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Foram encontradas 40 questões.

2850157 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

A.C.S, sexo masculino, 65 anos, hipertenso e obeso (IMC 28,3), carpinteiro, sentiu-se mal durante o trabalho, referindo forte dor de cabeça acompanhada de síncope. No pronto atendimento, ao recobrar a consciência, apresentava-se confuso e com fraqueza de todos os membros do lado esquerdo. Após 60 dias, A.C.S ainda está em tratamento das sequelas, mas já consegue andar, porém com muita dificuldade, fazendo uso de marcha adaptada à sua condição de saúde. Considerando que o paciente desenvolveu marcha hemiparética, espera-se que esta seja proveniente de uma hemiparesia

 

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2850156 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

O desenvolvimento neuropsicomotor é um processo natural em que as crianças vão adquirindo cada vez mais habilidades, tendo portanto caráter progressivo e sendo potencializado conforme a demanda de estímulos externos recebidos. Dessa forma,

 

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2850155 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

A atuação adequada do fisioterapeuta em pacientes diagnosticados com impacto femoroacetabular consiste em

 

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2850154 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

O processo de envelhecimento natural desencadeia condições fisiológicas nos idosos, o que

 

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2850153 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

O impacto femoroacetabular intensificou a fisiopatologia do processo degenerativo da articulação coxofemoral; portanto

 

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2850152 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

Durante avaliação física o fisioterapeuta realizou testes ortopédicos com intuito de relacionar os sintomas com os dados dos exames de imagem. Foi utilizado o teste de

 

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2850151 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

Você, docente do curso de fisioterapia na disciplina de Estágio em Fisioterapia Cardiorrespiratória, está fazendo uma ronda com seus alunos pelo hospital e 3 pacientes são escolhidos para uma avaliação de propedêutica pulmonar, sendo eles:

Caso 1) F.G.R, 42 anos, masculino, apresenta expansibilidade torácica diminuída no hemitórax auscultado, com presença de timpanismo à percussão.

Caso 2) J.I.P, 32 anos, feminino, apresenta, à ausculta pulmonar, respiração brônquica com presença de macicez à percussão no lobo central direito.

Caso 3) L.B.F, 67 anos, masculino, apresenta, ao exame físico, expansão torácica assimétrica e macicez à percussão, com ausência de frêmito tóraco vocal durante ausculta pulmonar.

Os casos 1, 2 e 3 correspondem respectivamente a:

 

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2850150 Ano: 2022
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UEG
Orgão: UEG
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 31 a 34.

No mês de janeiro de 2022, em ambulatório hospitalar de ortopedia e traumatologia na cidade de Goiânia, paciente do sexo masculino, 69 anos de idade, procurou atendimento com queixa de dor pubiana com irradiação para região inguinal do quadril esquerdo. O médico responsável pelo atendimento verificou na anamnese que as dores iniciaram em 2016 de forma insidiosa. Foram solicitados exames de radiografia da pelve com incidência anteroposterior e perfil de quadril esquerdo; e ressonância magnética da região pélvica com ponderações em T1 e T2, com e sem supressão de gordura.

Após 15 dias, o paciente retornou com os exames complementares que indicavam osteófitos marginais em região da sínfise púbica, bordo acetabular anteromedial e face medial do colo do fêmur esquerdo; redução do espaço, irregularidade da superfície articular da sínfise púbica e articulação coxofemoral esquerda, região do triângulo de Ward radiolucente bilateral; além de displasia tanto do bordo acetabular (PINCER), quanto no colo do fêmur (CAM) do quadril esquerdo. A ressonância magnética ponderada em T2 em ambas às condições (com e sem supressão de gordura) apontaram hipersinal em músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo.

Paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento fisioterapêutico com diagnóstico de impacto femoroacetabular do quadril esquerdo. O fisioterapeuta responsável realizou avaliação física e identificou limitação do movimento devido à dor e fraqueza dos músculos pelvitrocantéricos do quadril esquerdo; claudicação e dor após 30 minutos de prática de tênis, pés planos, sensibilidade cutânea e reflexos preservados de membros inferiores. Com base nos dados clínicos e exames de imagem, o tratamento fisioterapêutico foi iniciado.

A escala de Apgar foi criada pela médica Vírginia Apgar em meados do século passado e tem sido usada até os dias atuais como forma rápida de analisar clinicamente o recém-nascido. Essa escala

 

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Enquanto espaço legítimo de formação humana e produção do conhecimento, a universidade deve assumir o desafio de promover uma educação inclusiva, com atendimento de qualidade aos acadêmicos que apresentarem qualquer tipo de deficiência. Acerca da educação inclusiva, verifica-se o seguinte:

 

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Ângela é uma estudante negra do ensino médio, da Escola Estadual da cidade de Itumbiara, que pretende se inscrever no vestibular de uma Instituição de Ensino Superior (IES) e, ao preencher o formulário, depara com as possibilidades de acesso pelas vagas: I) oriundos de rede pública (cumprindo ensino médio integralmente); II) negros; III) indígenas; IV) pessoas com deficiência. Como Ângela fez o primeiro ano no ensino privado, fez a opção por cotas de negros. Possibilitam esse tipo de acesso:

 

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