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Em Barbalha, no interior do Ceará, uma inusitada parceria entre a poesia rimada e a medicina tradicional tem sido instrumento para informar e educar comunidades sobre saúde e cuidados com o corpo, sem arrodeio ou complicações. Traduzindo conceitos e termos clínicos para uma linguagem acessível e relacionável, estudantes de medicina da Universidade Federal do Cariri (UFCA), orientados pela professora Sally de França Lacerda Pinheiro, aliam cultura e informação, criando pontes eficientes de diálogo entre a comunidade e a academia sobre temas urgentes à saúde pública.
A intenção é tornar as informações sobre doenças, processos e prevenções o mais acessível e atraente possível. Em três anos, o projeto Cordel e Saúde publicou mais de quarenta folhetos originais, desenvolveu oficinas, visitou dezenas de escolas e unidades de saúde, entregando informações corretas em saúde e prevenção, por meio de declamações da literatura popular, com a linguagem que é a cara do povo. A adesão é tamanha que outras instituições, associações e ligas acadêmicas “encomendam” cordéis temáticos ao grupo.
Essa improvável aliança entre cordel e medicina pode ser personificada na mentora do projeto, Sally Lacerda, professora da Faculdade de Medicina da UFCA, odontóloga e doutora em biologia molecular. Nesse projeto, ela encontrou a fórmula para escrever, pesquisar e disseminar conhecimentos acadêmicos e técnicos por meio de sua mais antiga paixão: o cordel.
Certeira, Sally viu a oportunidade para divulgar a literatura à medida que promove saúde e conscientização. Sem arrodeio, explica a ideia: “o objetivo principal seria utilizar o cordel como uma ferramenta de educação e prevenção em saúde”. Driblando críticas de colegas academicistas, conquistou o coração de alunos que se uniram ao projeto em 2017. Assim como Paulo Freire, defende a adaptação do conteúdo ao meio comunitário para uma comunicação eficiente. “Não adianta chegar com termos técnicos, tentando explicar para o paciente a complexidade da sua doença. O melhor é usar a mesma linguagem dele”, resume.
Internet: <brasildefato.com.br> (com adaptações)
No período “Sally viu a oportunidade para divulgar a literatura à medida que promove saúde e conscientização”, no último parágrafo do texto 1A6-I, a locução “à medida que” poderia ser substituída, sem prejuízo para o sentido original e para a correção gramatical do texto, por
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Em Barbalha, no interior do Ceará, uma inusitada parceria entre a poesia rimada e a medicina tradicional tem sido instrumento para informar e educar comunidades sobre saúde e cuidados com o corpo, sem arrodeio ou complicações. Traduzindo conceitos e termos clínicos para uma linguagem acessível e relacionável, estudantes de medicina da Universidade Federal do Cariri (UFCA), orientados pela professora Sally de França Lacerda Pinheiro, aliam cultura e informação, criando pontes eficientes de diálogo entre a comunidade e a academia sobre temas urgentes à saúde pública.
A intenção é tornar as informações sobre doenças, processos e prevenções o mais acessível e atraente possível. Em três anos, o projeto Cordel e Saúde publicou mais de quarenta folhetos originais, desenvolveu oficinas, visitou dezenas de escolas e unidades de saúde, entregando informações corretas em saúde e prevenção, por meio de declamações da literatura popular, com a linguagem que é a cara do povo. A adesão é tamanha que outras instituições, associações e ligas acadêmicas “encomendam” cordéis temáticos ao grupo.
Essa improvável aliança entre cordel e medicina pode ser personificada na mentora do projeto, Sally Lacerda, professora da Faculdade de Medicina da UFCA, odontóloga e doutora em biologia molecular. Nesse projeto, ela encontrou a fórmula para escrever, pesquisar e disseminar conhecimentos acadêmicos e técnicos por meio de sua mais antiga paixão: o cordel.
Certeira, Sally viu a oportunidade para divulgar a literatura à medida que promove saúde e conscientização. Sem arrodeio, explica a ideia: “o objetivo principal seria utilizar o cordel como uma ferramenta de educação e prevenção em saúde”. Driblando críticas de colegas academicistas, conquistou o coração de alunos que se uniram ao projeto em 2017. Assim como Paulo Freire, defende a adaptação do conteúdo ao meio comunitário para uma comunicação eficiente. “Não adianta chegar com termos técnicos, tentando explicar para o paciente a complexidade da sua doença. O melhor é usar a mesma linguagem dele”, resume.
