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Foram encontradas 80 questões.

862739 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Seja V o vetor [-8, 10]. O módulo de V é
 

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862738 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Considerando a técnica de amostragem aleatória simples, as variáveis contínuas Y e X e o estimador de regressão linear (de Y em X) da média de Y, denotado por \( \hat {\mu} \)reg y, analise.
I. O estimador \( \hat {\mu} \)reg y envolve um termo de correção que depende da estimativa do coeficiente angular da regressão de Y em X.
II. A estimativa da variância do estimador \( \hat {\mu} \)reg y é alterada pelo sinal (negativo ou positivo) da estimativa do coeficiente de correlação linear entre Y e X.
III. O vício (ou viés) do estimador \( \hat {\mu} \)reg y é zero, mesmo se o coeficiente de correlação linear entre as variáveis Y e X for diferente de zero.
Assinale
 

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862737 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Defina X como uma população com um parâmetro de interesse θ. Seja (X1, X2, ..., Xn) uma amostra aleatória simples extraída desta população e seja \( \hat {\theta} \) um estimador do parâmetro θ . Analise as seguintes propriedades do estimador \( \hat {\theta} \):
I. Se E \( (\hat {\theta}) \) = θ, \( \hat {\theta} \) é um estimador não-tendencioso do parâmetro populacional θ .
II. Se \( \hat {\theta} \) é um estimador não tendencioso de um parâmetro θ, \( \hat {\theta} \) é consistente se à medida que o tamanho da amostra aumenta a variabilidade do estimador diminui, ou seja, se Enunciado 4012295-1
III. S2 é estimador tendencioso mas consistente da variância da população σ2, representado por \( \hat {S} ^2 = \dfrac {N-1} {N} S^2. \)
Assinale
 

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862736 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Dada a função sen f(x,y) = ey sen x+In yx . A segunda derivada parcial em y, fyy, é
 

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Assinale a alternativa em que a alteração estrutural de um trecho do texto NÃO tenha provocado inadequação de ordem gramatical ou discursiva nem alteração semântica.
 

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A tradição teológica e filosófica nunca conseguiu

explicar o “mistério da iniquidade”, a existência do mal

como potência do desejo e da ação humanas.

Ora, a corrupção é o mal do nosso tempo.

Curiosamente, ela aparece como uma nova regra de

conduta, uma contraditória “moral imoral”. Da

governalidade aos atos cotidianos, o mundo da vida no

qual ética e moral se cindiram há muito tempo

transformou-se na sempre saqueável terra de ninguém.

Como toda moral, a corrupção é rígida. Daí a

impossibilidade do seu combate por meios comuns, seja

o direito, seja a polícia. Do contrário, meio mundo

estaria na prisão. A mesma polícia que combate o

narcotráfico nas favelas das grandes cidades poderia

ocupar o Congresso e outros espaços do governo onde

a corrupção é a regra.

Mas o problema é que a força da corrupção é a do

costume, é a da “moral”, aquela mesma do malandro

que age “na moral”, que é “cheio de moral”. Ela é muito

mais forte do que a delicada reflexão ética que

envolveria a autonomia de cada sujeito agente. E que só

surgiria pela educação política que buscasse um

pensamento reflexivo.

O sistema da corrupção é composto de um jogo de

forças do qual uma das mais importantes é a “força do

sentido”. É ela que faz perguntar, por exemplo, “como é

possível que um policial pobre se negue a aceitar

dinheiro para agir ilegalmente?”

O simples fato de que essa pergunta seja colocada

implica o pressuposto de que uma verdade ética tal

como a honestidade foi transvalorada. Isso significa que

foi também desvalorizada.

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar,

mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na

contramão do dever, é porque no sistema da corrupção

o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua

autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro.

Mas não somente. Aquele que age na direção da lei

como que age contra a moral caracterizada pelo “fazer

como a grande maioria”, levando em conta que no

âmbito da corrupção se entende que o que a maioria

quer é “dinheiro”.

Verdade é que a ação em nome de um universal

por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela

que se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da

vantagem que define a regra, o sujeito honesto se

transfigura imediatamente em otário.

Se a moral é medida em dinheiro, não entregar-se a

ele poderá parecer um luxo. Mas um contraditório luxo

de pobre, já que a questão da honestidade não se

coloca para os ricos, para quem tal valor parece de

antemão assegurado.

