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Não somos livres como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e este último, uma vítima para salvar. O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível.
Planeta, set./2007 (com adaptações).
Julgue o próximo item, a respeito das idéias e estruturas lingüísticas do texto acima.
O período iniciado por “Quase todos” fundamenta ou justifica a afirmação imediatamente anterior, de que ser livre é “uma ilusão”; por isso, seria coerente e gramaticalmente correto assim iniciá-lo: Por que na verdade, quase todos carregamos.
 

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Não somos livres como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e este último, uma vítima para salvar. O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível.
Planeta, set./2007 (com adaptações).
Julgue o próximo item, a respeito das idéias e estruturas lingüísticas do texto acima.
A expressão “a maior parte dos” poderia ser substituída por quase todos os, sem prejuízo da coerência ou da correção gramatical do texto, já que as duas expressões têm função significativa semelhante.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical ao se empregar o artigo o em lugar de “como”.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
De acordo com a organização das idéias do texto, com o termo “além das fronteiras”, identificam-se países da América do Sul que são “nossos vizinhos”.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A preposição de, em “do que”, introduz o segundo termo de uma comparação iniciada com “mais capaz de”.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Depreende-se do desenvolvimento das idéias do texto que “mais ainda” intensifica a característica de os brasileiros viverem ‘isolados do mundo’.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
O autor do texto, em sua argumentação, opõe o desaparecimento da distância entre os Estados Unidos da América e a Europa, no “plano objetivo”, à preservação dessa distância entre os países da América do Sul, no plano subjetivo.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego da primeira pessoa do plural nos verbos do texto tem o efeito argumentativo de situar autor e leitor como brasileiros, ou como pessoas que vivem no Brasil.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
No contexto em que ocorre, o emprego da flexão de plural em “serem” é opcional segundo as regras gramaticais, podendo, portanto, a forma “serem” ser substituída pelo singular correspondente: ser.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Em “a rejeição, a exclusão”, a substituição da vírgula pela conjunção e preserva a coerência e a correção gramatical do texto.
 

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