Internet: <brasildefato.com.br> (com adaptações)
Considerando que o texto 1A6-I é uma notícia, assinale a opção que indica a função da linguagem predominante nesse texto.
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Em Barbalha, no interior do Ceará, uma inusitada parceria entre a poesia rimada e a medicina tradicional tem sido instrumento para informar e educar comunidades sobre saúde e cuidados com o corpo, sem arrodeio ou complicações. Traduzindo conceitos e termos clínicos para uma linguagem acessível e relacionável, estudantes de medicina da Universidade Federal do Cariri (UFCA), orientados pela professora Sally de França Lacerda Pinheiro, aliam cultura e informação, criando pontes eficientes de diálogo entre a comunidade e a academia sobre temas urgentes à saúde pública.
A intenção é tornar as informações sobre doenças, processos e prevenções o mais acessível e atraente possível. Em três anos, o projeto Cordel e Saúde publicou mais de quarenta folhetos originais, desenvolveu oficinas, visitou dezenas de escolas e unidades de saúde, entregando informações corretas em saúde e prevenção, por meio de declamações da literatura popular, com a linguagem que é a cara do povo. A adesão é tamanha que outras instituições, associações e ligas acadêmicas “encomendam” cordéis temáticos ao grupo.
Essa improvável aliança entre cordel e medicina pode ser personificada na mentora do projeto, Sally Lacerda, professora da Faculdade de Medicina da UFCA, odontóloga e doutora em biologia molecular. Nesse projeto, ela encontrou a fórmula para escrever, pesquisar e disseminar conhecimentos acadêmicos e técnicos por meio de sua mais antiga paixão: o cordel.
Certeira, Sally viu a oportunidade para divulgar a literatura à medida que promove saúde e conscientização. Sem arrodeio, explica a ideia: “o objetivo principal seria utilizar o cordel como uma ferramenta de educação e prevenção em saúde”. Driblando críticas de colegas academicistas, conquistou o coração de alunos que se uniram ao projeto em 2017. Assim como Paulo Freire, defende a adaptação do conteúdo ao meio comunitário para uma comunicação eficiente. “Não adianta chegar com termos técnicos, tentando explicar para o paciente a complexidade da sua doença. O melhor é usar a mesma linguagem dele”, resume.
Internet: <brasildefato.com.br> (com adaptações)
No primeiro parágrafo do texto 1A6-I, o emprego do sinal indicativo de crase no trecho “temas urgentes à saúde pública” justifica-se
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UBrasil
Text 1A5-l
There are many ways in which medicine and culture combine to shape our values and traditions. Medicine and culture are, in fact, inseparable entities and together make up a complex world, or set of worlds. Medicine itself is a culture and a world of its own, with institutions and subinstitutions peculiar to it, and with rites of passage, forms of education, standards of behavior, and sets of norms that have their own history and development and semiautonomous life — as anyone who has ever been hospitalized will immediately recognize. At the same time, however, medicine is an integral and indispensable part of larger social cultures as well — the culture of science, of religious and ethical beliefs, and of our changing society, with its own evolving values and attitudes.
From Grego-Roman times to the present, medicine has been a vital source of authority in Westem societies. One cannot understand such massive and diverse cultural shifts in Westem civilization as the decline of magic, the preoccupation with cleanliness, or the appreciation of the unconscious without recognizing medicine's extraordinary ability to intervene in — indeed, to shape — culture. Over time, medicine has acquired the power to demarcate the line between the normal and the abnormal, the biologically innate and the culturally determined, between male and female, life and death. In a more intimate sense, medicine affects what people will — or will not — eat, drink, touch, or embrace.
David J. Rothman, S. Marcus and S. A. Kiceluk. Medicine and western civilization. New Brunswick (NJ): Rutgers University Press, 2000, p. 1 (adapted).