Daí que jamais se louve nos noticiários a

honestidade de alguém que não se enquadra no

estereótipo do “pobre”. Honesto é sempre o pobre

elevado a cidadão exótico. Na verdade, por meio desse

gesto o pobre é colocado à prova pelo sistema. Afinal

ele teria tudo para ser corrupto, ou seja, teria todo o

motivo para sê-lo. Mas teria também todo o perdão?

O cidadão exótico – pobre e honesto – que deixa de

agir na direção de uma vantagem pessoal como que

estaria perdoado por antecipação ao agir imoralmente

sendo pobre, mas não está. A frase de Brecht seria sua

jurisprudência mais básica: “O que é roubar um banco

comparado a fundar um?”

Ora, sabemos que essa “moral imoral” tem sempre

dois pesos e duas medidas, diferentes para ricos e

pobres. No vão que as separa vem à tona a

incompreensibilidade diante do mistério da

honestidade. De categoria ética, ela desce ao posto de

irrespondível problema metafísico.

Pois quem terá hoje a coragem de perguntar como

alguém se torna o que é quando a subjetividade, a

individualidade e a biografia já não valem nada e

sentimos apenas o miasma que exala da vala comum

das celebridades da qual o cidadão pode se salvar

apenas alcançando o posto de um herói exótico,

máscara do otário da vez?

(Marcia Tiburi. Cult, dezembro de 2011)

Acerca dos sentidos produzidos pelo texto, analise as afirmativas a seguir.

I. Ser honesto, sendo pobre, significaria agir na contramão das expectativas.

II. Aos pobres, a imoralidade é perdoada.

III. Fugir à moral do “fazer como a grande maioria” significaria ser otário.

Assinale
 

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A tradição teológica e filosófica nunca conseguiu

explicar o “mistério da iniquidade”, a existência do mal

como potência do desejo e da ação humanas.

Ora, a corrupção é o mal do nosso tempo.

Curiosamente, ela aparece como uma nova regra de

conduta, uma contraditória “moral imoral”. Da

governalidade aos atos cotidianos, o mundo da vida no

qual ética e moral se cindiram há muito tempo

transformou-se na sempre saqueável terra de ninguém.

Como toda moral, a corrupção é rígida. Daí a

impossibilidade do seu combate por meios comuns, seja

o direito, seja a polícia. Do contrário, meio mundo

estaria na prisão. A mesma polícia que combate o

narcotráfico nas favelas das grandes cidades poderia

ocupar o Congresso e outros espaços do governo onde

a corrupção é a regra.

Mas o problema é que a força da corrupção é a do

costume, é a da “moral”, aquela mesma do malandro

que age “na moral”, que é “cheio de moral”. Ela é muito

mais forte do que a delicada reflexão ética que

envolveria a autonomia de cada sujeito agente. E que só

surgiria pela educação política que buscasse um

pensamento reflexivo.

O sistema da corrupção é composto de um jogo de

forças do qual uma das mais importantes é a “força do

sentido”. É ela que faz perguntar, por exemplo, “como é

possível que um policial pobre se negue a aceitar

dinheiro para agir ilegalmente?”

O simples fato de que essa pergunta seja colocada

implica o pressuposto de que uma verdade ética tal

como a honestidade foi transvalorada. Isso significa que

foi também desvalorizada.

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar,

mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na

contramão do dever, é porque no sistema da corrupção

o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua

autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro.

Mas não somente. Aquele que age na direção da lei

como que age contra a moral caracterizada pelo “fazer

como a grande maioria”, levando em conta que no

âmbito da corrupção se entende que o que a maioria

quer é “dinheiro”.

Verdade é que a ação em nome de um universal

por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela

que se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da

vantagem que define a regra, o sujeito honesto se

transfigura imediatamente em otário.

Se a moral é medida em dinheiro, não entregar-se a

ele poderá parecer um luxo. Mas um contraditório luxo

de pobre, já que a questão da honestidade não se

coloca para os ricos, para quem tal valor parece de

antemão assegurado.

Daí que jamais se louve nos noticiários a

honestidade de alguém que não se enquadra no

estereótipo do “pobre”. Honesto é sempre o pobre

elevado a cidadão exótico. Na verdade, por meio desse

gesto o pobre é colocado à prova pelo sistema. Afinal

ele teria tudo para ser corrupto, ou seja, teria todo o

motivo para sê-lo. Mas teria também todo o perdão?

O cidadão exótico – pobre e honesto – que deixa de

agir na direção de uma vantagem pessoal como que

estaria perdoado por antecipação ao agir imoralmente

sendo pobre, mas não está. A frase de Brecht seria sua

jurisprudência mais básica: “O que é roubar um banco

comparado a fundar um?”

