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Paciente de 39 anos de idade, fez implante de
Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre 380-A em
10/07/2011. Vem a consulta referindo corrimento
vaginal. Refere disúria e dispareunia. Ao exame
especular: hiperemia de paredes vaginais, fio do
DIU visualizado com comprimento de cerca de 2
cm, corrimento intenso, amarelo-esverdeado,
bolhoso e espumoso, acompanhado de odor
fétido. Foi realizado exame a fresco com
identificação de parasita flagelado com auxílio de
microscopia. O diagnóstico e conduta para este
caso são:
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Gestante de 24 anos de idade, retorna com 8
semanas de gestação a consulta de pré-natal
com resultado de exame realizado há 10 dias de
citopatológico para detecção de câncer de colo do
útero evidenciando Lesão Intraepitelial de baixo
grau (LSIL). A conduta adequada para a
gestante, de acordo com as Diretrizes brasileiras
para o rastreamento do câncer do colo do útero,
é:
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Paciente de 37 anos, histerectomizada devido a
história de tratamento para NIC II/III com
margens livres, realizado há 3 meses. Procura o
serviço de ginecologia para informações do seu
seguimento. De acordo com as Diretrizes
brasileiras para o rastreamento do câncer do colo
do útero a recomendação correta para a paciente
é:
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O sangramento uterino anormal é um sinal
presente em diversas patologias ginecológicas,
trazendo muitas vezes prejuízos sociais,
econômicos e emocionais a paciente. É uma
causa de sangramento uterino anormal:
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Mulher de 25 anos comparece a consulta levando
uma ultrassonografia que descreve: “ mioma
FIGO 0 (zero) com 1 cm de diâmetro e mioma
FIGO 2 (dois) com 3 cm de diâmetro”.
Considerando a classificação da Federação
Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO)
entende-se que os miomas com 1 e 3 cm podem
ser descritos respectivamente como:
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Mulher de 27 anos, queixando-se de febre,
corrimento vaginal e dor pélvica há cerca de 1
semana. Sem outras queixas. Nega atraso
menstrual. Ao exame físico: dor a mobilização de
colo, útero e anexos; muco cervical purulento;
conteúdo vaginal amarelado, temperatura
oral=38,6 0C. Exame complementar: velocidade
de hemossedimentação elevada. Neste contexto
o diagnóstico mais provável é:
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Mulher de 28 anos referindo corrimento vaginal
esbranquiçado, sem odor, acompanhado de
prurido intenso há 5 dias, sem outras queixas. Ao
exame físico: corrimento branco abundante com
grumos aderidos a parede. No exame a fresco
do conteúdo vaginal observa-se hifas e esporos.
Com base na causa mais provável, das
alternativas abaixo pode-se optar como
tratamento:
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Mulher com 26 anos apresenta o seguinte
resultado no exame de colpocitologia oncótica do
colo de útero: “Lesão Intra-Epitelial de Baixo
Grau (LSIL)”. Segundo Diretrizes brasileiras para
o rastreamento do câncer do colo do útero a
recomendação imediata para essa paciente deve
ser:
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Tercigesta comparece a consulta assintomática.
Ao exame físico: dinâmica uterina ausente, tônus
uterino normal, batimentos cardíacos fetais=145
bpm, colo uterino impérvio. No cálculo da idade
gestacional apresenta-se com 42 semanas e 1
dia de gestação. Pode-se classificar esta gestação
como:
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A rotura prematura de membranas consiste na
saída espontânea de líquido amniótico pela
vagina na ausência de sinais de trabalho de
parto, em gestações acima de 20 a 22 semanas.
Sobre esta patologia é correto afirmar que:
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