In the passage “One cannot understand such massive and diverse cultural shifts” (second paragraph of the text 1A5-I), the word “One” means
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UBrasil
Text 1A5-l
There are many ways in which medicine and culture combine to shape our values and traditions. Medicine and culture are, in fact, inseparable entities and together make up a complex world, or set of worlds. Medicine itself is a culture and a world of its own, with institutions and subinstitutions peculiar to it, and with rites of passage, forms of education, standards of behavior, and sets of norms that have their own history and development and semiautonomous life — as anyone who has ever been hospitalized will immediately recognize. At the same time, however, medicine is an integral and indispensable part of larger social cultures as well — the culture of science, of religious and ethical beliefs, and of our changing society, with its own evolving values and attitudes.
From Grego-Roman times to the present, medicine has been a vital source of authority in Westem societies. One cannot understand such massive and diverse cultural shifts in Westem civilization as the decline of magic, the preoccupation with cleanliness, or the appreciation of the unconscious without recognizing medicine's extraordinary ability to intervene in — indeed, to shape — culture. Over time, medicine has acquired the power to demarcate the line between the normal and the abnormal, the biologically innate and the culturally determined, between male and female, life and death. In a more intimate sense, medicine affects what people will — or will not — eat, drink, touch, or embrace.
David J. Rothman, S. Marcus and S. A. Kiceluk. Medicine and western civilization. New Brunswick (NJ): Rutgers University Press, 2000, p. 1 (adapted).
With the comment “as anyone who has ever been hospitalized will recognize” (third sentence of the first paragraph), the authors of the text 1A5-I mean to stress the idea that
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UBrasil
Text 1A5-l
There are many ways in which medicine and culture combine to shape our values and traditions. Medicine and culture are, in fact, inseparable entities and together make up a complex world, or set of worlds. Medicine itself is a culture and a world of its own, with institutions and subinstitutions peculiar to it, and with rites of passage, forms of education, standards of behavior, and sets of norms that have their own history and development and semiautonomous life — as anyone who has ever been hospitalized will immediately recognize. At the same time, however, medicine is an integral and indispensable part of larger social cultures as well — the culture of science, of religious and ethical beliefs, and of our changing society, with its own evolving values and attitudes.
From Grego-Roman times to the present, medicine has been a vital source of authority in Westem societies. One cannot understand such massive and diverse cultural shifts in Westem civilization as the decline of magic, the preoccupation with cleanliness, or the appreciation of the unconscious without recognizing medicine's extraordinary ability to intervene in — indeed, to shape — culture. Over time, medicine has acquired the power to demarcate the line between the normal and the abnormal, the biologically innate and the culturally determined, between male and female, life and death. In a more intimate sense, medicine affects what people will — or will not — eat, drink, touch, or embrace.
David J. Rothman, S. Marcus and S. A. Kiceluk. Medicine and western civilization. New Brunswick (NJ): Rutgers University Press, 2000, p. 1 (adapted).
The main objective of the text 1A5-I is to
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A deposição do último imperador romano do Ocidente, em 476, não significou o fim das tradições e das instituições romanas, da mesma forma que o final da Antiguidade não trouxe consigo a regressão da vida econômica ou o desaparecimento do Estado e das atividades comerciais. Os povos bárbaros não conquistaram o Império, mas se integravam ao mundo romano, tanto pela violência quanto por acordos pacíficos. É por isso que a expressão “invasões bárbaras” caiu em desuso, tendo sido substituída por “migrações bárbaras”.
Marcelo Cândido. História Medieval. São Paulo: Contexto, 2019, p. 9-12.
Tendo como referência o texto precedente e o assunto que ele aborda, assinale a opção correta.
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Tomai o fardo do Homem Branco
Enviai vossos melhores filhos
Ide, condenai seus filhos ao exílio
Para servirem aos vossos cativos;
Para esperar, com chicotes pesados
O povo agitado e selvagem
Vossos cativos, tristes povos,
Metade demônio, metade criança.
(...)
Rudyard Kipling. O fardo do Homem Branco, 1889
Considerando esse fragmento do poema, assinale a opção correta, a respeito do processo de partilha da África pelos europeus no século XIX.
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As pinturas apresentadas, de Albert Eckhout, foram produzidas a pedido do conde Maurício de Nassau durante seu governo à frente da Capitania de Pernambuco, no início do século XVII. Considerando essas imagens, assinale a opção correta
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Acerca da estrutura geológica, é correto afirmar que a imagem precedente mostra
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