Ora, sabemos que essa “moral imoral” tem sempre

dois pesos e duas medidas, diferentes para ricos e

pobres. No vão que as separa vem à tona a

incompreensibilidade diante do mistério da

honestidade. De categoria ética, ela desce ao posto de

irrespondível problema metafísico.

Pois quem terá hoje a coragem de perguntar como

alguém se torna o que é quando a subjetividade, a

individualidade e a biografia já não valem nada e

sentimos apenas o miasma que exala da vala comum

das celebridades da qual o cidadão pode se salvar

apenas alcançando o posto de um herói exótico,

máscara do otário da vez?

(Marcia Tiburi. Cult, dezembro de 2011)

Verdade é que (1) a ação em nome de um universal por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela que (2) se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da vantagem que (3) define a regra, o sujeito honesto se transfigura imediatamente em otário. (L. 43-47) A respeito das ocorrências do QUE no período anterior, é correto afirmar que se trata de conjunção em
 

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A tradição teológica e filosófica nunca conseguiu

explicar o “mistério da iniquidade”, a existência do mal

como potência do desejo e da ação humanas.

Ora, a corrupção é o mal do nosso tempo.

Curiosamente, ela aparece como uma nova regra de

conduta, uma contraditória “moral imoral”. Da

governalidade aos atos cotidianos, o mundo da vida no

qual ética e moral se cindiram há muito tempo

transformou-se na sempre saqueável terra de ninguém.

Como toda moral, a corrupção é rígida. Daí a

impossibilidade do seu combate por meios comuns, seja

o direito, seja a polícia. Do contrário, meio mundo

estaria na prisão. A mesma polícia que combate o

narcotráfico nas favelas das grandes cidades poderia

ocupar o Congresso e outros espaços do governo onde

a corrupção é a regra.

Mas o problema é que a força da corrupção é a do

costume, é a da “moral”, aquela mesma do malandro

que age “na moral”, que é “cheio de moral”. Ela é muito

mais forte do que a delicada reflexão ética que

envolveria a autonomia de cada sujeito agente. E que só

surgiria pela educação política que buscasse um

pensamento reflexivo.

O sistema da corrupção é composto de um jogo de

forças do qual uma das mais importantes é a “força do

sentido”. É ela que faz perguntar, por exemplo, “como é

possível que um policial pobre se negue a aceitar

dinheiro para agir ilegalmente?”

O simples fato de que essa pergunta seja colocada

implica o pressuposto de que uma verdade ética tal

como a honestidade foi transvalorada. Isso significa que

foi também desvalorizada.

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar,

mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na

contramão do dever, é porque no sistema da corrupção

o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua

autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro.

Mas não somente. Aquele que age na direção da lei

como que age contra a moral caracterizada pelo “fazer

como a grande maioria”, levando em conta que no

âmbito da corrupção se entende que o que a maioria

quer é “dinheiro”.

Verdade é que a ação em nome de um universal

por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela

que se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da

vantagem que define a regra, o sujeito honesto se

transfigura imediatamente em otário.

Se a moral é medida em dinheiro, não entregar-se a

ele poderá parecer um luxo. Mas um contraditório luxo

de pobre, já que a questão da honestidade não se

coloca para os ricos, para quem tal valor parece de

antemão assegurado.

Daí que jamais se louve nos noticiários a

honestidade de alguém que não se enquadra no

estereótipo do “pobre”. Honesto é sempre o pobre

elevado a cidadão exótico. Na verdade, por meio desse

gesto o pobre é colocado à prova pelo sistema. Afinal

ele teria tudo para ser corrupto, ou seja, teria todo o

motivo para sê-lo. Mas teria também todo o perdão?

O cidadão exótico – pobre e honesto – que deixa de

agir na direção de uma vantagem pessoal como que

estaria perdoado por antecipação ao agir imoralmente

sendo pobre, mas não está. A frase de Brecht seria sua

jurisprudência mais básica: “O que é roubar um banco

comparado a fundar um?”

Ora, sabemos que essa “moral imoral” tem sempre

dois pesos e duas medidas, diferentes para ricos e

pobres. No vão que as separa vem à tona a

incompreensibilidade diante do mistério da

honestidade. De categoria ética, ela desce ao posto de

irrespondível problema metafísico.

Pois quem terá hoje a coragem de perguntar como

alguém se torna o que é quando a subjetividade, a

individualidade e a biografia já não valem nada e

sentimos apenas o miasma que exala da vala comum

das celebridades da qual o cidadão pode se salvar

apenas alcançando o posto de um herói exótico,

máscara do otário da vez?

(Marcia Tiburi. Cult, dezembro de 2011)

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar, mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na contramão do dever, é porque no sistema da corrupção o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro. (L. 33-37) Assinale a alternativa que apresente pontuação para o trecho anterior igualmente correta.
 

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Texto para a questão.

A tradição teológica(a) e filosófica nunca conseguiu explicar o “mistério da iniquidade”, a existência do mal como potência do desejo e da ação humanas.

Ora, a corrupção é o mal do nosso tempo. Curiosamente, ela aparece como uma nova regra de conduta, uma contraditória “moral imoral”. Da governalidade aos atos cotidianos, o mundo da vida no qual ética e moral se cindiram há muito tempo transformou-se na sempre saqueável terra de ninguém.

Como toda moral, a corrupção é rígida. Daí a impossibilidade do seu combate por meios comuns, seja o direito, seja a polícia. Do contrário, meio mundo estaria na prisão. A mesma polícia que combate o narcotráfico(c) nas favelas das grandes cidades poderia ocupar o Congresso e outros espaços do governo onde a corrupção é a regra.

Mas o problema é que a força da corrupção é a do costume, é a da “moral”, aquela mesma do malandro que age “na moral”, que é “cheio de moral”. Ela é muito mais forte do que a delicada reflexão ética que envolveria a autonomia de cada sujeito agente. E que só surgiria pela educação política que buscasse um pensamento reflexivo.

O sistema da corrupção é composto de um jogo de forças do qual uma das mais importantes é a “força do sentido”. É ela que faz perguntar, por exemplo, “como é possível que um policial pobre se negue a aceitar dinheiro para agir ilegalmente?”

O simples fato de que essa pergunta seja colocada implica o pressuposto de que uma verdade ética tal como a honestidade foi transvalorada. Isso significa que foi também desvalorizada(d).

Se a conduta de praxe seria não apenas aceitar, mas exigir dinheiro em troca de uma ação qualquer na contramão do dever, é porque no sistema da corrupção o valor da honestidade, que garantiria ao sujeito a sua autonomia, foi substituído pela vantagem do dinheiro.

Mas não somente. Aquele que age na direção da lei como que age contra a moral caracterizada pelo “fazer como a grande maioria”, levando em conta que no âmbito da corrupção se entende que o que a maioria quer é “dinheiro”.

Verdade é que a ação em nome de um universal por si só caracteriza qualquer moral. É por meio dela que se faz o cálculo do “sentido” no qual, fora da vantagem que define a regra, o sujeito honesto se transfigura imediatamente em otário.

Se a moral é medida em dinheiro, não entregar-se a ele poderá parecer um luxo. Mas um contraditório luxo de pobre, já que a questão da honestidade não se coloca para os ricos, para quem tal valor parece de antemão assegurado.

Daí que jamais se louve nos noticiários a honestidade de alguém que não se enquadra no estereótipo do “pobre”. Honesto é sempre o pobre elevado a cidadão exótico. Na verdade, por meio desse gesto o pobre é colocado à prova pelo sistema. Afinal ele teria tudo para ser corrupto, ou seja, teria todo o motivo para sê-lo. Mas teria também todo o perdão?

O cidadão exótico – pobre e honesto – que deixa de agir na direção de uma vantagem pessoal como que estaria perdoado por antecipação ao agir imoralmente sendo pobre, mas não está. A frase de Brecht seria sua jurisprudência mais básica: “O que é roubar um banco comparado a fundar um?”

Ora, sabemos que essa “moral imoral” tem sempre dois pesos e duas medidas, diferentes para ricos e pobres. No vão que as separa vem à tona a incompreensibilidade diante do mistério da honestidade. De categoria ética, ela desce ao posto de irrespondível problema metafísico.

Pois quem terá hoje a coragem de perguntar como alguém se torna o que é quando a subjetividade, a individualidade e a biografia(b) já não valem nada e sentimos apenas o miasma que exala da vala comum das celebridades da qual o cidadão pode se salvar apenas alcançando o posto de um herói exótico, máscara do otário da vez?

(Marcia Tiburi. Cult, dezembro de 2011)

Assinale a palavra que tenha sido formada por processo DISTINTO do das demais.

 

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enunciado 862718-1
Assinale a alternativa em que a alteração da primeira fala do quadrinho tenha respeitado a norma culta.
 

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