Concorda em ser internada, pois considera que estará mais protegida de seus perseguidores dentro do hospital.
Caso a paciente em questão fosse interditada judicialmente, e levando-se em conta o Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015), considerando que o seu pai fosse o curador e concordasse com a internação, o tipo de internação seria a
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DAV, 40 anos, sexo feminino, casada, apresenta diagnóstico de esquizofrenia paranoide desde os 28 anos, tendo sido internada em instituição psiquiátrica por 3 vezes ao longo da vida. Não está mais em acompanhamento ambulatorial e parou de fazer uso de suas medicações psicotrópicas, por achar que seria envenenada caso as ingerisse. Chega ao pronto-socorro acompanhada dos pais e do marido. Encontra-se agitada, heteroagressiva, com discurso delirante de cunho persecutório. Não apresenta crítica quanto à morbidez. Juízo de realidade prejudicado. Concorda em ser internada, pois considera que estará mais protegida de seus perseguidores dentro do hospital.
Nesse caso, o tipo de internação que o médico psiquiatra deve considerar para DAV é a
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