Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado
na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.
Mas pode-se elaborar melhor essa análise. O observador arriscaria afirmar que a narrativa jornalística, tal como foi construída
ao longo do tempo, já não dá conta de acompanhar a percepção da realidade, amplificada pelo domínio da imagem transmitida
globalmente em tempo real. Como notou o filósofo Vilém Flusser, a superfície ínfima da tela substitui o mundo real. O que a
imprensa faz é comentar essa superficialidade, não a realidade.
É adequada a seguinte assertiva sobre o trecho acima:
Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado
na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.
Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado
na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.
O contexto evidencia que leitores correligionários, citados na linha 29, são:
Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado
na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.
...para ser levado a sério, um jornal precisa dar a impressão de concretude em seu conteúdo.
O conteúdo expresso acima está preservado, em formulação condizente com a norma-padrão, em:
Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado
na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.
Se o jornal comentar um assunto com superficialidade, o estará tratando
Nem bem chegara de lá e já tinha de ouvir o que diziam dele depois que partira. A primeira a anunciar uma das fofocas foi a
vizinha, sempre disposta a disseminar novidades, verdadeiras ou não.
− Então, Antônio, soube que rompeu o noivado.
Sobre o que se tem acima, afirma-se corretamente, levando em conta a norma-padrão: